A vingança de Aristóteles contra o Governo Bolsonaro



O Governo Bolsonaro caminha a passos largos para um nova crise energética e consequentemente inflação de preços da energia elétrica e possivelmente paralisação da economia.

Por Guilherme G. Villani

Em artigo anterior sobre o setor elétrico, eu já havia alertado ao governo eleito sobre os desafios do setor elétrico no Brasil. Os alertas são meus e do Instituto Ilumina, uma organização independente séria que estuda o setor elétrico brasileiro.

Passado três meses tenho a forte sensação de que os ministros Bento Albuquerque e Paulo Guedes e o próprio presidente Jair Bolsonaro não tem a mínima idéia do tamanho do barril de pólvora em que estão sentados e que, caso explodir, não haverá água para apagar o incêndio.

Os problemas são de curto, médio e longo prazo.

O título do artigo remete ao problema de ordem estrutural no qual nos metemos no início do governo FHC.

Trocamos um modelo regulatório pautado pela premissa da prudência – reserva de energia em grandes reservatórios onde os anos de bonança hidrológica compensavam os anos de escassez  – para um modelo mercantil matemático-contábil que sempre nos leva ao esgotamento das reservas, aumento de custos e risco sistêmico.

Parafraseando Olavo de Carvalho em sua brilhante aula “A vingança de Aristóteles”:

O atual modelo regulatório do setor elétrico desinteressou-se da “natureza” dos corpos e concentrou-se no estudo das suas propriedades mensuráveis. Daí resultou a concepção mecanicista, na qual todos os processos naturais se reduziam, em última análise, a movimentos locais e obedeciam a proporções matemáticas universalmente válidas.

Para criar o “sinal de preço” o atual modelo regulatório do Brasil matematizou a natureza – chuvas e vazão dos rios – com um grau de subjetividade assombroso.

Para se ter uma idéia do grau de subjetividade, inicialmente o preço máximo da energia no mercado de curto prazo foi projetado com base em uma conta matemática em que se calcula o custo para a economia caso faltar energia. Quanta presunção!

O custo é inimaginável/incalculável e portanto sequer poderíamos aventar a hipótese de faltar energia em nível nacional, como aconteceu em 2001.

O resultado é um modelo de gestão de riscos totalmente omisso a aspectos da natureza que talvez nem mesmo São Pedro conseguiria controlar.

O modelo é tão bizarro que a usina hidroelétrica vende energia com base em um cálculo matemático baseado na potência da mesma multiplicado pela vazão histórica do rio.

Acontece que a natureza prega algumas peças, como no caso do Rio São Francisco que há 20 anos tem uma vazão muito inferior ao histórico no qual se baseou a quantidade de energia que as usinas vendem. Ou seja, elas vendem uma energia que não geram!!

Bloqueios Atmosféricos, um fenômeno típico de inverno, tem acontecido com recorrência nos verões brasileiros. Ocorreu pela primeira vez no verão 2013/2014.

O que os matemáticos disseram?: A chance de ocorrer novamente é 1 em 1 milhão.

O que um especialista de risco diria?: Após ocorrer pela primeira vez, a probabilidade do evento ocorrer novamente aumentou substancialmente.

Pois é, tivemos um novo bloqueio atmosférico no verão 2014/2015.

“O mundo, porém, dá voltas. Aristóteles não levava a sério o método matemático porque não acreditava que nada na natureza se conformasse exatamente a qualquer medição ou regularidade inflexível. Para ele, o método certo para o estudo da natureza era a dialética, que não leva a conclusões lógicas perfeitas e acabadas, mas somente a probabilidades razoáveis.” – Olavo de Carvalho, A vingança de Aristóteles

O efeito de fenômenos climáticos imprevisíveis no setor elétrico matematizado é duplamente ruim.

De um lado reduz a oferta de combustível (chuvas) no momento em que mais se deveria recompor reservatórios, e por outro lado a demanda de energia elétrica aumenta substancialmente devido ao uso de ar condicionado. Nas últimas três semanas, o Brasil bateu cinco recordes de consumo de energia por conta das altas temperaturas. 

Quem defende o atual modelo justificaria que o sistema brasileiro é interligado, pode usar a energia do norte para abastecer o sul e vice versa. Não é bem assim.

O Sul e o Norte não possuem grandes reservatórios, o Nordeste possui, mas já não dá mais para contar com ele. Ali a prioridade é o abastecimento humano e animal.

A região do Sudeste em que fica a “Caixa D’Agua” do sistema é concentrada. Concentração de Risco = Aumento do Risco Sistêmico.

 

Vamos ver como está o nível da energia/água armazenada:

 

Se a indústria voltar a crescer junto com a economia aonde vamos parar? No fundo do poço, literalmente falando?

A provável solução vai ser ligar todas as térmicas caras a óleo contratadas ao longo dos últimos 20 anos. A mais emblemática delas foi a TermoLuma do empresário Eike Batista que construiu a usina a toque de caixa quando o governo FHC entrou em pânico e depois vendeu a mesma para a Petrobras por US$ 137 milhões. 

Já somos o 5º país do mundo com a energia mais cara, até o final do governo Bolsonaro seremos os primeiros se nada for feito.

Se o cenário de curto prazo é péssimo, o cenário de médio prazo é pior ainda.

Estamos perdendo capacidade de produção em usinas hidroelétricas e térmicas por falta de manutenção e lama. A UHE Candonga já parou desde a tragédia de Mariana e a UHE Retiro Baixo será a próxima a parar por conta de Brumadinho.

