A Grande Mídia e sua competição de náuseas

Dilma Rousseff selfie jornalistas


Ocorrida a posse do presidente Jair Bolsonaro, o brasileiro médio se vê em uma posição de otimismo gerada pelas medidas já efetivadas pelo ainda incipiente governo. Não somente isso, o governo já nos brindou com a primeira composição ministerial a repudiar nomeações partidárias e ideológicas, e, assim, as instituições do Executivo parecem agora tratar pessoas como pessoas, e não como estatísticas ou objetos de interesses de blocos corporativos organizados, como até então se praticava. Assim, o poder parece estar aos poucos sendo entregue novamente para o povo, e o povo têm correspondido com esse fato: seja com o sentimento de uma “lua de mel” com o governo recém-formado, seja com sucessivas altas de ativos no mercado financeiro ou, mesmo, com uma discreta e fria aprovação diante das medidas iniciais.

Por outro lado, a Grande Mídia, aqueles blocos decadentes que monopolizaram e parasitaram verbas publicitárias oriundas do poder público durante anos – nos quais o leitor imediatamente recordará de empresas como a Folha de SP, Globo, RBS, etc. – seguem com sua agenda particular de difamações baixas contra o Presidente da República e sua equipe ministerial. O bom senso já indica que, ao contrário da “entrega de informação” aos quais afirmam se prestar, essas facções midiáticas mais aparentam se encontrar em uma verdadeira competição de quem mente mais ou de quem está mais comprometido ideologicamente em destruir um governo que sequer possui uma semana. Em suma, diante do cenário, fica difícil de dizer quem se encontra mais competente em transformar a alimentação de seus conteúdos nefastos em náuseas cerebrais, já que a negativa popular, tanto de confiança como de paciência atual para notícias contendo má-fé ideológica, é certamente algo aproximado a cem por cento entre as pessoas normais e não histéricas.

Importante atentar que os partidos de esquerda e as organizações criminosas que se auto intitularam “movimentos sociais”, tal como os próprios governantes de esquerda da América Latina, mudaram a estratégia. Estes, ou se encontram em regime de silêncio e medo, ou em regime de cessar-fogo, casos evidenciados pelas surpreendentes presenças de Evo Morales e Tabarez Vasquez na posse presidencial. Sobrou, neste período de absoluto temor pela abertura da “caixa preta” de seus desastrosos 13 anos de tentativa de implantação do comunismo, utilizarem o que restou de suas técnicas pavlovianas através de idiotas úteis usuais, como da maioria do plantel de artistas lotados no Projac da Globo ou de jornalistas da Grande Mídia.

Assim, não há como negar: a massa de utilitários que hoje lota o entretenimento televisivo e as redações da Grande Mídia já preparam o terreno, não somente de defesa, mas de sobrevivência ao câncer comunista que hesita não mais em vencer, mas agora em apenas sobreviver. Isso porque, a nudez de seus atos até então ocultos provavelmente despertarão uma onda ainda mais reacionária em relação à própria existência do comunismo e de seus partidos no Brasil, seguindo efeitos fortes como ocorreu na Ucrânia e na Polônia. Portanto, muito aquém de uma informação contaminada com a fé ideológica desses blocos midiáticos, tudo não passa da velha revolução de massas histéricas, essas agora fadadas a desaparecer e serem chutadas pela própria população brasileira, que reagirá à inevitável pornografia administrativa dos ocultos anos petistas que está para ser revelada.

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Redação TL

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3 Comentários

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  • Dá pena ouvir falar de quantas coisas os tiranos mamadores, os quais jogaram o país ladeira abaixo, aduladores e bajuladores de um p/t/lulista arrogante e mentiroso, utilizavam para fundar sua tirania, de quantas mesquinharias se serviam, encontrando essa populaça sempre às ordens.

    O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos.
    XÔ!

  • Não posso deixar de mais uma vez citar o pensador Nietzsche que, ainda no sex XIX apontou para os artistas e disse que estes estarão sempre a serviço do Poder. Pois que ambicionam os privilégios que o Poder lhes pode conceder em troca.

