Cinema no Brasil: uma cultura em recuperação

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O Terça Livre convidou nesta quarta-feira (6/11) o diretor e produtor de cinema brasileiro, Lion Andreassa para falar sobre cinema no Brasil.

Conversamos sobre questões culturais e aspectos comerciais da sétima arte no país.

Lion elencou alguns problemas de visão empreendedora que atrapalham o cinema enquanto negócio e esclareceu pontos em relação as leis de incentivo.

Apesar de todos os pontos negativos que tratamos, o produtor expressou ânimo e esperança, apostando um futuro melhor a médio e longo prazo nesta terra que está prestes a completar 520 anos em abril de 2020.

Confira a análise completa

Sobre o Colunista

Ricardo Roveran

Ricardo Roveran

Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escrevo por amor e nas horas vagas salvo o mundo.

Twitter: @RicardoRoveran

5 Comentários

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  • “__ O Cinema é um modo divino de contar a vida”!
    ( Frederico Fellini- Cineasta italiano).

    Também recuperar o Teatro. Tem ótimos atores (atrizes), que nos proporcionam bons momentos.

  • Puta que o pariu. Cinema nacional, nunca mais.
    Se fossem bons, não precisariam de ajuda do governo para existir, e nas entradas do cinema, o povoe estaria brigando para entrar.
    Anos de propaganda esquerdista, que tinham a petulância de chamar cinema, esgotou a minha paciência.

  • o pro blema maior no cinema brasileiro e a baixa cultura dos filmes, ou o vies ideologico…não se encontra obras sem isso…o q e chato, desistimulante e acaba por desacreditar ainda mais nosso cinema…enquanto as produções continuarem com elenco de novela e atores de baixissima qualidade, sera essa merda q vemos…não ha profissionalização do cinema…o q se faz e pegar atores de novelas e jogar la…ate youtuber agora e mao de obra..kkkk roteiros q beiram ao ridiculo e atuações pateticas….como pode dar certo????? como levar a serio essas comedias tipo de pernas pro ar…q por si so ja da vergonha alheia….o cinema precisa de um choque…filmes com artistas de cinema…precisa diversificar o genero..comecem a mesclar diretores e artistas internacionais de nome…trabalhem bem o marketing e garanto q tera retorno….brasileiro e criativo, não e possivel q o cinema tenha que ficar nas mãos da patota inutil

  • QUE filminho chato essa aí do Kleber Mendonça Filho, o tal de “Bacurau”. Filme brega.

    A esquerdalha adora e venera. Mas o Petismo é Kitsch e barango, mesmo!

    O Brasil realmente não sabe fazer filmes. Pura Indústria Cultural, filminho “cultura de massas”.

    Esse produto aí, de consumo, «Bacurau», parece com o Realismo Soviético (chatérrimo! Realismo esse detestado pelo compositor erudito SHOSTAKOVICH — esse sim! Brilhante e artista autêntico!

    O fabuloso, imortal e criativo artista Shostakovich, perseguido pelo regime esquerdista soviético de Stalin): aquela coisa brega, Kitsch, cafona e baranga.
    [Por isso nunca ganha nenhum prêmio realmente importante.]

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Alexandre Pacheco é Professor de Direito na FGV, Advogado, Palestra...

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