As linhas de transmissão de Belo Monte possuem atrasos, em especial o Pré-Linhão que ligaria a energia da usina até Salvador, passando por áreas no oeste da Bahia relevantes para projetos de energia eólica. A empresa espanhola Abengoa quebrou, a linha teve que ser relicitada. Atraso monumental.

Em 2022, as cláusulas financeiras da Binacional Itaipú serão renegociadas. A Usina é responsável por 10 a 12% da energia consumida no Brasil.

O Paraguai deve fazer jogo-duro e encarecer o custo da energia mas o pior cenário é se ele quiser usar essa energia para alavancar a sua indústria e desenvolvimento. Meia Usina de Itaipú representa uma Belo Monte e meia!!

Isso sem contar que Itaipú está próxima de grandes mercados consumidores PR e SP, ou seja, em caso de precisar de energia nova ainda teremos o ônus da transmissão.

Por último, mas não menos importante.

AINDA NEGLIGENCIAMOS O POTENCIAL DA ENERGIA SOLAR DISTRIBUÍDA, aquela que fica nos telhados dos estabelecimentos e residências.

O jogo de interesses das empresas do Setor Elétrico é impressionante para impedir o avanço dessa fonte de energia que é inesgotável, barata, limpa e que o Brasil é o MAIOR BENEFICIÁRIO DO MUNDO.

 

Qualquer brasileiro poderia ajudar a expandir a geração e “estabilizar” o consumo durante o dia sem recorrer aos bilionários empréstimos do BNDES. Hoje a melhor tecnologia de geração solar com micro-inversores ainda engatinha por aqui. Nos EUA com cerca de R$ 2 mil já é possível iniciar a produção suficiente para uma residência de baixo consumo.

Antes do Sr. Paulo Guedes chamar as estatais de filhos drogados, ele deveria olhar para o umbigo do setor privado que em conjunto com políticos corruptos saqueiam o Brasil, impedem o desenvolvimento do país com seus lobbies sujos e ainda mandam a conta da incompetência e roubalheira via conta de luz.

Se ele quiser dar alguma contribuição “liberal” para o setor, que abaixe os exorbitantes 60% de imposto de importação nos equipamentos solares (placas e inversores), acabe com a patifaria do INMETRO que seleciona quem pode ou não vender no Brasil e reduza a burocracia regulatória.

Brilhantes engenheiros e “barrageiros” (operários especialistas em construir hidroelétricas) empunharam a bandeira da Eletrobrás e construíram um monumental sistema de produção, transmissão e distribuição de energia. Colocado sobre um mapa da Europa ligaria Lisboa a Moscou.

Que funcionava bem e com segurança energética até o FHC, sob efeito das drogas ilícitas de um falso liberalismo e da física matematizante, transformar o setor elétrico numa putaria privada onde empresas abastecidas de dinheiro subsidiado do BNDES constroem e operam de qualquer jeito e mandam a conta para a sociedade.

A física Aristotélica já se vingou de FHC na Crise do Apagão em 2001, já se vingou do PT na explosão tarifária (60% de aumento na conta de luz) em 2015.

Vai poupar o governo Bolsonaro?

A falta de perspectiva positiva para o setor cansa. Fiquei triste em ler o artigo “Ano novo, vida velha” do Ronaldo Bicalho, Pesquisador da UFRJ,  que encerra o mesmo com um lamento.

“É dura a vida de quem tenta analisar o setor elétrico brasileiro com o mínimo de senso e esperança nestes tempos em que os especialistas setoriais falam com poses de Guardiolas e conteúdos de Péricles Chamuscas.”

 

 

Fontes:

A vingança de Aristóteles

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/01/renegociacao-de-itaipu-pode-elevar-conta-de-luz.shtml

https://www.climatempo.com.br/noticias/285020/que-bloqueio-e-esse/

https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2019/01/renegociacao-contrato-de-itaipu-pode-elevar-conta-de-luz/35595

Estatais são como ‘filhos que fugiram e hoje são drogados’, diz Guedes – Folha de São Paulo

Setor elétrico: ano novo, vida velha – Artigo

potencial solar brasil

Consumo de energia elétrica deve crescer 7% em fevereiro

https://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u94738.shtml

Sobre o Colunista

Guilherme Galvão Villani

Guilherme Galvão Villani

Mariliense. Gosto pela Administração, Contabilidade e Finanças. Atua em Mercados de Capitais. Agente Autônomo de Investimentos.

27 Comentários

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  • Soube que o setor elétrico estava em maus lençóis depois de duas nomeações para secretarias do MME, logo no inicio do ano.

  • Imposto de importação para placas fotovoltaicas já é ZERO há muitos anos, meu amigo. Pesquise melhor antes de escrever.

  • Não sou especialista no assunto, mas soa até idiota a assertiva:

    “Se ele quiser dar alguma contribuição “liberal” para o setor, que abaixe os exorbitantes 60% de imposto de importação nos equipamentos solares (placas e inversores), acabe com a patifaria do INMETRO que seleciona quem pode ou não vender no Brasil e reduza a burocracia regulatória.”

    “Que funcionava bem e com segurança energética até o FHC, sob efeito das drogas ilícitas de um falso liberalismo e da física matematizante, transformar o setor elétrico numa putaria privada onde empresas abastecidas de dinheiro subsidiado do BNDES constroem e operam de qualquer jeito e mandam a conta para a sociedade.”

