Terça Livre > Artigos > A direita tolerável, e desconhecida, que a mídia promove

Revista ISTOÉ fez uma matéria com “jovens” da “Nova Direita” onde juntos não somam o alcance da página Direita São Paulo, ignorada pela revista que celebra perfis com 2 mil seguidores. O canal Terça Livre foi citado pela Revista Época para tentar difamar o Prof. Olavo de Carvalho, apenas.

A mídia mainstream antecipa o funeral de sua existência que ocorrerá em 2018, quando as pessoas verão mais e mais, como muitos já vêem, que a informação dos meios “alternativos” de comunicação possuem muito mais chance de dialogar com o público de maneira honesta do que eles.

Canais como o Terça Livre, Crítica Nacional, do Paulo EneasSenso Incomum, do Flavio Morgenstern e outros, podem equivocar-se aqui e acolá, mas nunca serão eco de um grupo empresarial-partidário ou de algum futuro político, pois essa não é nossa intenção. Nosso conteúdo é nosso, não uma unidade substancial com nossa conta bancária.

O que seria dos jornalistas da Época, Folha, Jovem Pan (com com exceção de Joice Hasselmann e Felipe Moura Brasil), Estadão e Exame sem a força de penetração do próprio meio utilizado? Bem, suas próprias redes sociais já expressam. Só isso é uma evidência de que eles não têm voz e seu conteúdo é insosso, insípido, inexpressivo.

O que resta para a mídia mainstream? O desespero, pois as pessoas já entenderam que a o formalismo não é capaz de ocultar a ação orquestrada e de discurso único contra a realidade dos fatos.

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