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Allan dos Santos expõe em artigo que movimento BLM é liderado por pessoas que tiveram treinamento marxista

 


O jornalista e fundador do Terça Livre, Allan dos Santos, que atualmente vive nos Estados Unidos, vem mostrando pelas redes sociais a atuação de movimentos raivosos, autointitulados antifascistas, que causam o verdadeiro caos nas cidades americanas.

As ondas de violência aumentam à medida que as eleições previstas para ocorrer em novembro deste ano se aproximam. Ao que parece, o atual presidente Donald Trump será reeleito, governando o país por mais quatro anos. A esquerda vem tentando de todas as formas atrapalhar as eleições, aproveitando-se dos protestos violentos e que já mataram inúmeras pessoas inocentes.

Em seu artigo, Allan explica que recentemente, um movimento voltou a ganhar a atenção dos noticiários do mundo inteiro: Black Lives Matter (BLM). O movimento se auto-intitula defensor da “desobediência civil não-violenta” por meio de protestos contra incidentes de ‘brutalidade policial’ e ‘violência com motivação racial contra os negros’”. Embora tenha começado em 2013, o movimento voltou com tudo depois da morte de George Floyd.

Documentos do processo contra os policiais acusados de matar George Floyd vieram à tona. Um chama a atenção: um memorando relatando a conversa entre o procurador e o legista, em 1º de junho. As autoridades discutiam o resultado de um exame toxicológico entregue a eles um dia antes.

A vítima tinha níveis letais de fentanil no sangue, reconhece o legista. Ou seja, Floyd estava morrendo de overdose. A frase final do memorando é instigante: “Se Floyd tivesse sido encontrado morto e não houvesse outros fatores contribuintes, concluiria que foi uma morte por overdose”. O efeito dos opioides sobre os pulmões está descrito no documento.

A ação policial, sobretudo a truculência individual, são fatores que levaram à morte de George Floyd, mas não são os únicos. Talvez, sem a overdose, ele estivesse vivo. Ou até nem sido preso, como bem afirmou o jornalista Leonardo Coutinho.

A morte de Floyd gerou um grande caos em várias cidades: furtos, carros incendiados, destruição generalizada etc. Ontem mesmo (26), os protestos voltaram em razão da morte de mais um negro na mesma cidade de Floyd.

A notícia voltou a atear fogo na cidade. Um vídeo foi divulgado e descobriu-se que o jovem sucidou-se ao ver que a polícia chegava. Ele estava sendo investigado por homicídio.

Dias antes, em Kenosha, Wisconsin, outro negro levou ao menos 7 tiros em uma ação policial. O Jornal Nacional e o mundo do esporte pararam para protestar. Entretanto, tratava-se de um mandado de prisão de um pedófilo que abusava de crianças e foi no carro para buscar uma faca.

” Um drogado, um pedófilo e um assassino suicida. Se alguma ação policial ultrapassou os limites legais nos EUA, e isso pode acontecer, não será nesses casos que algo será encontrado e resolvido de maneira isenta”, disse Allan.

Movimento BLM é liderado por pessoas que tiveram um treinamento marxista

O movimento BLM é liderado por pessoas que tiveram um “treinamento marxista”, segundo confessou uma de suas fundadoras.

“Na verdade, temos uma estrutura ideológica. Alicia e eu, em particular, somos organizadoras treinados. Somos marxistas treinados. Somos muito versadas em teorias ideológicas.” — Patrisse Cullors, co-fundadora do Movimento Vidas Negras Importam.

A versão brasileira conta com o apoio financeiro da ONU. “Reafirmando o compromisso de implementação da Década Internacional de Afrodescendentes, o Sistema ONU Brasil lançou no Mês da Consciência Negra de 2017 a campanha nacional “Vidas Negras”.

Para a instituição, a iniciativa busca ampliar, junto à sociedade, gestores públicos, sistema de Justiça, setor privado e movimentos sociais, a visibilidade do problema da violência contra a juventude negra no país.

Ainda segundo o site da ONU, o objetivo é chamar atenção e sensibilizar para os impactos do racismo na restrição da cidadania de pessoas negras, influenciando atores estratégicos na produção e apoio de ações de enfrentamento da discriminação e violência.

Contrapondo-se à violência causada pelo movimento nos EUA, o jornalista Allan dos Santos diz que, se o racismo fosse realmente um problema para o movimento BLM, o movimento não esperaria as eleições para abusar da morte de drogados, pedófilos e assassinos suicidas para alimentar o caos.

“Um movimento só age desse modo quando vidas negras não importam. Muito diferente de Martin Luther King Jr, para quem os negros não eram cães para fins de ‘agitação e propaganda política’, mas ovelhas do pastor Cristo Jesus”, finaliza Allan.

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Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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