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Após atacar cantor favorável ao porte de arma, Fantástico diz que “notícias falsas são perigosas”

O Fantástico – da Rede Globo de Televisão – fez uma postagem em suas redes sociais na qual afirma que “notícias falsas se tornam uma arma perigosa nas mãos de marqueteiros inescrupulosos”.

É verdade.

Mas, qual o papel desempenhado por um órgão de jornalismo em que ataca um cantor, no caso Gustavo Lima, por conta de uma opinião emitida nas próprias redes sociais em defesa do direito à legítima defesa e ao porte de arma?

O ataque do Fantástico ao cantor mostrou que o programa não visa debater o tema, mas sim assumir uma posição como se esta fosse a verdade absoluta, e quem discordar disso comete um crime.

O “Show da Vida” mostra que notícias falsas não são apenas armas perigosas nas mãos de marqueteiros inescrupulosos, mas também danosas quando estão a serviço de manipulações ideológicas ou de outros interesses que existem na grande mídia, mas não são revelados ao público.

Afinal, a posição de Gustavo Lima coincide com a de muitos brasileiros que entendem que é um direito o acesso às armas de fogo dentro de critérios objetivos, como prevê o projeto de lei do deputado federal Rogério Peninha.

Faltou ao Fantástico discutir o tema com seriedade e ouvir o outro lado. Preferiu assumir o papel de “fake news” para tentar descredibiliza o cantor e assim tentar impor a sua visão em uma estratégia de marketing-ideológico para a defesa da posição previamente assumida. O Fantástico fez aquilo que denunciou em suas redes sociais.

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