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Dias Toffoli tirou a tornozeleira de José Dirceu sem nem precisar ser provocado pela defesa do petista

O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli resolveu aliviar para o ex-ministro, guerrilheiro e condenado por corrupção José Dirceu.

Em posição monocrática ele cassou a decisão do juiz Sérgio Moro que impôs o uso de tornozeleira eletrônica para Dirceu. Mesmo condenado em segunda instância, Dirceu se encontra fora da cadeia graças a Segunda Turma do STF.

Agora, mais uma decisão favorável a um dos homens que foi um dos mentores do esquema de corrupção sistêmica dos governos petistas, tanto na gestão do condenado Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula (PT), quanto na da ex-presidente alvo de impeachment Dilma Rousseff (PT).

Dirceu – que fez o que fez – agora ficará livre, leve e solto…

Moro havia decidido – no dia 29 – que Dirceu fosse até Curitiba para colocar a tornozeleira até o dia 3 de julho. O magistrado, que é responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, entendeu que diante da decisão da Segunda Turma do STF, deveriam ser retomada as medidas cautelares impostas ao ex-ministro.

Mas, Toffoli resolveu aliviar ainda mais para José Dirceu. Todavia, não é apenas isso: com a decisão e Toffoli, Dirceu pode deixar o país, a cidade de domicílio e até mesmo se comunicar com outros acusados ou testemunhas.

Para tomar sua decisão, Toffoli agiu de forma mais eficiente que os advogados de defesa de José Dirceu, pois sequer precisou ser provocado para liberar de vez o condenado petista.  O ministro ainda justificou sua ação como sendo por conta de notícias postas por “veículos de comunicação da imprensa brasileira”.

Se antes os petistas diziam que a Justiça julga com base na imprensa, agora eles se veem diante deste fato: o dia em que um ministro do STF julgou com base em jornais. Claro, mas neste caso eles silenciarão…

Toffoli precisou de apenas sete páginas para ser mais eficiente que a defesa de Dirceu. Assim, como diz a própria decisão, Dirceu terá assegurada a sua liberdade plena até a conclusão do julgamento sobre a suspensão da execução da pena.

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