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Duas pessoas são mortas em universidade no norte dos Estados Unidos

Um estudante assassinou duas pessoas no campus da Universidade Central de Michigan, norte dos Estados Unidos, nessa sexta-feira (2) informou a instituição, enquanto as autoridades procuravam o atirador.

A universidade notificou que as duas pessoas mortas nos dormitórios da instituição não eram estudantes. No entanto, não forneceu detalhes sobre as identidades.

“Duas pessoas receberam disparos que causaram sua morte no Campbell Hall, no campus, esta manhã. Os mortos não são estudantes e a Polícia acredita que a situação desatou por um assunto doméstico”, afirmou a universidade em um comunicado.

Um agente da Polícia da universidade identificou o suposto autor dos disparos como James Eric Davis, de 19 anos, e estudante universitário.

Davis era conhecido por seus problemas com a lei. A Polícia o levou ao hospital na noite anterior aos disparos por um “tipo de incidente relacionado com drogas: uma superdose, ou uma má reação às drogas”, informou o porta-voz da Polícia do campus, Larry Klaus, em coletiva de imprensa.

O campus se manteve fechado horas depois do ocorrido, pois o suspeito ainda não havia sido localizado pelas autoridades.

A Polícia percorria o campus e as áreas próximas com helicópteros e oficiais a pé.

Agentes federais do Birô de Álcool, Tabaco e Armas de Fogo foram enviados ao local, na cidade de Mount Pleasant, em Michigan, para ajudar nas buscas.

– Presos nas salas

Nikolas Cruz, o responsável pelo ataque a tiros na Flórida, tinha antecedentes criminais por confrontos com as forças de ordem, que se viram atingidas por não terem evitado a tragédia apesar das múltiplas advertências recebidas.

Ainda não está claro que tipo de arma foi usada no crime de Michigan, ou como ela foi adquirida. As leis estaduais permitem o porte de armas com uma autorização, enquanto a Universidade Central de Michigan as proíbe em todo o campus – lei que obviamente não impediu que o jovem cometesse o crime.

A reação ao ataque foi rápida nesta sexta-feira de manhã, com múltiplas advertências nas redes sociais poucos minutos após o incidente, às 13h30 GMT (10h30 de Brasília), nas quais pediam aos estudantes e funcionários da universidade para que ficassem onde estivessem.

Horas depois, alunos e trabalhadores continuavam presos em salas e dormitórios. As aulas foram canceladas e às pessoas que estavam fora do centro foi pedido que se mantivessem distantes da zona, muitos deles pais que iam buscar seus filhos, já que em um dia o campus fechava pelo começo do “spring break”.

“A universidade está tomando todas as precauções. A prioridade agora é a segurança”, afirmou o porta-voz da instituição, Sherry Knight.

Informações: Agence France-Press

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