Burocracia atrapalha adoção de crianças no Brasil

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O cenário é contraditório: são 46.069 pessoas interessadas em adotar crianças no Brasil enquanto apenas 9.591 crianças aguardam para conviver em meio a uma família. O número corresponde a pouco mais de 20% do total, segundo o Relatório de Dados Estatísticos do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Com uma quantidade muito maior de pretendentes do que crianças a serem adotadas, o panorama da adoção indicaria grande facilidade para o Estado e a sociedade brasileira solucionarem a questão. Apesar disso, a situação foge à lógica e indica que a burocracia associada à inflexibilidade dos critérios dos pretendentes quanto à raça, idade, sexo e número de irmãos que a criança possui constituem os principais fatores que tornam o processo bastante moroso.

Por conta da burocracia e da falta de adoção de processos eficientes de gestão, para um adulto conseguir adotar uma criança, deve permanecer em uma longa fila de espera. “Conheço pessoas que estão há seis anos na fila”, diz a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.

Confira a reportagem completa na Revista Terça Livre

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