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Ao falar do Pixuleco, secretário de Comunicação do PT mostra seu desrespeito pela democracia

Diz o ditado que a melhor arma contra um socialista-comunista é deixá-lo falar. Faz todo o sentido. Afinal, não demora muito para que em seus discursos inflamados apareçam as contradições e o completo desrespeito pelo real significado de liberdade e democracia.

O exemplo da vez é o secretário de Comunicação do PT, Carlos Árabe. Em entrevista à Folha de São Paulo, em um reportagem que mostra o quanto o Pixuleco (boneco inflável do Lula vestido de presidiário) foi rasgado a golpes de faca, dentre outros danos, Árabe disse o seguinte: “O que nós esperamos é que toda pessoa que defenda a democracia transforme esses bonequinhos em pedacinhos de plástico”.

É a “síndrome de Robespierre” da Revolução Francesa. Robespierre afirmava estar ao lado do povo ao mesmo tempo em que só considerava povo quem estivesse ao seu lado. Carlos Árabe acredita, portanto, que democracia é um regime onde todas as expressões e ações permitidas são apenas aquelas com as quais ele e seu partido concorda.

Nicolas Maduro também pensa assim. Indo mais atrás na História, era o pensamento de Lênin e dos Comissários do Povo.

Fazendo uso do tal “ódio do bem”, o secretário de Comunicação do PT ainda coloca: “que eles sejam devidamente despedaçados”. Não leva sequer em conta que o Pixuleco é uma propriedade privada, e que se expressar por meio dos bonequinhos é fruto da liberdade na crítica a um político que foi condenado pela Justiça.

Carlos Árabe é ainda tão cara-de-pau que sentencia, apesar das declarações anteriores, que não há uma orientação oficial para destruir os bonecos. Ou seja, atiça a militância ao mesmo tempo em que tira o corpo fora. Bela noção de democracia e responsabilidade…

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