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Bolsonaro irá vencer no primeiro turno?

bolsonaro 1 turno
 


Estamos a menos de uma semana do primeiro turno a ser realizado no próximo dia 7 de outubro, e a questão agora é esta:

Bolsonaro ganha no primeiro turno, ou a turma do “Ele não” será suficiente para atrapalhar o Brasil?

Vamos juntos separar decompor os elementos para alcançar um entendimento mais sólido. Ok?

Engamento

Primeiro há o conhecimento que já é notório, público, explícito e inegável: Bolsonaro possui, de longe, um fortíssimo e inigualável engajamento de seu eleitorado. Não bastaria dizer que seu público o recebe em aeroportos em multidões, que para isto topam perder um dia de serviço, chegar atrasado no trabalho, sacrificar algum compromisso pessoal, viajar quilômetros de uma cidade para outra, e muitas das vezes esperá-lo debaixo de chuva.

Seria igualmente desnecessário afirmar que nenhum outro candidato fez isto até o dia de hoje.

Haja visto o último dia 30 de setembro, quando o capitão saiu do hospital, viajou para o Rio de Janeiro e pela internet se comunicou com um público que lotava as cidades em manifestos espontâneos e gratuitos, todos favoráveis à sua candidatura.

Em São Paulo a Avenida Paulista foi fechada da Consolação ao Paraíso, em Minas Gerais a carreata ultrapassou 25 km de veículos. Não houve um único estado que não registrasse manifestos expressivos, mesmo em cidades do interior, mais afastadas da capital. O destaque foi para o norte e nordeste, onde os manifestos comemorativos de homenagem ao capitão e sua recuperação com a saída do hospital, chegaram a adentrar a madrugada em ritmo de festa.

Considere-se também os resultados de pesquisas virtuais, feitas a maior parte do tempo pela própria esquerda, nas quais sempre Bolsonaro está na frente.

Ainda há o dado da experiência pessoal, segundo o qual para qualquer lugar que nos deslocarmos, havendo público, o assunto é geralmente a corrida presidencial e o apoio ao capitão é absolutamente esmagador.

Pesquisas e institutos

Ibope

Dia 26 de setembro, o G1 publicou a pesquisa do Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que ouviu 2 mil eleitores em 126 municípios, entre os dias 22 a 24, de sábado até segunda-feira do mesmo mês, e apresentou as conclusões abaixo, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2%, para mais ou para menos:

  • 27% para Jair Bolsonaro (PSL) (entre 29 e 25)
  • 21% para Fernando Haddad (PT) (entre 19 e 23)
  • 12% para Ciro Gomes (PDT)
  • 8% para Geraldo Alckmin (PSDB)
  • 6% para Marina Silva (Rede)
  • 11% brancos e nulos
  • 7% indecisos

Omiti, propositalmente, os demais candidatos por serem irrelevantes, mas a diferença da soma dos percentuais acima, para o total de 100%, está nestes candidatos.

O registro da pesquisa no TSE é: BR-04669/2018.

Confira a pesquisa do Ibope:

DataFolha

Dois dias depois, 28 de setembro, o G1 publicava a pesquisa do DataFolha, encomendada pela TV Globo e Folha de São Paulo, que ouviu 9 mil eleitores em 343 municípios, entre os dias 26 a 28, de quarta-feira até sexta-feira do mesmo mês, e apresentou as conclusões abaixo, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2%, para mais ou para menos:

  • 28% para Jair Bolsonaro (PSL) (entre 30 e 26)
  • 22% para Fernando Haddad (PT) (entre 20 e 24)
  • 11% para Ciro Gomes (PDT)
  • 10% para Geraldo Alckmin (PSDB)
  • 5% para Marina Silva (Rede)
  • 10% brancos e nulos
  • 5% indecisos

Omiti novamente os demais candidatos por serem irrelevantes, mas a diferença da soma dos percentuais acima, para o total de 100%, está nestes candidatos.

O registro da pesquisa no TSE é: BR-08687/2018.

