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Amigos do presidente serão ouvidos sobre acusação de integrar organização criminosa

BRASILIA, DF, BRASIL, 28-03-2018, 12h00: O presidente Michel Temer participa, ao lado dos ministros Mendonça Filho (Educação) e Eliseu Padilha (Casa Civil), de cerimônia de Liberação de Recursos para o Programa Mais Alfabetização, no Palácio do Planalto. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)
 


A Justiça autorizou os depoimentos de 42 pessoas que estão no processo em que suspeitos ligados ao presidente Michel Temer (MDB) são acusadas de integrar uma organização criminosa.

A autorização foi concedida pela Justiça da 12ª Vara da Justiça Federal, em Brasília (DF).

O juiz Marcus Vinícius Reis atendeu a um pedido do Ministério Público Federal (MPF). A maioria das testemunhas é de delatores colaboradores da Operação Lava Jato. Entre os réus estão o ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, além do ex-ministro Henrique Alves.

Os amigos de Temer que serão ouvidos são o ex-coronel da PM de São Paulo, João Batista Lima Filho; o advogado José Yunes, que trabalhou na assessoria de Temer; e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, conhecido como o “deputado da mala”.

Nesse processo, as investigações ainda pretendem ouvir o ex-ministro dos governos petistas Antônio Palocci, o empresário Marcelo Odebrecht, Ricardo Pessoa, Nestor Cerveró, Fernando Baiano, Sérgio Machado e até o ex-senador Delcídio do Amaral.

Em relação a Temer, Yunes e o coronel Lima são apontados como arrecadadores de propina para o MDB e para o presidente. Há ainda a suspeita de que Loures fosse um dos emissários de Michel Temer.

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