Câmara debate burocracia na pesquisa de ciência e inovação no Brasil

Félix Mendonça Júnior
 


A burocracia na pesquisa de ciência e inovação no País, é tema de debate na Câmara, nesta quinta-feira (30/5). A audiência, solicitada pelo deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), será realizada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática.

“A burocracia é tão excessiva que, em determinadas áreas, a demora na aquisição de insumos básicos acaba inviabilizando a execução dos projetos”, afirma Félix.

O deputado destaca a necessidade de o Brasil investir mais em desenvolvimento científico e tecnológico para voltar a crescer e ganhar competitividade no comércio internacional.

Convidados:

  • Professora da Universidade de São Paulo, representando a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Lygia da Veiga Pereira Carramaschi;
  • Presidente do Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica (Confies), Fernando Peregrino;
  • Presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Reinaldo Centoducatte;
  • Procurador-chefe da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Carlos Octaviano de Medeiros Mangueira;
  • Coordenadora-geral de Auditoria das Áreas de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações da CGU, Karin Webster;
  • Superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Alfredo Renault;
  • Membro do Comitê Gestor do Centro Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem da UFRJ, Antonio Carlos Campos de Carvalho;
  • Diretor técnico de Arcabouço Legal do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia, Gesil Sampaio Amarante Segundo.

* Com informações de Agência Câmara

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Redação TL

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1 Comentário

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  • A triste verdade é que o modelo de investimento em universidades públicas não levará o Brasil a lugar algum de relevância mundial em Pesquisa e Desenvolvimento Científicos!

    O modelo de educação superior gratuita, embora para muitos seja adequado a realidade brasileira só faz 2 coisas pelo Brasil:

    – Acostuma o povo a pensar que tem muitos direitos e poucas responsabilidades e quando tem alguma responsabilidade a mais envolvida as pessoas querem imediatamente ficar com a maior parte dos lucros pra si. (E consequentemente todas leis e ordenamento jurídico é todo voltado para coletivizar os ganhos e impedir o lucro de quem quer que desejar investir em algo!)

    – Quem investirá pesado muito dinheiro sabendo que a maior parte do lucro ficará para outros??? Só um governo! (É por isso que essa dependência só é cíclica e não mudará enquanto este modelo de educação superior persistir)

    O governo já declarou que é inviável mudar o sistema de educação superior por enquanto, por muitos motivos justos que não vou mencionar agora mas certamente que a manutenção deste modelo levará aos mesmos resultados..

    Nas últimas décadas vimos a ascenção de cursos de técnicos e o chamado tecnólogo (nivel superior), talvez a solução seja exatamente, o governo investir em cursos técnicos de nível superior com 2 anos de duração, que devem ser complementados depois com algum outros tipo de curso para se tornar uma graduação, e somente estes cursos de tecnologos seriam gratuitos.

    Mas essa sugestão seria apenas temporária para promover uma mudança de modelo sem impactar drásticamente no mercado de trabalho.

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