Confira a pesquisa do DataFolha:

Paraná Pesquisas

No dia 26 de setembro, mesma data da divulgação da pesquisa do Ibope, a Revista Crusoé divulgava a pesquisa do Paraná Pesquisas, encomendada pela Crusoé e pela Empiricus, que ouviu 2020 mil eleitores em 168 municípios, entre os dias 23 a 25, de domingo até terça-feira do mesmo mês, e apresentou as conclusões abaixo, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2%, para mais ou para menos:

  • 31,2% para Jair Bolsonaro (PSL) (entre 29 e 33)
  • 20,2% para Fernando Haddad (PT) (entre 18 e 22)
  • 10,1% para Ciro Gomes (PDT)
  • 7,6% para Geraldo Alckmin (PSDB)
  • 4,3% para Marina Silva (Rede)
  • 11,9% brancos e nulos
  • 6,3% indecisos

Omiti como fiz antes, os demais candidatos por serem irrelevantes, mas a diferença da soma dos percentuais acima, para o total de 100%, está nestes candidatos.

O registro da pesquisa no TSE é: BR-03512/2018.

Confira a pesquisa do Paraná Pesquisas:

Esta última pesquisa apresentada causou no público geral um tremendo desconforto, pois tornou claro que havia algum problema sério com as informações veiculadas pela grande mídia: os números do Ibope, DataFolha e Paraná Pesquisas, simplesmente, não batiam.

A reputação dos Institutos

Entre as questões de confiança das pesquisas levantadas pelo público geral, estão:

  1. O maior cliente do Ibope é a própria Rede Globo, que muitas vezes apresenta viés ideológico de esquerda.
  2. O DataFolha é da própria Folha de São Paulo, cujo viés é inegavelmente esquerdista.
  3. O Paraná Pesquisas é um estranho no ninho que de repente apareceu para tornar claro que os dados fornecidos pelos 2 concorrentes, precisavam de um olhar mais crítico e menos crédulo.

As suspeitas levantadas pelos consumidores não são sem motivo. O próprio Ciro Gomes, afirmou que as pesquisas não são confiáveis, nas palavras dele:

“O Ibope vende até a mãe pra ganhar dinheiro”

Confira:

Marco Antônio Villa, na Jovem Pan, dia 22 de agosto afirmou:

“Eu não acredito no DataFolha, não acredito.”

Confira:

Um rapaz chamado Fabio Figueiredo gravou um vídeo denúncia que foi replicado por toda internet.

Confira:

Além dos motivos acima as pessoas também encontram notícias falsas, como a do site comunista Brasil 247 que distorce uma reportagem do Estadão e faz parecer que a diretora do Ibope lamenta a ausência de Lula na eleição: eu não duvido que ela possa lamentar a ausência de Lula, mas a verdade é que ela disse outra coisa e não isso, mas o público leigo encontra este tipo de matéria, dá-lhe credibilidade e acaba mais desconfiado que já estava.

Em 2013, para quem não se lembra houve a CPI do Ibope cuja conclusão apresentada foi: “fortes indícios de fraude”.

Os “erros” nas pesquisas

No dia 1 de outubro de 2016, na eleição para prefeito do Rio de Janeiro, uma “pesquisa” veiculada mostrava o seguinte cenário:

  • Crivella 32%
  • Freixo 16%
  • Pedro Paulo 12%
  • Flávio Bolsonaro 8%
  • Jandira Feghali 7%

No dia seguinte, ocorreu o pleito e a apuração revelou o seguinte resultado:

  • Crivella 27%
  • Freixo 18%
  • Pedro Paulo 16%
  • Flávio Bolsonaro 14%
  • Jandira Feghali 3%

O que esta diferença tem a nos dizer? Que apesar dos institutos apresentarem as pesquisas com índice de confiança de 95% e margem de erro de 2%, os resultados apresentaram as seguintes margens de erro:

  • Crivella 5%
  • Freixo 2%
  • Pedro Paulo 4%
  • Flávio Bolsonaro 6%
  • Jandira Feghali 4%

Em outras palavras, apenas 1 estava dentro da margem de erro: Freixo.