    – Isso mais parece a ópera do sambista de muletas. Algo como colher bananas em jabuticabeiras.

    Usa aspas em contribuição “liberal”.
    Qual a função das aspas non caso? não é liberal aabixar impostos?

    Como pode atacar altos impostos, a patifaria do IMETRO e a burocracia regulatória ao mesmo tempo que afirma esta o setor elétrico numa putaria privada???

    O fato é que o sujeito quer riticar e defender a CAUSA dos males ao mesmo tempo.
    É curioso como se pende para a idéia de que funcionários dos governos são almas puras e sem interesses egoístas. Enquanto os agentes que nada podem impor aos demais (não fazem valer sua vontade através de exércitos e policias armadas) são perversos e ganânciosos.

    Contudo a realidade NA PRÁTICA mostra que os agentes públicos são IRRESPONSÁVEIS, CORRUPTOS e PREGUIÇOSOS, além de mentirosos e desconexos em seu besteirol ideológico interesseiro e pérfido.

    Ora, a Liberdade e um direito individual inerente a todos, mas a força xagerada da quadrilha estatal acaba fazendo com que os mais pérfidos sobreponham seus intereses e meras vontades a todos os SEM PODER ARMADO. Os COVARDES sempre se unirão em bandos organizados para a violência a fim de realizar seus intentos.

    Sem o BANDITISMO ESTATAL muitos empreendedores estariam gerando energia e comercializando-a em saudável concorrência. Fosse em minusculas usinas ou em empreendimentos mais ambiciosos pela via solar, eólica, termica ou lá o raio que fosse possível.

    Porém a sede de CANALHAS para EXPLORAR populações efetivamente ESCRAVIZADAS aos APETITES e manias de EGOCÊNTRICOS COLETIVISTAS, impediu que indivíduos solucionassem seus problemas. Além da inviabilização péla elevada carga de impostos para sustentar PARASITAS que VIVEMmais do PODER do que do TRABALHO há ainda a burocracia criadora de dificuldades para vender facilidades.

    E aí um sujeito acusa um inexistente liberalismo de uma MÚMIA SOCIALISTA como FHC e seus camaradas sucessores. Que PULHA!

    Algo similar se dá com os transportes ONDE o ESTADO PROIBE as LINHAS FÉRREAS para escoamento da produção, impondo o caríssimo transporte rodoviário, não só pelo custo em si, mas também nos custos de manutenção viária e da frota entulhada de impostos desde o veículo até o combustível.

    E aí um sujeito acusar a ganância da iniciativa privada através de acusações um tanto desconexas em sua empulhação viciada pelo CACOETE IDEOLÓGICO.

    É O ESTADO o grande PARASITA cujas fezes atraem as moscas que delças se alimentam e no verme se realizam em apoteose MISTICO COLETIVISTA.

  • Guilherme, texto muito bom, por mais informações que se busque para uma boa matéria pode escapar algo, nem por isso desmerece o artigo, parabéns.

  • Finalmente alguém que apontou a verdadeira importância da energia solar em termos econômicos, através de microgeração para se salvaguardar dos desmandos da ANEEL e não com a visão utópica ecológica de sustentar uma cidade inteira só com energia renovável.

  • Uma retratação:

    Errei ao exagerar e agredir.
    No mais o artigo é péssimo em seu meio-diagnóstico onde tenta imputar defeito público ao privado.

    Todos querem viver bem e da melhor forma possível em sua subjetividade.
    Assim tanto indivíduos que canalhamente vivem do Poder quanto os que vivem do trabalho trocado espontâneamente ambicionam viver bem.

    Essa ambição exercida honestamente pelos que vivem do trabalho trocado espontâneamente é absolutamente justa. Porém quando entes privados buscam o apoio do Poder para levar vantagem sobre os demais, iguala-se aos canalhas que se locupletam covardemente através do PODER de EXPROPRIAR o que DESEJAREM os INDEFESOS.

    Aqueles que vivem do Poder e não do trabalho são, não apenas tão ambiciosos quanto os pagadores de impostos (quem recebe não paga), mas além disso se pervertem no abuso do injusto Poder. Afinal diante da possibilidade de se locupletar e/ou impor suas vontades e recalques aos demais não se aplicam qualquer freio ético e nem mesmo moral; exercitando seu Poder da forma mais vil contra os indefesos, enganados e coagidos além de explorados.

    Portanto a administração dos donos do Poder só resulta em PREGUIÇA (muitos a realizar o que poucos fariam), NEGLIGÊNCIA por não sofrer consequências e CORRUPÇÃO ante a oportunidade a risco mínimo.

    O que é preciso e sobretudo JUSTO é aceitar que TODOS possuem o direito a vida e a liberdade. Tudo que implica em PRIVILÉGIO obtido pelo PODER de DESTRUIR e assim obter ganhos AMEAÇANDO com MAL MAIOR é pérfido, sujo, covarde e asqueroso tanto para o usufrutuário quanto para o que defende tal covardia: a VONTADE do mais forte, individual ou coletivamente, NÃO É A JUSTIÇA.

  • Deveríamos mesmo e apostar mais na energia nuclear, temos jazidas de urânio no Brasil para abastecer as usinas e domínio da tecnologia de geração. Se vamos ter submarino nuclear pq não usar a tecnologia em favor do povo como a França faz.

