Brasil ainda não possui dados oficiais sobre pessoas com autismo; a partir deste ano, censo incluirá portadores de TEA



A partir de 2019, os censos demográficos realizados incluirão as especificidades inerentes ao transtorno do espectro autista, de acordo com nova regra publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (19).

A inclusão de perguntas sobre o autismo no censo, ajudará a determinar quantas pessoas no Brasil apresentam o transtorno, e como estão distribuídas pelo território.

O objetivo é direcionar as políticas públicas para que os recursos sejam corretamente aplicados em prol de quem tem autismo, já que atualmente não existem dados oficiais sobre as pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) no Brasil.

A nova lei é oriunda do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 139/2018, aprovado no Senado em 2 de julho, com base em parecer da Comissão de Direitos Humanos (CDH) de autoria da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP). O texto foi sancionado sem vetos.

Em suas redes sociais, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse reconhecer a importância do tema e que atendeu à necessidade da comunidade autista no Brasil.

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Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

"Cheguei mesmo à conclusão de que escrever é a coisa que mais desejo no mundo" (C.L.) | Jornalista, Católica, 22 anos,

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  • Importantissimo. Diz-se que é hereditário, com o censo veremos se é verdade ou pode mesmo ser oriundo de fatores externos como o mercúrio e alumínio das vacinas.

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