Além disso, “estranhamente“, a pesquisa colocou Jandira Feghali e Flávio Bolsonaro como empate técnico, respectivamente com 7% e 8%, quando o que se apurou na realidade foram 3% e 14%; uma desproporção na qual Flávio alcançou 5 vezes mais votos que Jandira.

Este não foi um caso isolado e nem um incidente único, pelo contrário, é um exemplo da regra do jogo e não uma exceção, como seria aceitável.

Em São Paulo, no mesmo 1 de outubro de 2016 os dados informados foram os seguintes:

  • Doria 44%
  • Russomano 16%
  • Haddad 16%
  • Marta 14%

No dia seguinte os resultados foram muito diferentes do previsto:

  • Doria 54%
  • Russomano 13%
  • Haddad 16%
  • Marta 10%

Novamente, apenas um candidato (Haddad) estava dentro da margem de erro.

  • Doria 10%
  • Russomano 3%
  • Haddad 0%
  • Marta 4%

Cada um tire suas próprias conclusões.

Fenômenos reais e aceitáveis

O critério para um candidato ser eleito no primeiro turno é que tenha 51% dos votos válidos.

Por votos válidos se entende, segundo o TSE, a contagem após a votação, descontados os votos em branco e nulos.

O que é comum acontecer, sobretudo para o público leigo, é confundir entre os votos válidos e os votos totais.

Para os votos totais, os brancos e nulos são somados no percentual total (100%) e em seguida calculados os percentuais de cada candidato.

Os votos válidos por outro lado, subtraem os brancos e nulos, e só então formam o percentual total (100%), para que em seguida os percentuais de cada candidato seja calculado.

Como tratam-se de totais diferentes para extrair percentuais, geralmente o candidato que está melhor nos votos totais, tende a crescer muito nos votos válidos.

Esta confusão no entanto, é válida exclusivamente para o público leigo, enquanto para os institutos de pesquisa, tais erros são inaceitáveis, por seguirem uma metodologia e não fazerem “contas de cabeça“.

Além da diferença entre os votos totais e votos válidos, existe ainda um fenômeno conhecido como turnout.

Turnout é o termo usado para quantificar os eleitores que não faltam no dia da votação, aqueles que saíram de casa e foram até as urnas para votar.

Na recente eleição norte americana, a mídia afirmava que a candidata Hillary estava muito acima de seu concorrente, Donald Trump.

A justificativa para um erro tão visceral e vexatório com a vitória expressiva de Trump, foi justamente o turnout: segundo os dados da eleição, o não comparecimento de eleitores nas urnas foi o mais baixo nos últimos 20 anos (desde 1996), naquele 2016 apenas 53,5% dos eleitores foram votar.

A questão é que, embora quase 50% da população não tenha votado, o eleitorado de Trump era muito mais engajado.

O elemento psico-social dos eleitores de Trump era a “vontade de mudar“, ao passo que o eleitorado de Hillary em muito se parecia com o “Ele não“, ou seja, estavam não a favor de Hillary propriamente dita, mas contra Trump que no vocabulário politicamente correto da esquerda, ficou marcado como machista, racista, fascista, nazista, misógino, homofóbico e etc.

Em outras palavras, se a justificativa para a derrota de Hillary foi o turnout, esta mesma alegação não pode se sustentar sem o engajamento do público de Trump.

Embora nos EUA o voto não seja obrigatório e no Brasil seja, nas eleições de 2014, 19% do eleitorado não votou no primeiro turno e 21% não compareceu ao segundo, o que representa a 1/5 dos eleitores e é portanto uma parcela expressiva da população.

No final das contas, é possível afirmar que 20% dos brasileiros não votará e disto questione: estes mesmos 20%, são eleitores do Bolsonaro com engajamento, ou são a turma do “Ele não“, que no máximo rejeitam o capitão, mas não alimentam real simpatia por Haddad? Conclua você mesmo.