  • Belíssimo artigo! Recentemente tentei buscar financiamento via BNDES para energia solar residencial, o “Finame – Energia Renovável”, amplamente divulgada e com mais R$ 2,2 bi para apoiar investimentos em energias renováveis, segundo o próprio banco.
    Acontece que a realidade se apresentou duramente frustando todos os meus planos. Todas as 50 instituições credenciadas desconheciam esta linha de crédito, inclusive Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Após questionar por e-mail o BNDES, recebi a seguinte resposta:

    “De forma a facilitar o acesso ao crédito, o BNDES realizou pesquisa junto às instituições financeiras credenciadas com o objetivo de apurar quais delas possuem interesse em operar a linha de Energia Renovável do Produto BNDES Finame. Os seguintes bancos manifestaram interesse em operar a linha com pessoa física: Bancoob, Banpara, Bradesco, Cresol, Itaú, Radobank e Santander.”

    Ao procurar novamente os Bancos Bradesco, Itaú e Santander os mesmos alegaram desconhecer este financiamento para pessoa física, novamente.
    Fico me perguntando, será que para as empresas, do setor energético, manter o fornecimento no limiar mas com preços altos seria algo proposital?!

  • Agora sei pq a esquerda abriu mão do poder e está fazendo essa birrinha suja, é pq não quer essa bomba na mão e não precisa ser seria para atrapalhar o governo, os próprios problemas vão, só precisam continuar sendo chatos.

  • Este é um texto muito louco!!!!

    Guilherme, o que é isto que você diz meu filho?:

    “Parafraseando Olavo de Carvalho em sua brilhante aula “A vingança de Aristóteles”:

    O atual modelo regulatório do setor elétrico desinteressou-se da “natureza” dos corpos e concentrou-se no estudo das suas propriedades mensuráveis. Daí resultou a concepção mecanicista, na qual todos os processos naturais se reduziam, em última análise, a movimentos locais e obedeciam a proporções matemáticas universalmente válidas.”

    Guilherme de onde você tirou este absurdo? (poxa, copiou de Olavo de Carvalho!!!!)

    Você diz:

    “Para criar o “sinal de preço” o atual modelo regulatório do Brasil matematizou a natureza – chuvas e vazão dos rios – com um grau de subjetividade assombroso.”

    Isto não existem! Isto e coisa errada que o Olavo fala por ai.

    Matematizar com um grau de subjetividade simplesmente não existe.

    Se uma coisa foi concebida subjetivamente ela simplesmente não pode ter sido matematizada. Isto é contraditório.

    O atual modelo regulatório do setor elétrico não é simplesmente fruto de um processo de matematização da natureza, ele é resultante de questões políticas e de interesses econômicos, corporativos e estatais. Estas questões não tem exatamente nada haver com matematizar a natureza ou com física matematizante ou física aristotélica, que eu podeira chamar aqui de “física mitificante”.

    Já li o texto que você cita de Olavo de Carvalho “A vingança de Aristóteles” e este texto simplesmente não é brilhante (e muito ruim este texto) e não tem nada haver com o problema do modelo regulatório do setor elétrico. Ele tem uma montanha de erros de interpretação, erros que Olavo de Carvalho replica a partir, provavelmente, de textos do físico Wolfgang Smith, que também já li e que escreve, sinceramente, um mote de besteiras.

    Você parece querer colocar a culpa dos problemas do setor energético na matemática. Isto que você faz é que é bizarro. Os problemas do setor energético estão nas questões políticas, no jogo de interesses e não nas ferramentas matemáticas.

    O que danado você tem contra a matemática? O grande problema deste seu texto é querer ficar andando por cima do rastro de Olavo de Carvalho, replicando os erros dele, que ele, por sua vez, replica a partir das besteiras de outros textos que ele ler por ai.

    Se você andasse por conta própria, com suas próprias perninhas, seu texto teria ficado muito melhor. Para que colocar neste texto, critica a matematização, física aristotélica e Olavo de Carvalho. Isto tudo não tem o menor sentido.

    Você fala uma coisa muito esquisita no seu texto:

    “O modelo é tão bizarro que a usina hidroelétrica vende energia com base em um cálculo matemático baseado na potência da mesma multiplicado pela vazão histórica do rio.

    Acontece que a natureza prega algumas peças, como no caso do Rio São Francisco que há 20 anos tem uma vazão muito inferior ao histórico no qual se baseou a quantidade de energia que as usinas vendem.”

    Esta última afirmação não faz sentido Guilherme. “há 20 anos tem uma vazão muito inferior ao histórico”.

    Me explica como pode isto? como este histórico é definido? Se isto for verdade num tempo tão grande como 20 anos, este rio tem que esta simplesmente seco! Eu não acredito que a CHESF seja tão incompetente para fazer uma avaliação histórica da vazão do rio tão errada assim. Ou então a vazão do rio deve oscilar ao longo do tempo de uma forma frenética.

    Tenho um amigo da CHESF que fez um doutorado, em cooperação com a CHESF, usando Inteligência Artificial na área, justamente, de estimativas dos níveis das barragens. Vou dá uma olhada na tese dele para ver como são feitas estas estimativas de vazão do rio.

    Você diz um negócio que esta muito errado:

    “Bloqueios Atmosféricos, um fenômeno típico de inverno, tem acontecido com recorrência nos verões brasileiros. Ocorreu pela primeira vez no verão 2013/2014.

