A democracia brasileira ainda possui sinais vitais?

Roberta Luchsinger, ex-mulher de Protógenes Queiroz, criou um movimento para apoiar financeiramente o ex-presidente Lula após o bloqueio de quase R$ 10 milhões em planos de previdência e contas bancárias por ordem do juiz Sérgio Moro. Ela, neta do suíço Peter Paul Arnold Luchsinger, doou cerca de R$ 500 mil em dinheiro, joias e outros bens de valor ao petista.
 
Queiroz, condenado pelo STF, está na Suíça, é conhecido por denunciar a manipulação dos votos no Brasil, inclusive em eleições majoritárias.
 
Diante de tudo isso, há quem ainda afirme vivermos em plena democracia e que haverá um estágio mais sinistro que o atual. Mas mesmo lá, não será tão claro o uso de dispositivos extremos em defesa de um povo que morre nas ruas, sem a menor possibilidade de usar os meios adequados para que se mantenha vivo. Estar livre, embora morto, é para essa gurizada dignum et justum, pois antes morrer que “pecar” contra o ordenamento jurídico, dando uns dias de folga para a democracia. Afinal, que os três poderes exerçam uma tirania onde cada qual disputa quem tem mais poder, é mera causalidade.