E vamos às contas! (um pouco de especulação)

Repassando nossos dados:

A pesquisa mais recente da BTG Pactual colocou Bolsonaro com 33% da intenções de voto.

Brancos, nulos e indecisos, somam 14%, mas consideremos 10% que é o número da última eleição.

Dado que o percentual de votos inválidos (brancos, nulos e abstenções) será 10%, o subtraímos dos votos totais, para chegar no universo dos votos válidos.

33 * 100 = 90 * x
3300 = 90 x
x = 36,66

Construído o cenário dos votos válidos sobre a pesquisa de votos totais, da BTG Pactual, podemos afirmar que Bolsonaro está com 36,66%.

Em seguida vamos considerar um turnout que 20% da população, como afirmei há pouco. Acontece que com o turnout, também se deve considerar o engajamento, e Bolsonaro nisto se destaca, conforme amplamente documentado, o que leva a crer que destes 20%, provavelmente 4% é eleitorado do capitão, e os outros 16% dos demais.

Descontamos então este turnout de 4%:

36,66% – 4% = 32,66%

Com o novo cenário de votos válidos (32,66%), já descontados  os votos inúteis (brancos, nulos e abstenções) e refazer a projeção:

32,66 * 100 = 80 x
3266 = 80 x
x = 40,82

Este último cenário dos votos válidos, Bolsonaro estaria com 40,82%.

Que fique claro que as contas apresentadas acima não representam nem de longe a realidade pois, em primeiro lugar visei neste ponto do texto, apenas ensinar como calcular cenários, descontando dos votos totais, os votos inúteis (brancos e nulos) e o turnout (abstenções) para com isto tentar imaginar o cenário das urnas.

Alguns dados específicos deste ano tornam esta conta bem mais complexa e a retiram do escopo deste texto, por exemplo: o TSE cancelou aproximadamente 3,3 milhões de títulos de eleitores.

Palavra de um analista político

O site LibertWins publicou uma das postagens do analista político Filipe Martins no dia 26 de setembro:

01. A Revista Crusoé (mantida pelo Antagonista) e a Empiricus encomendaram um novo levantamento do Paraná Pesquisas, que foi divulgado hoje. Esse levantamento merece especial atenção por confirmar as críticas e considerações que tenho feito acerca das pesquisas do Ibope e do Datafolha.

02. Realizado entre os dias 23 e 25 de setembro, o levantamento mostra um cenário em que Bolsonaro e Haddad seguem crescendo, enquanto os demais candidatos seguem caindo.

03. Bolsonaro cresceu 4,6 pontos percentuais em relação à pesquisa do dia 12 de setembro, chegando a 31,2% dos votos totais. Haddad cresceu 11,9 pontos percentuais no mesmo período e chegou a 20,2% dos votos totais.

04. Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e Marina Silva continuam derretendo e caindo nas pesquisas, ficando cada vez mais distantes da disputa que ocorre no topo e se aproximando dos demais candidatos, que não possuem qualquer chance de vitória.

05. A movimentação apresentada nessa pesquisa, que utiliza uma metodologia muito parecida com a do Ibope, confirma minhas teses de que (a) Bolsonaro passa por uma desaceleração natural e não por uma estagnação; e de que (b) o Ibope está atribuindo o piso da margem de erro para Bolsonaro.

06. Na semana passada, afirmei, como venho fazendo há algum tempo, que Ibope e Datafolha estão atribuindo o piso da margem de erro a Bolsonaro (28 em vez de 30, no caso da pesquisa daquela semana). Ontem, afirmei que o Ibope fez o mesmo na pesquisa divulgada na segunda-feira (28 em vez de 31 nesta última pesquisa).

07. Considerando o intervalo ligeiramente maior entre os levantamentos do Paraná Pesquisas, o que os dados deste último levantamento mostram é que minhas estimativas e ponderações estavam corretas.

08. No texto que publiquei aqui ontem sobre a pesquisa do Ibope, também defendi que Bolsonaro não estava estagnado mas apenas em desaceleração, crescendo numa margem percentual baixa, o que permitia ao Ibope represar os números de crescimento com uma manobra dentro da margem de erro.