    O que os matemáticos disseram?: A chance de ocorrer novamente é 1 em 1 milhão.

    O que um especialista de risco diria?: Após ocorrer pela primeira vez, a probabilidade do evento ocorrer novamente aumentou substancialmente.

    Pois é, tivemos um novo bloqueio atmosférico no verão 2014/2015.”

    Você aqui faz uma esdrúxula comparação entre “matemáticos” e “especialista de risco”
    querendo dizer que os “matemáticos” erram em relação a “especialistas de risco”.

    Mas Guilherme, quando você diz que os matemáticos disseram que a chance de ocorrer novamente o evento é 1 em 1 milhão. Você esta dizendo que os matemáticos calcularam uma probabilidade de ocorrência P = 1/1000.000.

    Ai você diz que o especialista de risco diria que após ocorrer pela primeira vez, a probabilidade P do evento ocorrer novamente aumentou substancialmente. Ou seja, você esta dizendo que o especialista de risco calculou uma probabilidade P, do mesmo jeito que fez o matemático. Mas você não diz qual o valor da probabilidade P levantada pelo especialista de risco (ela poderia ser igual a 1/1000.000 e ter aumentado substancialmente, ela poderia antes ter sido 1/100000000). Ele usou, Guilherme, um modelo matemático para levantar o risco (que se traduz matematicamente em probabilidade), como fez o matemático. Fez exatamente a mesma coisa que fez o matemático.
    Parece no seu texto que você considera a probabilidade algo não matemático. Muito estranho esta sua forma de raciocinar. Você não sabe o que é probabilidade?

    O Especialista de Risco é um Matemático aplicado Guilherme. Ele avalia riscos e os traduz em probabilidades, segundo modelos matemáticos, associados a estimativas de impactos provocados pelos eventos.

    Quando você diz que o especialista de risco diria que a probabilidade do evento aumentou substancialmente após uma ocorrência, você fala isto sem qualquer base para sustentar a afirmativa, pois isto nem sempre é verdade. Porque ai você fala de um tipo de Modelo Probabilístico, em que a probabilidade de um evento em um dado instante é condicionada as ocorrências anteriores do evento. Você ai está falando de um tipo particular de Distribuição Matemática de Probabilidade que só pode ser considerada válida se você tiver o Modelo Matemático Probabilístico do fenômeno em questão. No caso um modelo levantado por Matemáticos e Meteorologistas.

    Ou seja, você critica a matematização ao mesmo tempo que usa a matematização sem nem perceber.

    Você demonstra não conhecer bem o que é probabilidade e o que é risco.

    Se um matemático ou um especialista de risco (que nada mais é que um matemático aplicado) diz que a probabilidade de uma coisa acontecer é zero, isto não significa que ela não possa acontecer. Esta coisa pode, mesmo assim, acontecer.

    Sabe por que Guilherme? Porque a probabilidade é um limite da razão entre o número de ocorrências de um evento (Nevento) e o número de experimentos (Nexp) onde se verifica a ocorrência dos eventos, quando este número de experimentos cresce indefinidamente:

    P(evento) = lim (Neventos/Nexp). Então, dizer que P(evento)=0 só quer dizer que Nexp cresce mais rapidamente que Neventos o que significa que Neventos pode ser diferente de zero (ou seja o evento ocorre). Assim, se o matemático disse que a chance do evento ocorrer é de uma em um milhão e o evento ocorreu, ele simplesmente não cometeu erro algum !!!! A afirmação dele implica que o evento pode acontecer. Você entende?

    Você não diz qual foi a probabilidade calculada pelo especialista em risco!!!! Qual foi guilherme? Para você, como trabalha o especialista em risco que, pelo que você fala, parece que não usa matemática em suas avaliações?

    Sabe o que é que o especialista em risco faz Guilherme, ele simplesmente faz uma multiplicação assim:

    Risco(evento) = Impacto(evento) x Probabilidade(evento).

    É fazendo esta continha ai que ele avalia o risco!!!

    Deixa de criticar os matemáticos cara!!!

    Depois você escreve, citando Olavo de Carvalho:

    “O mundo, porém, dá voltas. Aristóteles não levava a sério o método matemático porque não acreditava que nada na natureza se conformasse exatamente a qualquer medição ou regularidade inflexível. Para ele, o método certo para o estudo da natureza era a dialética, que não leva a conclusões lógicas perfeitas e acabadas, mas somente a probabilidades razoáveis.” – Olavo de Carvalho, A vingança de Aristóteles.

    O efeito de fenômenos climáticos imprevisíveis no setor elétrico matematizado é duplamente ruim.”

    Guilherme! Setor Elétrico Matematizado?

    Não Guilherme, Isto não esta certo e é tão esdrúxulo que nem ao menos pode esta errado, como diria Wolfgang Pauli . O correto é Setor Elétrico contaminado por questões políticas e de interesses econômicos, corporativos e estatais.

    Falando nele, Grande Físico era Wolfgang Pauli, Albert Einstein e não Wolfgang Smith.

    Este texto de Olavo de Carvalho é besteira do começo até o fim.

    Sabe por que Aristóteles não levava a sério o método matemático? Era pelo fato dele não ter, na sua época, método matemático suficientemente desenvolvido para modelar a natureza. Como ele ia levar a sério uma coisa que nem sique existia? Este Olavo de Carvalho fala muita besteira meu Deus! Coitado de Aristóteles nas mãos de Olavo!!!