    Isso parece ser o que ninguém consegue entender:

    – Uns vivem do TRABALHO de produzir, criar e investir para TROCAR, enquanto outros vivem do PODER de TOMAR.
    Sim, o Poder é exatamente isso: não precisa fazer nada para trocar, basta usar a FORÇA para expropriar ou ordenar o que deseja seus ocupantes.

    Os artistas exercem uma atividade banal e dispensável. Porém o fato de poderem falar o tempo todo ao tal de povo, lhes garante o poder de enganar o tempo todo, o poder de mentir para multidões ao mesmo tempo. Pois estas ansiosas pelo LAZER do DIVERTIMENTO (cultura, em qq sentido, é o KCT) acabam recebendo uma carga de doutrinação nem tão subliminar.
    Os artistas de certa forma equiparam-se aos pregadores que reunem multidões para ouvir suas opiniões, interesseiras ou não.

    A chamada ESPIRAL do SILÊNCIO, assim denominada pela pesquisadora, é da natureza humana e somente um esforço de racionalidade de uma personalidade forte é capaz de escapar de tal “espiral”:

    – Fazer os indivíduos acreditarem que todos, ou a maioria, ou “os melhores” possuem uma opinião “X” é a formula para induzir a que se ADOTE tal opinião.

    Os pregadores, artistas e professores possuem a caracteristica de falar para multidões que presumidamente desejam suas opiniões. Porém isso só é verdade no caso dos pregadores.

    Tanto pregadores quanto artistas e mesmo professores reunem multidões para ouvi-los e presume-se que estas se interessem e aprovem as opiniões que ouvem.

    Ocorre que os pregadores reunem aqueles que realmente querem ouvir suas opiniões e as aprovam, enquanto os artistas, e mesmo professores, as fornecem sem que sejam demandadas.

    As massas vão em busca de lazer ou conhecimento que artistas e professores lhes podem proporcionar, mas fraudulentamente estes não se resumem a seu oficio e muitas vezes dedicam-se a FABRICAR OPINIÃO através da espiral do silêncio; falam sem receberem a devida réplica ou contestação a opinião que emitem.

    Essa característica concede um efetivo PODER POLÍTICO a estas classes que se fazem ouvir sem a possibilidade do contraditório.

    Os professores são demasiado numerosos e um tanto não filtráveis. Daí que frustra-los apregoando sua “SUPREMACIA” não reconhecida (FOFOCA) é um ardil para COOPTA-LOS para uma ideologia. Onde seus adeptos afirmam reconhecer o “valor superior” daqueles que desempenham tal função.

    No caso dos artistas não foi muito diferente. As tais “ARTES” foram consideradas uma atividade “superior”, por mais banal e de utilidade dispensável que sejam. Porém os ÍCONES ou mitos da atividade podem ser filtrados e propagandeados como representantes da categoria. Desta forma a exaltação dos ídolos acaba ENVAIDECENDO os “representados”. Afinal são as “artes” exaltadas, ao contrário dos professores que são individualmente exaltados.

    Assim os Estados, ou governos quaisquer, passaram a conceder PRIVILÉGIOS fiscais, legais e pecuniários aos artistas, enquanto exaltam as “artes”, e meros galanteios aos professores. Assim MANIPULANDO-OS não só pela vaidade mas também corrompendo os artistas com favores além dos sedutores galanteios.

    Antonio Gramsci percebeu que manipular mentes é bem mais fácil do que enfrentar um combate franco. SUN TZU, milênios antes, já havia atentado para o fato que a guerra deve basear-se no ENGODO. Pois o ideal é ter o menor número possível de baixas. Alguém também apontou que numa guerra a primeira vítima é a verdade.

    A idéia de DOMINAÇÃO é a vontade de SUBJUGAR e ESCRAVIZAR. Assim trata-se de fato de um combate, onde um dos lados objetiva “forçar o outro a fazer sua vontade”, como Clausewitz definiu o sentido da guerra.

    Os ardis surgiram sob essa idéia: ENGANAR para DOMINAR. Não é dificil perceber que para enganar, induzir outros a conclusões erradas, a comunicação é fundamental.

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Guilherme Galvão VillaniGuilherme Galvão Villani

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Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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Advogado, professor de Direito Constitucional e Eleitoral para concu...

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Políbio Braga é um jornalista e escritor brasileiro. Nascido em S...