09. Essa manobra é possível, basicamente, porque o crescimento entre o dia 17 e o dia 24 (intervalo entre as duas últimas pesquisas do Ibope) foi menor do que o crescimento entre o dia 12 e o dia 26 (intervalo entre as duas últimas pesquisas do Paraná Pesquisas). Como houve uma desaceleração natural, o crescimento entre o dia 17 e o dia 24 foi de apenas 1%, o que permitiu ao instituto contratado pela Rede Globo manter no dia 24 os mesmos 28% do dia 17.

10. Em suma, no Ibope da semana passada, Bolsonaro tinha 30 e não 28; no Ibope desta semana, Bolsonaro deveria ter algo em torno de 31, mas aparece mais uma vez com 28, uma vez que o crescimento de apenas 1 ponto percentual permite esse rearranjo sútil dentro da margem de erro.

11. Considerando as diferenças metodológicas (o Paraná se parece mais com o Ibope do que com o FSB/BTG do ponto de vista do método adotado) e fazendo as ponderações necessárias, é possível afirmar que o piso de Bolsonaro é de 30%, com uma probabilidade alta de que o candidato do PSL esteja consolidado com cerca de 35% dos votos totais (36.4% pra ser mais exato), o que deve se confirmar só nas pesquisas que serão divulgadas às vésperas do pleito.

12. Com o auxílio desses novos dados, posso concluir, portanto, que todas as estimativas que fiz nas semanas anteriores estavam corretas e que Bolsonaro tem lugar garantido no segundo turno e continua tendo chance de vitória no primeiro — essa chance pode ser estimada probabilisticamente entre pequena e média, com tendência de alta.

13. Na última pesquisa do FSB/BTG, Bolsonaro tem 33% dos votos totais. Na última pesquisa do Paraná Pesquisas, Bolsonaro tem 31,2% dos votos totais. Na última pesquisa Ibope, Bolsonaro tem 28% (31% após as devidas ponderações) dos votos totais. Em meus cálculos, ele tem 36%.

14. Com algo entre 36 e 38 por cento dos votos totais, em um cenário de abstenção alta (>28%), Bolsonaro venceria no primeiro turno.

15. A grande questão aqui é estimar corretamente a abstenção total (incluindo brancos e nulos) e sua distribuição entre os eleitores de cada candidato. Para chegar a esse número é preciso conhecer pelo menos o histórico de abstenção dos distintos perfis demográficos e o nível de engajamento e convicção dos eleitores (variável na qual Bolsonaro é imbatível).

16. Assim, considerando a possibilidade de que 10% dos eleitores que se identificam com Bolsonaro não votem no dia 7, em um cenário de abstenção total de 29%, o candidato do PSL teria hoje algo entre de 42 e 46 por cento dos votos válidos — o que significa que ele pode estar a 3 pontos percentuais (em votos totais) da vitória.

17. A militância terá um papel decisivo na reta final, tanto na conquista dos poucos eleitores que ainda estão indecisos quanto no convencimento dos eleitores de Alckmin, Alvaro Dias, Amoêdo, Meirelles e Marina Silva, a quem os apoiadores de Bolsonaro terão que mostrar que é possível resolver a disputa no primeiro turno, sem dignificar o criminoso Partido dos Trabalhadores com a participação no segundo turno.

Sobre o Colunista

Ricardo Roveran

Ricardo Roveran

Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escrevo por amor e nas horas vagas salvo o mundo.

Twitter: @RicardoRoveran

32 Comentários

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  • Esse primeiro vídeo postado “Manifestos Pró-Bolsonaro – 30/9/2018 – GloboNews” Não foi do impeachment da Dilma não?

  • Ricardo Roveran, pessoal do Terça Livre, aquele primeiro vídeo não parece ser deste dia 30/09.
    Por gentileza, deem uma atenção neste ponto.

