Derrotado, Freixo comenta dia de votação na Câmara: “um dia vitorioso para a esquerda”



O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL), candidato derrotado à presidência da Câmara dos Deputados, usou o twitter para comentar o dia de votação na Casa. Em vídeo, o psolista afirma que, apesar da derrota, o dia foi “vitorioso para a esquerda”. Freixo registrou sua candidatura com apoio do bloco formado por PT, Rede e PSB.

Apoiado pelos ditos progressistas, Freixo perdeu a eleição para o deputado Rodrigo Maia (DEM), que foi reeleito para seu terceiro mandato como presidente da Câmara dos Deputados. Apoiado por uma aliança de 16 partidos, o deputado do DEM conseguiu os votos de 334 dos 513 deputados – e irá comandar a Câmara pelos próximos dois anos.

O presidente da Câmara é o terceiro na linha de sucessão da presidência da República – é ele que assume o comando do Executivo se o presidente e o vice estiverem ausentes do país ou indisponíveis. Mas seu principal poder é o de fazer a pauta da Câmara – é ele que decide quando e como os projetos serão votados.

Informações: Câmara dos Deputados, Terra

Sobre o Colunista

Fernanda Salles

Fernanda Salles

Jornalista/Repórter

10 Comentários

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  • O que percebo é que ideologias, durante toda história, serviram para formar guerreiros, a fim de conquistarem e submeterem povos inteiros aos apetites do líderes, e também para tornar povos submissos aos líderes governantes que os exploram.

    Ou seja, uma vez alçados ao Poder de viver TOMANDO das populações que dominam o que desejarem, bem como impondo a estas as suas manias, as lideranças ideológicas necessitam de que essas populações SUBMETIDAS não conspirem contra seus dominadores.

    Como SUN TZU bem ensinou, o ideal é vencer o inimigo, ou vítima, sem precisar lutar abertamente e por tal o ideal é SEMEAR a CIZÂNIA dentre o inimigo. Até mesmo destruindo-lhe a alimentação pois a fome e a sede atiçariam ânimos, derrubaria o moral e ainda facilitaria as desavenças, dado os ânimos exaltados de quem tem fome e sede.

    A DOMINAÇÃO de povos, seja o próprio ou o alheio, é a “fotografia” da história. Nem pode ser considerado “filme” pois não tem, em essência, a dinâmica de um filme, mantendo-se “estática”.
    Ao contrário da doxa “Heraclitiliana” sobre o movimento, Parmênides parece-me mais realista sobre a imutabilidade na essência. Pelo menos na dependencia do prazo.
    No que percebo as mudanças ocorrem apenas para que tudo fique a mesma coisa. Ou seja, as “mudanças” são NA APARÊNCIA e ocorrem apenas para manter imutável a sua ESSÊNCIA.

    A tal Democracia é um embuste e absolutamente nada tem a ver com LIBERDADE. Porém as massas nem mesmo falam em liberadade, pois assumiram como seu sinônimo e aprimoramento a democracia.

    É absurdo, uma aberração, tal confusão. Porém assim o rebanho popular aceita: viver sob a tirânia da maioria dos tiranos eleitos é liberdade.

    A maioria dos eleitos impõe as regras da tal democracia. Estas regras são estabelecidas para manter intactos o favor aos interesses dessa maioria eleita.

    Porém essa maioria eleita não corresponde a maioria dos eleitores, provavelmente nem todos os eleitos somados correspondem a maioria de votos dos eleitores e nem mesmo dos votantes.

    O voto de um eleito com mais de um milhão de votos possui o mesmo valor de um eleito com mil votos: o voto de um Jean Willys anula o voto de uma Joyce Hasselman. Chamam isso de democracia e de vontade da maioria. Trata-se de descarado embuste.

    Outra aberração bem aceita pelo rebanho popular é que a Democracia respeita as minorias. Um paradoxo aberrante. Afinal a tal Democracia é a IMPOSIÇÃO da VONTADE da maioria eleita (teóricamente da maioria dos eleitores ou população). Como podem dizer que respeita as minorias se impõe a VONTADE de pretensa maioria???

    No mais, basta ler Montesquieu para perceber que se trata de UM EMBUSTE exatamente para proteger governos tirânicos de revoltas populares impondo o JOGO da Democracia. Assim os perdedores se conformam na ESPERANÇA de um dia vencer.