    O método de Aristóteles não leva a “probabilidades razoáveis” como diz Olavo de Carvalho. Porque na época dele não existia ainda probabilidades. Este conceito começa a se estabelecer por meados de 1600. Aristóteles criava, na verdade, mitos a respeito da natureza e do movimento que ele tirava da cabeça dele e que não correspondiam a realidade, simplesmente pelo fato de que ele não verificava suas crenças por meio de experimentos.

    Para os Aristotélicos um objeto arremessado obliquamente devia se mover em linha reta até parar em uma certa altura e depois cair por uma linha reta vertical. Quando qualquer um, que jogue uma pedrar assim, vai ver ela descrever uma curva parabólica. É esta a física que devemos usar para modelar o setor elétrico brasileiro?

    Tu endoidou foi?:

    Tu diz:

    “A física Aristotélica já se vingou de FHC na Crise do Apagão em 2001, já se vingou do PT na explosão tarifária (60% de aumento na conta de luz) em 2015.

    Vai poupar o governo Bolsonaro?”

    Isso é muito doidão Guilherme!!!!

    E tu também quer que os problemas do setor elétrico sejam resolvidos recorrendo ao trabalho de “especialistas em risco” que não usam modelos matemáticos probabilísticos e modelos matemáticos de impacto para analisar o setor elétrico.

    Isto também é maluquice Guilherme.

    Guilherme, Tira o pobre do Aristóteles, com a precária física dele, desta confusão.

    Estuda mais um pouco sobre Teoria das Probabilidades e Teoria de Risco.

    Esquece um pouquinho as besteiras do Olavo de carvalho e tenta escrever o texto com as tuas próprias pernas.

    Este teu texto ai eu reprovo e tenho certeza que tu és capaz de reescrever este texto bem melhor que isto ai!!!!

    Desculpa ai algum erro no português ou grafia.

    Um abraço.

  • Paulo Sérgio, você e os textões de novo. Desta vez a crítica vindo de você é um elogio, que deve ser um “profundo conhecedor” do Setor Elétrico. Faz o seguinte, comece lendo meu artigo anterior, tenta aprender algo. Depois vai na página do Instituto Ilumina e leia ao menos 15% dos 3.000 artigos que tem lá. Fique amigo dos engenheiros que escreveram a história do setor elétrico. Depois navegue pelo site do ONS (deve saber o que é isso né?) e faça você mesmo os gráficos de vazões do Rio São Francisco, dê um google se não conseguir. Trabalhe no Setor Elétrico por ao menos 6 anos. Depois volte aqui e escreva algo que preste.

    Teu problema é exatamente o que o Olavo de Carvalho fala: analfabetismo funcional ou apenas um membro do imbecil coletivo (pessoas de inteligência normal ou mesmo superior que se reúnem movidas pelo desejo comum de imbecilizar-se umas às outras).

  • Caro Guilherme que pena! Você resolveu partir para agressão.

    Você acha mesmo que eu sou um Analfabeto Funcional?
    Você tem certeza que eu sou um Imbecil Coletivo que deseja imbecilizar outras pessoas?

    Eu não acho que quem leia meus comentários acredite nisso.

    Você me chamou de Analfabeto Funcional, mas você não foi capaz de ler funcionalmente o meu texto. Se você tivesse lido funcionalmente o meu cometário, logo perceberia que eu não critiquei as suas colocações sobre o Setor Elétrico. eu não faço qualquer referencia a estas colocações.

    Eu simplesmente questionei duas coisas nas suas afirmações:

    1) “Rio São Francisco que há 20 anos tem uma vazão muito inferior ao histórico”

    Isto é muito estranho de se dizer Guilherme do ponto de vista técnico. Porque cada medida de vazão, após realizada, entra no próprio histórico. Se não for assim o que você chama de histórico não é histórico de fato. Depois explico isto melhor em outro comentário. Já percebi que você não é muito bom em física e matemática, mas eu tenho paciência.

    2) A outra critica que fiz foi a sua tentativa de misturar a questão do Setor Elétrico com a “Física de Aristóteles” e a Critica a “Matematização da Natureza”. Para esclarecimentos leia de novo os meus comentários ao seu texto: “Falar de Olavo: um negócio da China?” Alias estou organizando aqueles comentários para uma eventual publicação.

    Você não analisou as minhas criticas e simplesmente calou sobre elas (correu da raia) e veio me agredir. Feio em Guilherme. Todo mundo vendo isto!!!!

    Você deveria ter explicado estes pontos e não me atacado.

    Você devia ter conversado aqui sobre os meus argumentos e não agredir.

    E o pior é que você faz isto aqui para todo mundo ler você agredindo alguém sem nem sique questionar os argumentos.

    Você inicia o seu cometário da seguinte forma:

    “Paulo Sérgio, você e os textões de novo. Desta vez a crítica vindo de você é um elogio, que deve ser um “profundo conhecedor” do Setor Elétrico.”

    Obrigado!!!

    Primeiro: o que você tem contra os textões? Ao contrário. Você devia me elogiar pela minha capacidade de analisar o seu texto e escrever. Escrevo muito e rapidamente, as idéias fluem rápido da minha cabeça para o papel. Perdão!. Mas isto Guilherme é Capacidade de Produção. Não deve ser criticado e sim incentivado. E outra coisa: Minhas idéias são muito bem fundamentadas. Aponte no meu texto a falta de fundamento das idéias.

