Dodge diz que atuou para combater corrupção e defender mulheres, indígenas, minorias e questões ambientais



A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, participou nesta quinta-feira (12) de sua última sessão no Supremo Tribunal Federal (STF) enquanto representante do MPF. 

Seu mandato termina na próxima terça-feira (17). Dodge recebeu homenagens do presidente do STF, Dias Toffoli e dos demais ministros.

Em discurso, Toffoli disse que a procuradora deixou um legado, fez um trabalho exemplar e “foi firme e corajosa para promover a efetivação do direitos das pessoas e proteger a ordem constitucional”.

Já Raquel Dodge disse que, durante seu mandato, atuou para combater a corrupção, em defesa das mulheres, dos indígenas, das minorias e questões ambientais. 

A procuradora-geral também falou sobre a independência do MPF e elogiou a atuação do Supremo.

“No Brasil e no mundo surgem vozes contrárias ao regime de leis, ao respeito aos direitos fundamentais e ao meio ambiente sadio também para todas as gerações. Neste cenário, é grave a responsabilidade do Ministério Público, mas é singularmente importante a responsabilidade do STF para acionar o sistema de freios e contrapesos para manter leis válidas perante à Constituição”, ponderou. 

Com informações, Agência Brasil

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Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

"Cheguei mesmo à conclusão de que escrever é a coisa que mais desejo no mundo" (C.L.) | Jornalista, Católica, 22 anos,

7 Comentários

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  • Em toda profissão existe viés político e nos cargos públicos isso é ainda mais complicado devido a proximidade real com o jogo do poder político.

    A meu ver Raquel Dodge cometeu alguns erros na PGR, como naqueles casos em que aceitou queixa-crime contra Jair Bolsonaro ferindo o conceito constitucional de Imunidade Parlamentar, fruto de uma visão coletivista nublada e enviesada que contaminou muitas autoridades por ideologias promovidas pelos globalistas e pelos marxistas mas nada que manchasse a carreira dela como envolvimento ou favorecimento a corrupção.

    É preciso entender que nenhum brasileiro poderá se orgulhar de outros brasileiros empossados em altos cargos do governo se não houver a certeza de que todos lutamos pelos interesses de nossa nação então diante da incerteza acerca do trabalho de alguma autoridade não deveríamos nos apressar a cometer julgamentos de valor sob pena de favorecermos aos inimigos externos do Brasil.

    Na era da informação estamos mal acostumados a ter muita informação e a fazermos análises precipitadas ignorando que a História se incumbirá naturalmente de trazer as respostas que achamos que temos hoje.

  • Só discurso que todo globalista fica repetindo. Esqueceu de defender o Brasil e deixou ele ir para o buraco com a corrupção. É isso que acontece quando você coloca um globalista em qualquer posto do estado ou governo. Ele não vai defender os interesses do país e sim o que os organismos internacionais querem.

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