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Docentes pela Liberdade: mais de 40 relatos de perseguição ideológica contra professores universitários

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O Terça Livre ouviu ontem (7/10) a professora Aline Loreto, organizadora do livro que reúne relatos de perseguição ideológica contra professores universitários.

As histórias foram enviadas aos membros do movimento Docentes pela Liberdade (DPL).

A organizadora conta que após a formação do movimento dos docentes, os professores começaram a procurar seus direitos na Justiça e descobriram que não haviam registros nas universidades dos relatos de agressão que eles sofriam, então surgiu a ideia do livro. A partir deste ponto, em menos de um mês, pelo menos quarenta histórias de discriminação por preferências políticas foram coletadas.

Entre os relatos trágicos, Aline destaca um que o professor foi perseguido ao ponto de sofrer um AVC tronco cerebral, que foi comemorado pela esquerda num bar na frente da universidade e nas redes sociais, por professores e alunos, militantes.

Como é que a universidade brasileira é hoje um lugar plural? É hoje um lugar onde todas as vozes podem essas posicionar, dizer o que pensam? Ou será que hoje a universidade brasileira é um local onde se reproduz apenas uma ideologia, que é a ideologia de esquerda, e aqueles que ousam se voltar contra essa ideologia são reprimidos das mais diferentes formas?“, indaga, retoricamente, a organizadora da obra.

O livro está em fase de organização e a previsão inicial de lançamento é o final de dezembro.

Confira a entrevista completa

Sobre o Colunista

Ricardo Roveran

Ricardo Roveran

Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escrevo por amor e nas horas vagas salvo o mundo.

Twitter: @RicardoRoveran

10 Comentários

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  • Acabar com órgãos de “utilidade pública” como o DOPS e o DOI-CODI foi como retirar as ratoeiras e espalhar o queijo para a CORJA maldita de ratos.

  • Isso é o que acontece quando ficam de conversinha paz e amor com quem ataca com todas as forças! A democracia no Brasil só serviu pra esses movimentos se armarem!.

  • A segregação não ocorre apenas nas universidades. É fato que há “aparelhamento” na educação com viés ideológico de esquerda nas escolas públicas e privadas nos segmentos desde o Infantil ao Ensino Médio. Nas instituições privadas a segregação é feita sistematicamente com o famoso “gelo”, ou seja, passam a ignorar o colega que tem preferência ou até mesmo os que não tem manifestação político partidária. O clima no ambiente de trabalho é hostil. Não chegam a agredir verbalmente mas, manifestam desprezo que, para alguns colegas é penoso. Os Sindicatos dos professores em São Paulo são tentáculos da esquerda fervorosa. A maioria dos professores tiveram uma formação com viés ideológico de estrema esquerda. Isso tudo é fruto da Revolução Intelectual planejado e bem executado pelos malfeitores da Nação Brasileira. As Universidades se tornaram “consulados” para disseminação de ideologia comunista e socialista. O crime organizado nas suas mais diferentes faces passaram a agir livremente nesses lugares. Graças a Deus, meus filhos estudaram em Universidades Públicas de São Paulo e do Paraná e não se contaminaram, todavia um deles está a ponto de perder o mestrado que “in tese”, no meu entender, se deve por ignorar, ou seja, não se manifestar nem contra nem a favor do movimento #Lula livre.

  • Toda a universidade deveria ter câmeras para que as imagens pudessem ser usadas para processar esses vagabundos.

  • Incrível como tem gente que acredita em qualquer mentira se enfiar nela a palavra esquerda. Difamação contra adversário existe desde que o mundo é mundo, acordem!

  • Muita credibilidade de uma página cujo o representante afirma que Cuba tem armas nucleares. Toda forma de perseguição é lamentável, mesmo que eu discorde ideologicamente de alguém de direita, jamais consideraria comemorar um AVC. Caso seja verdade, coisa que duvido, presto meus sinceros desejos de recuperação. Entretanto, deixando a questão de saúde de lado, não é de bom tom um veículo informativo ser tão superficial sobre as inimizades existentes na Universidade que dificilmente se fundamentariam e uma simples divergência política. Eu, sendo de esquerda, conheço e tenho amigos de direita. Existem discussões, divergências e etc, mas nunca houve tal baixeja no tratamento. Creio que isso é o pior dos vitimismo, ou seja, se colocar como perseguido… Ora bolas… A Universidade tem um concurso que avalia currículos, diplomas e habilidades… Seriam os professores de esquerda mais preparados em média que os de direita? Porque eles dominam em um ambiente de concorrência aberta?

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