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Catraca Livre recebeu R$ 2 milhões via Lei Rouanet na era Dilma

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Gilberto Dimenstein, o da catraca cara.

O petista e famoso ativista das ONGs, Gilberto Dimenstein, por meio de suas empresas, captou cerca de 2 milhões de reais pela Lei Rouanet para “projetos de mídia social” na gestão Dilma Roussef.

Gilberto Dimenstein é uma figura conhecida na intelectualidade progressista brasileira. Jornalista da rádio CBN e notório ativista das causas politicamente corretas, por meio de seu famoso site Catraca Livre e de suas ONGs, ele promove todas as agendas da esquerda, entre as quais o feminismo, o movimento LGBT, a liberação das drogas, a descriminalização do aborto, a radicalização da lei ambiental, e por aí vai. O slogan do Catraca Livre é um clichê esquerdista dos mais bregas, comunicar para empoderar. Na última gestão da prefeitura de São Paulo, por exemplo, o site tinha um ídolo, seu nome era Fernando Hadadad, o maníaco das ciclovias. O empreendimento de Dimenstein é a cara do militante do PSOL, mas alma é do PT.

O que poucos sabem é como o portal da internet é financiado.  Entre 2011 e 2015 duas empresas, a CATRACA LIVRE PORTAL E COMUNICAÇÃO LTDA e a EXPERIMENTAR COMUNICAÇÕES LTDA, ambas controladas pela holding CIDADE ABERTA ADMINISTRADORA DE EMPREENDIMENTOS SOCIAS LTDA, cujo sócio administrador é Dimenstein, receberam cerca de 2 milhões de reais via Lei Rouanet.

Logo abaixo, é possível conferir as imagens dos processos da Lei Rouanet, no Salic (sistema do site do Ministério da Cultura), que autorizaram a captação de recursos às empresas de Dimenstein. Caso você queira fazer a busca dos processos, acesse o link a seguir, vá em CONSULTA, PROJETO e escreva o nome da pessoa ou empresa na área proponente e clique em OK.

http://sistemas.cultura.gov.br/comparar/salicnet/salicnet.php

Vamos à primeira empresa, a EXPERIMENTAR COMUNICAÇÕES LTDA ( OU Experimentart Comunicações S/C Ltda), ela recebeu autorização para captar recursos em dois projetos.

No primeiro, intitulado  Projeto Catraca Livre, o objetivo seria o do projeto de jornalismo comunitário que utiliza a cultura digital como instrumento de difusão e democratização cultural nas 5 regiões da cidade de SP. É o jornalismo cultural voltado para a comunidade porque veicula informações sobre ações e eventos culturais e serviços gratuitos ou a preços populares e disponibiliza essas informações via site na internet.

A Concessionárias do Sistema Anhanguera – Bandeirantes S/A doou um total de R$ 458.400,00, o que a dispensou de pagar imposto de renda sobre essa bolada.

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No segundo projeto, o A Democratização Cultural e o Incentivo às Ações Locais, o objetivo era o de disponibilizar, por meio da publicação “A Democratização Cultural e o Incentivo às Ações Locais”, formas de promover o acesso à cultura e fomento à democratização da cultura local a partir da sistematização da experiência realizada em três cidades do interior de Minas Gerais. Recebeu R$ 364.078,00 da Votorantim Cimentos Ltda.

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Segundo o próprio Catraca Livre (imagem a seguir), foi criado um site para esse projeto, o http://projetoconexaocultural.com.br/, o qual encontrava-se fora do ar quando acessado por nossa equipe.

https://catracalivre.com.br/geral/o-catraca/indicacao/803154/

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Outra empresa controlada pela holding de Dimenstein é a CATRACA LIVRE PORTAL E COMUNICAÇÃO LTDA, ela também recebeu recursos via Lei Rouanet em dois processos e iniciou um terceiro, em processo de captação. No primeiro projeto, intitulado novamente de Projeto Catraca Livre o objetivo, vejam só, é a manutenção da plataforma necessária para atualização diária de programação cultural gratuita ou a preços populares a partir do banco de dados do site www.catracalivre.com.br pelo período de 12 meses, beneficiando um público de mais de 11 milhões de pessoas.  Ou seja, você foi obrigado a pagar por um site que anuncia coisas gratuitas. A bolada não foi nada gratuita. Custou aos cofres públicos  R$ 700.000,00 captados por doações do Banco Itaú e de duas empresas concessionárias de rodovias controladas pelo grupo CCR (aquele das empreiteiras da Lava-jato, a Camargo Corrêa e a Andrade Gutierrez).

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No segundo projeto, agora de nome Catraca Livre 2015, o objetivo é… a manutenção, atualização e continuidade do site Catraca Livre em 2015/2016. Tudo pela bagatela de R$ 400.000,00 provenientes do generosíssimo cofre do Banco Itaú.

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Mas a coisa não para por aí. Há um terceiro projeto já aprovado e em fase de captação, de nada mais nada menos do que R$ 2.230.360,00, para o Estação Catraca Livre, que promete levar shows musicais às cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Veja no link a seguir:

Esse projeto iniciou sua captação em janeiro de 2016 e até agora não conseguiu um único centavo. Parece que os tempos são outros, não há mais aquela velha generosidade do empresariado que tão bem se relacionava com o governo petista.

Como é possível que a legislação que foi criada para incentivar a cultura brasileira dê tanta grana para projetos que sejam tão contrários à cultura do povo brasileiro. Pergunte à população na rua e veja se ela é a favor das reformas políticas que o Catraca Livre milita, como liberação do aborto, feminismo, liberação das drogas…

Nada justifica a autorização para a captação dessa fortuna senão a harmonia ideológica existente entre o proprietário e coordenador do site Catraca Livre e o governo à época no controle da máquina de propaganda política sob a fachada de Ministério da Cultura.

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2 Comentários

  1. Ainn que preguiça de textos assim. Procurando chifre em cabeça de cavalo, só pra ter algo pra falar sobre… Muito mimimi…

  2. Mimimi do alegado mimimi… hahaha O choro é livre. Contra fatos não há argumentos, esquerdalha.

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