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Barr: Antifa quer ‘socialismo, comunismo’ na América

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O procurador-geral William Barr, no último domingo (9), definiu o Antifa como um grupo revolucionário com a intenção de estabelecer o socialismo ou comunismo nos Estados Unidos.

Barr fez uma crítica mordaz ao Antifa em uma entrevista com Mark Levin na Fox News, observando que a organização e as táticas do grupo o tornam um fenômeno difícil de lidar.

“Eles são um grupo revolucionário que está interessado em alguma forma de socialismo, comunismo. Eles são essencialmente bolcheviques. Suas táticas são fascistas”, disse Barr.

O Antifa se identifica publicamente com a ideologia comunista e socialista. Mas o domingo marcou a primeira vez em que um importante cargo do país descreveu explicitamente a natureza do grupo.

Barr fez os comentários em resposta a uma pergunta sobre o aparente foco do Antifa em remover a administração do presidente Donald Trump. Ele observou que o grupo extremista está engajado nesse objetivo desde o primeiro dia do governo Trump.

“Eles estavam tentando acusá-lo desde o primeiro dia. Eles fizeram tudo o que podiam. Eles destruíram as normas de nosso sistema para fazer o que pudessem para tirá-lo do cargo ou debilitar sua administração, e acho que é por causa do desejo de poder”, disse Barr.

“A esquerda quer o poder porque esse é essencialmente o estado de graça em sua religião secular. Eles querem dirigir a vida das pessoas para que possam projetar uma utopia para todos nós. Isso é o que os excita – é a sede de poder”, afirmou o procurador-geral. “Eles não esperavam a vitória de Trump e isso os ultraja”, acrescentou.

Trump disse que os Estados Unidos irão declarar o Antifa como um grupo terrorista, mas o governo não deu o passo formal para fazê-lo.

Barr havia dito anteriormente que “a violência instigada e executada pelo Antifa e outros grupos semelhantes é terrorismo doméstico e será tratada de acordo”.

“É um fenômeno difícil de lidar”, acrescentou, pois “é uma nova forma de guerra de guerrilha urbana” e “eles são altamente organizados nessas manifestações.”

Barr observou que os meios de comunicação estão mentindo para o povo americano e intencionalmente, não mostrando a violência que ocorre nos tumultos.

Com informações The Epoch Times

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