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Brasil, um país que pode ser governado de dentro de um presídio

 


O candidato do PT à presidência da República, Fernando Haddad, denunciado por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, está definindo o rumo do seu discurso a poucos dias das eleições.

Depois de visitar o presidiário Luiz Inácio Lula na Silva na cadeia, em Curitiba, nesta segunda-feira (17) o fantoche petista declarou que o ex-presidente seria o orientador de seu possível governo.

A declaração do pior prefeito da história da cidade de São Paulo é o maior absurdo já dito por um candidato ao mais alto cargo da República brasileira. O fato de não vivermos em uma verdadeira democracia, mas em um emaranhado de rabos presos e facções criminosas que dominam os três poderes brasileiros, torna o momento histórico um desafio de lógica até para os melhores analistas políticos.

Hadadd e uma parcela dos fiéis eleitores do PT, que não passam de uma minoria barulhenta, estão pregando – indiretamente – que o ‘narcoestado’ brasileiro se livre de uma vez da máscara de uma falsa democracia e revele sua face de Frankenstein.

O Brasil sempre foi comandado por criminosos, mas, caso a fraude eleitoral leve Hadadd ao Planalto, será a primeira vez que um país será governado declaradamente por um presidiário.

Sobre o Colunista

Fernanda Salles

Fernanda Salles

Jornalista/Repórter

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