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Alesp aprova projeto que reduz salários de deputados e destina R$ 320 mi para combater coronavírus

 


A Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) aprovou nesta quinta-feira (30), Projeto de Resolução de autoria da Mesa Diretora que corta custos do Poder Legislativo e destina R$ 320 milhões ao Governo do Estado para o combate a pandemia do vírus chinês.

Foram 85 votos favoráveis, 1 contrário e 1 abstenção. As medidas passam a valer já a partir deste 1º de maio. De acordo com a proposta aprovada, os subsídios dos parlamentares serão reduzidos em 30%.

As verbas de gabinete terão corte de 40% (a proposta original era de 30%). Haverá escalonamento no desconto dos 2.561 funcionários comissionados.

Não sofrerão cortes os servidores que ganham até o teto do INSS (R$ 6.100). Servidores comissionados que ganham até 10 salários mínimos terão corte de 10%. Para quem ganha acima fica mantido o corte de 20%. Também foi aprovada doação de 80% do Fundo Especial de Despesas da Casa (proposta original era de 70%). Estão suspensos os pagamentos de Licença Prêmio em dinheiro.

O presidente Cauê Macris determinou a redução em até 40% dos contratos em execução na Casa. Todas as ações somam R$ 320 milhões que serão enviados ao Governo de São Paulo.

Segundo o presidente os cortes significam 25% do Orçamento do Poder Legislativo para 2020. “Cortamos na própria carne. Temos responsabilidade com a população de São Paulo e demos nossa contribuição para o combate ao Covid-19”, argumentou Macris.

Com informações Alesp

Sobre o Colunista

Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

Jornalista e católica.

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  • O que estamos assistindo vai muito além do mecanismo. Refiro-me à cor verde-oliva, uma cor que apavora os corruPTo$, já sufocados pela crise de abstinência de desvio de dinheiro público. Não sou militar nem tenho parentes militares daí minha isenção. Fui testemunha de dois governos distintos, ou melhor, OPOSTOS. Os governos militares, impecáveis na competência e na honestidade, e os governos civis que os sucederam, completamente apodrecidos desde a origem, existindo exclusivamente para locupletar-se de dinheiro público. O objetivo, não se iluda, não é tirar o Bolsonaro pois numa nova eleição o eleitor revoltado pode insistir e repetir a cor que sempre resgata o Brasil. O objetivo é desgastar. Impedir que o Bolsonaro repita a fórmula dos governos militares, ainda que o faça apenas em parte, ou seja, que repita o sucesso no item corrupção zero, mas que fracasse na gestão e possa, pelo menos, ser acusado de incompetência. Mais do que não conseguir roubar dinheiro público, o que mais apavora os corruPTo$ é o tempo que serão impedidos de desviar dinheiro público. Um mandato já é assustador. O pesadelo dos corruPTos é o Bolsonaro reeleito e elegendo um dos craques do seu ministério. Para eles isso é insuportável. Nunca a cor da roupa, ou o estilo, se terno ou farda, foi tão crucial.

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