    Lhe desafio a fazer isto!

    Você leu o meu texto até o fim?
    Se não leu, sua critica e tentativa de me desqualificar é leviana.
    Se leu, você não leu funcionalmente o texto (O que não quer dizer que você seja Analfabeto Funcional). Você só não foi capaz de entender o que eu escrevi por conta de uma Patologia Olavina.

    Isto não quer dizer que você seja um burro, ignorante e despreparado, etc, etc.

    Alias, estou escrevendo um texto sobre esse efeito que o Olavo de Carvalho tem nos seus seguidores e tenho chamado este efeito de: Analfabetismo funcional induzido por defeito de “Fechamento Epistêmico” gerado por Contaminação Ideológica e Redução a Pensamento Binário.

    Esta Patologia ataca inclusive pessoas Inteligentes!

    Você prossegue:

    “Faz o seguinte, comece lendo meu artigo anterior, tenta aprender algo. Depois vai na página do Instituto Ilumina e leia ao menos 15% dos 3.000 artigos que tem lá. Fique amigo dos engenheiros que escreveram a história do setor elétrico. Depois navegue pelo site do ONS (deve saber o que é isso né?) e faça você mesmo os gráficos de vazões do Rio São Francisco, dê um google se não conseguir. Trabalhe no Setor Elétrico por ao menos 6 anos. Depois volte aqui e escreva algo que preste.”

    Você trabalhou quantos anos no setor elétrico?, em que função?

    Eu vi dentro da CHESF a chegada da ONS por lá (Operadora Nacional de Sistema).

    Já li o seu artigo anterior antes de ter lido este novo artigo! Eles me parecem um Copie e Cole mal feito de outros artigos que você cata nas suas fontes.

    Gostei da sua sugestão para que eu vá estudar (sou um eterno estudante) e vou fazer exatamente isto. Alias estou agora, neste exato momento, estudando em diversas fontes para preparar uma palestra de 40 minutos, pois acabo de ser convidado como palestrante em uma Conferencia Internacional de Tecnologia Eletrônica de Comunicações e Redes, que vai ocorre em outubro no Japão na cidade de Kitakyushu. Vou apresentar meus trabalhos de pesquisa na área de “Monitoramento do Sistema de Energia Elétrica”, que tem chamado a atenção de pessoas da área no mundo todo.

    Sou Engenheiro Eletricista, tenho Doutorado em Computação e conheço vários Engenheiros do Setor Elétrico, já participei do Desenvolvimento de Projeto de Equipamentos Eletrônicos para a CHESF, Já dei treinamento para os profissionais da CHESF nas áreas de Sistema de Controle Distribuído, Técnicas Digitais Microprocessadas e Teoria do Controle. Também sou Revisor de Artigos da IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) revisando os trabalhos das IEEE-Transactions em Eletrônica de Potência, Informática Industrial e Processamento Digital de Sinais e Aplicações no setor Elétrico. Tenho pesquisado nesta área.

    Com relação a proposta de fazer os gráficos de vazão do Rio São Francisco, já fiz um Modelo Matemático disto a quase duas décadas atrás,não usando o Google, usando o MatLab mesmo.

    Guilherme seja pontual e preciso e deixa de me xingar menino:

    Explica o que Aristóteles e a Física dele tem a ver com esta questão do Setor Elétrico Brasileiro. Tu tirou isto de algum artigo do Instituto Ilumina, ou tu copiou Olavo de Carvalho? que por sua vez copiou Wolfgang Smith que por sinal deu uma “piradinha de leve”.

    Já que você critica o “”Setor Elétrico Matematizado”, porque você não mostra os Modelos Matematizantes e os critica? Mostra o que eles tem de errado! Isto não seria mais honesto?.

    Minha sugestão para você é a seguinte: Vai estudar física e matemática e tenta aprender alguma coisa antes de criticar estas áreas de forma vil, só porque “papai” Olavo de Carvalho faz a mesma coisa.

    Você agora parte para a completa falta de argumentos e começa o xingatório desconexo:

    “Teu problema é exatamente o que o Olavo de Carvalho fala: analfabetismo funcional ou apenas um membro do imbecil coletivo (pessoas de inteligência normal ou mesmo superior que se reúnem movidas pelo desejo comum de imbecilizar-se umas às outras).”

    Ai tu apelou cara!!!!

    Quem esta imbecilizando o que aqui?

    Não tenho nenhum problema Guilherme.

    Analfabeto funcional tu já viu que eu não sou.

    E não sou Imbecil Guilherme, você sabe muito bem disso.

    Tanto sabe que você fez questão de me responder ao melhor estilo “Olavo de Carvalho” tentando me diminuir perante o resto dos leitores:

    Me Esculhambando sem Argumentos.

    Não fico com raiva de você cara!!!

    É um prazer trocar linhas de texto com você aqui.
    Adoro escrever

  • PSBN,

    Guilherme, o que é isto que você diz meu filho?:
    “Parafraseando Olavo de Carvalho em sua brilhante aula “A vingança de Aristóteles”:

    R: Pelo jeito não leu o texto “A vingança de Aristóteles” e nem vai ler

    Você acha mesmo que eu sou um Analfabeto Funcional?
    Você tem certeza que eu sou um Imbecil Coletivo que deseja imbecilizar outras pessoas?

    R: Sim, um dos 2. A maior chance de ser a segunda hipótese.

    Você trabalhou quantos anos no setor elétrico?, em que função?