    Montesquieu, algo assim (de memória): “o Estado deve cobrar cada vez mais impostos para forçar a que se trabalhe e produza cada vez mais, a fim de manter o conforto”.
    Esta com outras palavras, mas é exatamente isso que diz MONTESQUIEU, o pai da democracia moderna.

    Não é por acaso que no mito da CAIXA de PANDORA a ESPERANÇA não é bem definida como mal ou bem.

    Recomendo a leitura de Etienne de la Boétie: “O DISCURSO da SERVIDÃO VOLUNTÁRIA”. É genial. Só discordo sobre quem luta por vantagem, que tem mais ânimo do que quem luta para nada ganhar. A mente é simétrica e a assimetria desanima, a injustiça desanima.

  • Os eleitos demoniocraticamente SÃO pequenos ditadores, que precisam entrar em acordo com os demais para formar uma maioria e assim imporem sua vontade.

    Não são os eleitos os maiores beneficiários, pois precisam beneficiar os PARASITAS ESTATAIS e TIRANOS não eleitos que ocupam a alta hierarquia estatal.
    Ou seja, para ganharem o “direito” de tiranizar, precisam estar alinhados com os interesses da ELITE da CLASSE ESTATAL. Se alinhados com os “exércitos” burocraticos poderão agir como tiranos e ladrões sobre a população pagadora de impostos:
    (quem RECEBE impostos NÃO PAGA, já que se ninguém pagar os recebedores nada pagarão por nada obterem).

    Enfim a ESSÊNCIA do Poder não são os eleitos, mas aqueles que estão vitalicios no Poder.
    O único meio de deter o Poder formal seria a insubordinação dos OBEDIENTES que possuem a força de fato. (Etienne de la Boétie espantou-se com a submissão)

    Porém, a mente é naturalmente predisposta para a lógica (compreensão dos fatos) e por tal conforta-se com a EQUIDADE, no sentido se SIMETRIA ou RECIPROCIDADE. Porém as FALÁCIAS (falsa lógica) SUBVERTEM a RAZÃO e transformam os “ser racional” num completo animal adestrado.

    Foi Rousseau que teve a grande sacada para resolver o enigma sobre força, como praxis, e justiça como raciocínio:

    “O forte não será sempre o mais forte se não fizer de sua força um direito e da obediência um dever”

    Pronto! …eis aí a essência da tal democracia “montesquiana”. A FALÁCIA da Democracia subverte a razão do rebanho popular que se submete bovinamente a seus “vaqueiros” e estes aos “pecuaristas” que os controlam.

  • Como SUN TZU bem ensinou, o ideal é vencer o inimigo, ou vítima, sem precisar lutar abertamente e por tal o ideal é SEMEAR a CIZÂNIA dentre o inimigo. Até mesmo destruindo-lhe a alimentação pois a fome e a sede atiçariam ânimos, derrubariam o moral e ainda facilitariam as desavenças, fazendo-os lutar entre si pela disseminação de fofocas, dado os ânimos exaltados de quem tem fome e sede e posteriormente se entregam sem forças.

  • CADÊ o ex-governador fernando pilantrel, p/t (MG) que está escondido e não quis falar sobre a tragédia trabalhista da empresa vale?
    PRENDA-O.

  • Eu me pergunto sempre: Como esse tal de “Sempre Mais do Mesmo” tem tanto tempo ocioso pra escarrar ‘livros’ aqui no terça livre. Não consegue ser mais objetivo não? Tem que ocupar uma página inteira com lorotas? PQP.

  • André Chagas,

    eu sou homem e gosto só de mulher.
    Portanto você esta perdendo seu tempo tentando chamar minha atenção.

  • http://www.pt.org.br/maria-do-rosario-nao-permitiremos-que-a-extrema-direita-nos-use-uns-contra-os-outros-companheira-manuela/
    Vale o registro da Maria do Rosário que documenta a unidade de ação da esquerda nacional, embora essa senhora não passe de uma figura estapafúrdia. Como sempre relembra o Allan, temos de aprender com a esquerda: enquanto eles lançam livros, séries, novelas para fomentar a narrativa mentirosa é imperativo que saibamos documentar o presente para preservar o futuro.

  • Senhores, depois de dois pontos, tendo aspas, usa-se letra maiúscula. É uma citação de alguém, independente da frase, e não continuidade da frase. Usas-se letra minúscula, caso não haja aspas. Se não concordam, revejam os livros de Português do ensino fundamental.

    Parabéns pelo site.

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