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Adolescente prodígio compõe sinfonias aos 17 anos

O jovem Michael Fuller, de 17 anos, “vê” o mundo por meio de sons. Para ele, criar melodias a partir de ruídos do cotidiano é algo natural, e essa ligação com a música o acompanha desde sempre. Aos 11 anos, Fuller era capaz de tocar Mozart de ouvido. Aprendeu sozinho a tocar piano, e rapidamente descobriu que era capaz de tocar peças complexas de memória. Ele cresceu em uma família onde se escutava mais reggae que música clássica (sua mãe, Nadine, diz que nunca ouviu música clássica antes que o filho começasse a tocar). Fuller descreve seu processo de criativo como “fazer música com a mente”, e diz que criar sinfonias o ajuda a se “expressar pela música”. O jovem é portador de um grau leve de autismo, tendo alguma dificuldade em expressar seus sentimentos em palavras: ele descobriu que a música o ajuda a expressar melhor suas emoções. Hoje, Michael Fuller estuda artes performáticas no Richmond College, no Reino Unido, e diz que quer ter controle sobre o processo criativo, em vez de fazer como compositores modernos que, segundo ele, “escrevem qualquer coisa em uma página e entregam para os músicos”.

Michael Fuller toca piano
O jovem Michael Fuller, ao piano

 

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3 Comentários

  1. Boa tarde.
    Gostaria de saber quais os temas e assuntos dos cursos que oferecem; quanto seria o custo mensal para ter acesso a seus conteúdos e como posso pagar para fazer parte dessas palestras ou discussões.

  2. Esse será um Grande Mestre para muitos músicos….ungido pelo belo do ser divino…é bom estudar o Zohar judaico que considera os autistas “almas especiais”..

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