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Arábia Saudita prende egípcio por respeitar mulher

O crime do egípcio foi tomar café com a colega de trabalho

Autoridades da Arábia Saudita anunciaram a detenção de um cidadão egípcio, empregado em um hotel, que aparece em um vídeo tomando café da manhã com uma colega de trabalho saudita.

O Ministério do Trabalho, que deu a notícia, afirmou ainda que intimou o dono do estabelecimento a comparecer para prestar depoimento.

Em um vídeo visto milhares de vezes nas redes sociais, o homem, conhecido como Bahaa, e a mulher, ambos recepcionistas no hotel, tomam café da manhã em uma mesa, acenando para a câmera.

Em dado momento, a mulher, que veste um tipo de véu islâmico que deixa apenas as mãos e os olhos visíveis, oferece ao homem um pedaço de alimento. Ele também aparece dizendo “venham tomar café conosco!”.

Leis na Arábia Saudita estipulam que áreas de trabalho devem garantir um espaço privado para funcionárias, para que fiquem separadas dos homens, o que na prática nem sempre é seguido à risca.

A autoridade responsável pelo caso ainda divulgou um comunicado exigindo que cidadãos estrangeiros respeitem as leis e tradições do país.

Fonte: Tarciso Morais – Renova Mídia

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Ricardo Roveran

Aquariano bonitão. Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escreve por amor e nas horas vagas salva o mundo.

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7 Comentários

  1. Que coisa mais “fofa” esta Arábia Saudita… Depois a mídia vem fantasiar o islã, como se fosse a religião mais fofa e purpurinada que há…

    Que crença é essa que desvaloriza a mulher, e pune severamente um homem, que valoriza o seu próximo como ser humano?

  2. O maior problema do Islam é suas tradições estabelecidas em países como Arábia Saudita, Irã, etc.; Eles pedem respeito as leis e cultura deles, mas possuem como ideal a expansão dessas leis e cultura pelo mundo, além, é claro, de não respeitar as nossas. A maioria dos “professores de islam” no ocidente ( Brasil, USA, UK, França) são pessoas que estudaram e são orientados pelo clero desses países. Dito isso, pode-se dizer que a expansão do islam é a expansão cultural e política desses mesmos países.

    É um câncer. A cura é o cristianismo, secularismo, alcoranismo, muçulmanos progressistas, budismo, libertarianismo, enfim, qualquer coisa é menos sinistro do que esse Reich Arabe- muçulmano que quer erguer-se sobre o mundo e investe pesado nisso.

    Visitem o “chat-islam”;

  3. É certo que aqui as coisas estão ruins. Quantas vezes já mandei currículo para agências de emprego na Noruega, Suécia, Dinamarca. Mas não sou refugiado islâmico e nem europeu. Ou seja, minha aplicação é a última da linha de sucessão. Mas quando vejo vídeos da Suécia em que os refugiados dizem que é o país que os acolhe que tem que mudar e nao eles que devem se adaptar, é no mínimo estranho. E a maioria vivendo às custas de programas sociais e não do trabalho. E os suecos acabaram de eleger um parlamento para dar continuidade a tudo isso. Nós brasileiros estamos na merda. Mas no fim das contas acho que é mais fácil lidar com nossos comunas que um inimigo desconhecido. Já sabemos que nossos comunas são uma minoria organizada e que têm uma excelente rede de conexoes. Mas eles não representam o país. Ainda não conseguiram romper com os laços cristãos, da família, da nossa compaixão com o próximo. Estão a caminho. CONTUDO, temos a chance desse ano de resgatar a direção.

  4. Na verdade, na Arábia Saudita inteira é um tabu homens se encontrarem com mulheres, tanto que até as universidades são separadas. Os professores homens nas escolas femininas devem dar aula através de vídeo( o professor fica numa sala na frente de uma câmera de alta tecnologia, e as alunas ficam noutra sala ). Nas casas, ao se receber uma visita, os homens é quem devem receber, e as mulheres não podem se apresentar sem antes ter a permissão de seu dono/responsável( marido, irmão ou pai ). No trabalho também há várias restrições para os homens e mulheres, mas elas não se aplicam aos que vem de fora do país( para os estrangeiros, as restrições são um pouco diferentes ). Todavia, há limites impostos também aos visitantes, como por exemplo: não podem fazer apologia à outras crenças publicamente e nem à cultura de seus países; devem respeitar a cultura local e obedecer todas as leis e restrições impostas; mulheres estrangeiras devem andar bem vestidas; se for morador de lá e for de uma religião diferente, deve pagar o imposto e não deve professar tal crença publicamente. No entanto há lugares na Arábia Saudita onde tais restrições não são tão rígidas e as vezes nem aplicadas, como em hotéis, condomínios para estrangeiros( só moram estrangeiros, e aí podem fazer o que bem entendem ). Estes lugares são Oasis para estrangeiros, inacessíveis aos sauditas.

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