    R: Já ouviu falar de pesquisa de fontes primárias? Dica, pesquise no Linkedin.

    “Eles me parecem um Copie e Cole mal feito de outros artigos que você cata nas suas fontes.”

    Sim, são feitos com base nas análises do Instituto Ilumina. Deixei claro no texto. Com o qual tenho interlocução e concordo plenamente.

    Já que você critica o “”Setor Elétrico Matematizado”, porque você não mostra os Modelos Matematizantes e os critica? Mostra o que eles tem de errado! Isto não seria mais honesto?

    R: Deve saber o que é NEWAVE certo? Tá aqui a resposta. Agora vai lá e seja capaz de refutar.

    http://www.ilumina.org.br/da-superficie-para-as-entranhas-um-modelo-com-defeitos-geneticos/

    Esta última afirmação não faz sentido Guilherme. “há 20 anos tem uma vazão muito inferior ao histórico”.

    Me explica como pode isto? como este histórico é definido?

    R: Ta aqui um histórico. http://www.ilumina.org.br/em-mg-sao-francisco-esta-por-um-fio-valor/
    Agora mexa-se e vai no site do ONS>histórico da operação>Energia natural afluente por bacia.

    “Adoro escrever”
    R: Que bom, aprenda a ler e pesquisar as fontes primárias também.

  • Valeu Guilherme, Vou lê suas indicações.
    Muito Obrigado!!!
    Mas por favor:
    Para de meter Aristóteles e Olavo de Carvalho nestes teus textos.
    Tu não precisa deles!!!!!

  • Mauricio Lobato,
    Para de xingar cara.
    Argumenta rapaz!!!
    Vai ler o que eu escrevi e vê se aprende algo!!!
    Vai lê também as indicações de Guilherme.

    Vocês Olavianos só sabem xingar quem vocês nem sique conhecem?
    Aumentem o nível intelectual deste canal.

  • Pergunto aos Comentaristas e Colunistas.
    Isto aqui é um canal de Direita ou uma Seita Olaviana?

    Vamos ter mais respeito a Direta por favor!!!

    minha bronca com Guilherme foi por ele misturar Olavo de Carvalho com o Setor elétrico.
    Não precisa apelar tanto para defender o Guru.

    Garanto que Guilherme sozinho anda melhor!!!

    Vamos repensar esta direita ai.

  • Sabem o que foi que aconteceu nos últimos anos?

    A Esquerda sequestrou diversas Pautas Sociais e começou a utiliza-las com bandeiras para defender, de um jeito que nem ideologicamente pode ser chamado, um Projeto de Poder Absoluto.

    Quando eu vi a estrela do PT brilhando como um Sol sozinho neste Pais, logo percebi que a Concentração de Poder ia dá no que deu e no que todo mundo viu.

    Agora a Direita, ao invés de resgatar estas pautas das mãos da Esquerda e toma-las para ela mesma, ela esta demonizando estas Pautas como se elas compusessem uma Ideologia de Esquerda.

    Isto não é Inteligente.

    Tem coisas que estão muito além dessas categorizações de Direita e Esquerda!

    Vejam o discurso desta Deputada Federal:

    https://www.youtube.com/watch?v=Zxv0t9MM0iw

    É isto ai!!!

  • A Aneel abriu consulta pública recentemente (2018 salvo engano) para mudança na resolução que regulamenta a microgeração de energia, abrindo possibilidade para cobrança na distribuição da energia gerada, ou seja, além de gerar a energia e contribuir para o sistema você pagará pela distribuição. Caso haja mudança na resolução nos termos propostos, a atratividade da microgeração de energia diminuirá. Bom para as distribuidoras.

  • Esse problema parece ser muito complicado mesmo no entanto, nada impede que a solução seja simples:

    O Governo Federal tem o poder e condições de apostar em Energia Solar e Aeólica em curto prazo mas convenientemente sabe que os investidores só apoiarão Projetos lucrativos para eles e por isso que os tecnocratas ‘deixam’ a situação piorar, para forçar um aumento dos valores da energia elétrica que justifique aos poderosos investir mais $ na solução.

    Bolsonaro sabe que esses poderosos só aceitarão se sentar na mesa para negociar com o atual governo quando o preço da energia for alto e tiverem garantias que Bolsonaro não irá forçar o governo a subsidiar energia para o povo em geral.

    A solução pode estar longe mas não vejo com pessimismo o cenário atual..

  • Ninguém precisa “sentar na mesa com o governo”.

    Basta o governo deixar as pessoas INVESTIR e PRODUZIR sem ter que se humilhar e pagar altos “royalties” a orgãos estatais e também a funcionários e fiscais.

    Tem muita gente disposta a investir, desde que o governo não impeça e nem cafetize.

    É como o pedágio:
    …o governo se livra da despesa de cuidar das vias,
    – arrecada mais impostos além de livrar-se da despesa,
    – arranja CABIDE de EMPREGOS para cabos eleitorais/militantes e amigos,
    – enriquece empresários alinhados
    – ainda arruma fonte de CORRUPÇÃO.

    Pedágio é uma delícia para o governo. Aliás Paulo Guedes, o tucano, que inventar mais pedágios. É lucro certo para o governo e as empreiteiras que emaranhadas na corrupção com os partidos, sobretudo e esquerda que estão mais no comando.

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Alexandre Pacheco é Professor de Direito na FGV, Advogado, Palestra...

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