Barack Obama ordenou que FBI investigasse uma pessoa a pedido de George Soros



Em entrevista ao Breitbart News no último domingo (16), o professor emérito da Escola de Direito de Harvard, Alan Dershowitz, afirmou ter provas de que o ex-presidente dos EUA, Barack Obama, pediu pessoalmente ao FBI que investigasse alguém a pedido de George Soros.

Dershowitz não identificou quem, precisamente, seria o alvo da investigação, mas disse que o nome logo surgiria em uma ação judicial que ainda não havia sido protocolada.

O professor integrou a equipe que defendeu Donald Trump durante o julgamento de impeachment.

O Breitbart questionou: “Você disse que George Soros pediu a Barack Obama que seu Departamento de Justiça investigasse alguém?” e Dershowitz respondeu: “Sim, isso vai sair em um processo no futuro”.

Ainda de acordo com Dershowitz, isso não é incomum: “As pessoas sussurram para os presidentes o tempo todo. Os presidentes sussurram para o Departamento de Justiça o tempo todo. É muito comum É errado quem faz, mas é comum, e não devemos pensar que seja exclusivo para qualquer presidente em particular. Eu tenho em minha posse o formulário 302 real [um registro do FBI de uma entrevista], que documenta esse problema e ele será publicado no momento certo. Mas não estou livre para divulgá-lo agora, porque é um caso que ainda não foi arquivado”.

As declarações de Alan Dershowitz ocorrem logo depois que Trump foi atacado pela esquerda americana por tuitar sobre assuntos relacionados ao Departamento de Justiça, o que fez com que o procurador-geral William Barr pedisse publicamente que o presidente parasse com as postagens.

Dershowitz refletiu ainda sobre sua experiência no julgamento de impeachment do presidente Trump, ressaltando que seus argumentos foram grotescamente distorcidos pela CNN, tanto que ele poderia, se quisesse, processar a rede.

A CNN e os gerentes de impeachment da Câmara, afirmam Dershowitz, disseram que o presidente pode fazer o que ele quiser, desde que afirme ter acreditado que estava agindo no interesse público.

Dershowitz, no entanto, havia dito especificamente que o comportamento criminoso era um fato intransponível.

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