  • Bom dia! Gostaria que o Terça Livre acessase o link
    https://g1.globo.com/fato-ou-fake/noticia/2018/10/01/e-fake-mensagem-que-diz-que-manifestacao-pro-bolsonaro-e-a-maior-da-historia.ghtml, pois tudo indica que essa postagem é antiga. Trata-se de uma matéria sobre o movimento “Fora Dilma”. Três detalhes me chamaram atenção: O primeiro é que em nenhum momento a repórter fala em movimento pró-Bolsonaro! Tudo bem que pode ser por tratar-se apenas de um trecho, mas vamos adiante. O segundo é a satisfação claramente perceptível na voz da repórter que, conhecendo a posição da Globo a respeito do Bolsonaro, achei um tanto esquisito! O terceiro é a presença de um grande cartaz com “DILMA” e a palavra “mentirosa” escrita no meio, como também não se vê nenhum cartaz com o nome do Bolsonaro. Se eu tiver errada peço que desconsidere esse meu comentário, mas a minha intenção aqui é ajudar o canal. Além de ser inscrita, sou propagadora e grande admiradora do trabalho excelente desse canal! Um abraço!

  • Acredito que o sistema já foi DESMASCARADO e todos sabem disso…
    O ibope será enterrado _” data foi – se, oia…”

    .
    ELE SIM. 17 JAIR BOLSONARO.

  • Na mensagem acima, refiro-me ao primeiro vídeo postado nesta matéria. Obrigada!

  • Os mais de 12 milhões de desempregados, cut, e o petêta nada fazem por eles.
    Talvez, estes sejam o cabeçalho dos demais aliados do p.tosco, discurso pífio sobre os “mais pobres”… os “excluídos” dos bispos da igreja católica _ cnbb. Os que somam mais de 45 mil na fila, sem conseguir um emprego.
    SOU JAIR 17.
    BRASIL LIVRE! Lula na prisão.

  • Queremos que seja feito isso: não só o líder dos ladrões, lula na cadeia, e toda a quadrilha junto com ele no mesmo recinto: internos, presos no xadrez, vendo sol Sol nascer quadrado.
    Inclusive o candidato dele.
    SOMOS TODOS JAIR BOLSONARO. 17.

  • Está correndo na internet esse primeiro vídeo como se fosse uma manifestação pró-Bolsonaro. Mas realmente parece que está errado. Todos os detalhes do video parecem indicar que é da manifestação pró-impeachment.

  • ELE SIM! 17.

    JAIR & MOURÃO! A SOLUÇÃO.

    .
    QUERO MEU DINHEIRO DE VOLTA. MEU SALARIO PARCELADO, COMO SE FOSSE EU TER ROUBADO.
    BRASIL LIVRE!
    lula na PRISÃO.
    DEVOLVE O DINHEIRO AÍ!

  • Bom dia pessoal!
    O primeiro vídeo não é da manifestação pró Bolsonaro. É referente ao impeachment da Dilma! Por favor, corrijam o mais breve possível.

  • Esse vídeo é FAKE NEWS!!!! Não se comparem com os canhotas que fazem o jogo sujo. Isso foi em 2015…tirem do AR!!!!!!!!!

  • Gostaria de informar que o video divulgado na matéria na verdade é de uma manifestação contra a Dilma. https://g1.globo.com/fato-ou-fake/noticia/2018/10/01/e-fake-mensagem-que-diz-que-manifestacao-pro-bolsonaro-e-a-maior-da-historia.ghtml
    “O vídeo, na verdade, foi ao ar em 15 de março de 2015, no auge das manifestações contra a ex-presidente Dilma Rousseff, quando o número de manifestantes na Avenida Paulista atingiu 1 milhão de pessoas, de acordo com informações da Polícia Militar.”

  • O VERDADEIRO TRABALHADOR NÃO VÊ COMO VÍTIMA DA SOCIEDADE E SABE QUE lula É UM LADRÃO!.
    # Não ao poste!

    .
    SIM JAIR BOLSONARO PRESIDENTE.

  • Boa tarde, acompanho o Terça Livre com frequência e parabenizo pelo combate às fake news. Mas gostaria de alertar um erro nesta matéria, pois no video do inicio do texto denominado ”Manifesto Pró-Bolsonaro – 30/08/2018 / Globo News” onde acima há a frase ” A jornalista da GloboNews viu-se forçada a dizer no ar que a contagem do público havia superado os números de manifestos históricos como os de 2013 e o “Diretas Já“.” no minuto 1:39 é possivel ver uma faixa dos manifestantes (FORA DILMA MENTIROSA) que claramente nos remete aos protestos contra a saida de Dilma Roussef, e não as manifestações de apoio ao Capitão.

  • O homem que abandona todo anelo e atua sem interesses, livre do sentido do “eu” e do “meu”, este alcança a paz..
    JAIR BOLSONARO, SIM> PRESIDENTE. 17.
    Hoje solenidade aos Anjos da Guarda, 02 de Outubro, peço o Arcanjo do Território brasileiro: Ismael, brilhe SUA LUZ!
    Rumo à VITÓRIA!

  • .
    A PROVA CABAL de que “pesquisa eleitoral” nada é além de PROPAGANDA ELEITORAL.

    É o próprio tribunal eleitoral que assim afirma, ao proibir pesquisas não oficiais sob a justificativa que as pesquisas influenciam:

    “A veiculação de pesquisa sobre opção de voto de internautas é prática ilegal vedada pela legislação eleitoral, (…) (Lei 9.504/1997, art. 33 e Resolução TSE 23.549/2017)

    Diz a procuradora regional eleitoral:

    “Essa conduta demanda a imediata atuação judicial com vistas a se evitar a perpetuação da ilicitude que, diariamente, alcança um maior número de indivíduos e crescentemente causa danos ao processo eleitoral”, diz a procuradora regional eleitoral auxiliar Adriana de Farias, para quem não há dúvida da responsabilidade de Gentili. “A eventual demora na adoção de medidas pode vir a comprometer o resultado útil do processo eleitoral”.”

    Com base nisso proibiram danilo gentile de publicar enquetes. Que NÃO são oficialmente pesquisas, porém assustam esses crápulas fraudadores que ADMITEM QUE:
    – PESQUISAS SÃO PROPAGANDAS ELEITORAIS QUE INFLUENCIAM VOTOS.

    Daí só permitem pesquisas oficiais. Ora, então estas INFLUENCIAM, trantando-se de propaganda ilegal e não informação: caso das PROFECIAS AUTOREALIZÁVEIS (k Popper).

  • Ola Ricardo Roveran. Gosrtei muito da materia e gostaria antes de mais nada, Parabenizar Você pelo excelente trabalho. Depois de de ler a materia eu pude analizar mais alguns pontos que possivelmente daria a vitoria a Bolsonaro no primtirp turno, e gostaria que se possivel, Você analizasse os pontos que vou destacar aqui e me respondesse ou mesmo fizesse outa materia demonstrando estes pontos.

    Estive pensando que as empresas de pesquisas fazem tais pesquisas em centros urbanos e nunca nas estradas, e como ja assisti alguns videos onde caminhoneiros afirmam que bolsonaro tem 90% dos votos entre eles, e sabendo que as empresas praticamente nunca entrevistam os caminhoneiros nas estradas, acredito que a porcentagen de votos do capitão Bolsonaro possivelmente é ainda maior do que você demonstrou na materia (não estou desfazendo ou menosprezando seu trabalho, estou apenas ressaltando a possibilidade de uma vitoria ja no primeiro turno pelo presidenciavel Bolsonaro) . E ainda temos visto quão grandes são as comunidades de BRASILEIROS morando no exterior e que tambem apoiam Bolsonaro, e também não são entrevistados por essas empresas de pesquisas. Você acha que estou enganado sobre esta analise?

    Desde ja agradeço pelo seu trabalho e dedicação em nos trazer noticias com fatos e com tamanha precisão. Um Abraço

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Juliana GurgelJuliana Gurgel

Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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Advogado, professor de Direito Constitucional e Eleitoral para concu...

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