Luis VilarNotíciasPolítica

É Bolsonaro! Nao podemos perder essa chance por conta das mentiras vermelhas

De forma didática, o professor e articulista alagoano Yuri Brandão ressalta de forma cirúrgica a importância da eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para presidente do Brasil e as razões pelas quais, em meio ao jogo retórico que vem sendo usado por parte da grande mídia, não devem ser levados em conta determinados discursos dos mais “sensíveis” a algumas declarações do candidato. É tudo jogo de cena!

Antes de mais nada, é preciso compreender que o conceito de “fake news” não se trata apenas da classificação daquilo que é flagrantemente falso, mas também da imposição da mentira por meio da utilização das meias verdades. Nisto, há até uma prática de Goebbels, ao insistir em uma falsidade de forma repetida até virar verdade.

No caso de Jair Bolsonaro, ele tem sido vítima disso, sobretudo por conta declarações reais, mas retiradas do contexto ou levadas ao exagero para se criar um espantalho. Do outro lado, aqueles que de fato ameaçam a democracia, por seu viés autoritário oriundo das cartilhas marxistas e/ou gramscianas, encontram o benefício desta mesma grande mídia.

É o caso do deputado petista que já defendeu o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) ou até mesmo do condendo José Dirceu (PT), que agora pousa em entrevista com a “inteligência” orgânica desse país ignorando seu recente passado, quiçá o mais distante. Dirceu já falou em “tomar o poder”, já se reuniu com caciques do estamento burocrático, como quando esteve com o senador Renan Calheiros (MDB) em Alagoas e por aí vai.

É a grande mídia que torna as ameaças reais como palatáveis, e aquele que é a única opção contra o estamento como ameaça.

Dito isto, convido o leitor para ler com bastante atenção as palavras de Yuri Brandão. Professor de Língua Portuguesa, Brandão já ocupou lugar de destaque em vários veículos de comunicação de Alagoas desnudando a hipocrisia revolucionária e colocando realmente os pingos nos is.

Em texto tão corajoso quanto importante, pontua o que de fato – nessa reta final – precisa ser pontuado.

Boa leitura:

“BOLSONARO: O DEPUTADO, O CANDIDATO E O PRESIDENTE. OU: UMA SUGESTÃO, UM DESAFIO E UMA EXPLICAÇÃO

Sugiro que todos os que ainda não assistiram ao ótimo vídeo do deputado e candidato Bolsonaro dirigido aos manifestantes paulistas, no domingo, façam-no com serenidade, sem paixões, sem torcida.

Já o desafio é a todos os esquerdistas e àqueles ditos liberais ou centristas que ficaram horrorizadinhos com a parte do discurso na qual o deputado e candidato Bolsonaro afirmou que os marginais vermelhos resistentes à lei vão ou para a cadeia, ou para fora do Brasil. O banimento, se é que foi esse o sentido, é constitucionalmente inviável; a cadeia, porém, deve ser mesmo o lugar de marginais resistentes ao império da lei, e os vermelhos são os que mais ilustram essa resistência ou afronta. O histórico fala por si. Mostrem-me onde está o erro do deputado e candidato, desde que considerada contextualmente a seguinte e brevíssima explicação.

É claro que, em meio a verdades e necessidades urgentes, como, por exemplo, a de cortar a verba pública destinada a coletivos esquerdistas arruaceiros (medida acertadíssima!), há alguma retórica eleitoral no excelente discurso do candidato. Faz parte do jogo. É comum, em um discurso, a sinergia entre a razão, para buscar convencer, e a emoção, a fim de persuadir. Qualquer um que já tenha estudado Retórica não ignora que se trata de instâncias distintas e, frequentemente, complementares.

Bolsonaro sabe que nem toda inflamação discursiva cabível numa campanha e no âmbito do Legislativo, e até típica de ambos, pode ser fomentada ou materializada no Executivo, divisão funcional do poder mais sentida diariamente pelo povo. Talvez seja mais fácil lidar com as atividades legiferante e fiscalizadora do que com a gestão e aplicação de tanto dinheiro dos contribuintes, o que implica efeitos mais imediatos na vida de milhões de pessoas, cada qual com um drama, um anseio, uma história. Ser gestor público hoje no Brasil é missão hercúlea, inclusive por causa do moralismo justiceiro de alguns membros de órgãos de controle e fiscalização.

Sim, é possível e desejável a um gestor público, e mais ainda a um presidente da República, manter a austeridade moral e coibir ou enfrentar vícios, permissividades e hábitos daninhos ao erário e ao cidadão, conduta esta a ser estimulada nas famílias, nas escolas, nas igrejas, etc., de modo que se torne uma constante na cultura de uma sociedade. A postura de um chefe do Executivo, entretanto, tende a ser menos arisca do ponto de vista retórico-discursivo, por mais que a assertividade, até então presente no Legislativo ou na eleição, esteja ou estivesse adequada.

“Grosso modo”, especialmente a depender das circunstâncias vividas por uma nação, a figura do parlamentar e a do candidato estão um pouco mais inclinadas à dialética e ao combate, enquanto a do gestor volta-se um pouco mais ao diálogo e à busca de entendimento, e uma das razões para esse tipo de variação repousa, creio, no fato de que a vida é concretamente vivida nos municípios, nas cidades, nos bairros, nas ruas, nas casas, onde a presença de segurança, água, energia elétrica, saneamento, comida e quejandos impacta o dia a dia de pessoas reais, de carne, osso e alma. É o administrador que está na ponta desse mister.

Nesse sentido, a eventual belicosidade de um discurso, legítima ou não, segundo a força das circunstâncias, a necessidade da situação comunicativa e a expectativa do auditório, cede espaço a soluções práticas que resguardem um mínimo senso ético, construído culturalmente e integrado a uma espécie de patrimônio comum do povo, para além do sujeito psicologizado (POPPER, no livro “Conhecimento objetivo”, e FREGE, no texto “Sobre o sentido e a referência”).

Estou convencido de que o atual deputado e candidato Bolsonaro fará um bom governo, a despeito de toda sorte de pressões e ataques dos quais já é alvo. Deve, sim, ser intransigente com a corrupção, com o crime organizado e com as pautas progressistas que ferem de morte o núcleo da civilização ocidental, como o aborto, as drogas e a ideologia de gênero, a título de exemplo. Mas, como Presidente do Brasil, haverá de saber dialogar, no que couber, com todos os setores não selvagens da sociedade e com os Poderes instituídos, em busca de uma vida melhor e digna para os brasileiros. O desafio, senhores, é tremendo.

Por ora é isso”.

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4 Comentários

  1. Infelizmente, as fake News contra o capitão surgem efeito contra os mais ignorantes. Um parente meu, que é ignorante no sentido cultural do termo, semianalfabeto, origem humilde etc, etc… estava muito preocupado com o fim do 13°;

    Hoje quando fui almoçar, vi um tipo “bronco”, resmungando que cada dia aparece uma coisa nova de cada um e que para ele qualquer um que entrar vai ser uma merda.

    Nosso povo ainda é muito ignorante, inconsciente das grandes questões como marxismo, globalismo, reais intenções dos candidatos.

    A verdade é que essa eleição o PT vai perder – a direita ganhar é um epifenômeno.
    Muito, muito trabalho pela frente.
    Que Deus passe na frente, que essa vitória não seja para eleger o Cangaciro daqui a quatro anos e que dê tudo certo.
    Cansado,ansioso,preocupado… #tmjB17

  2. Comunicação SEM ostentação de EMOÇÃO não toca no eleitorado que dificilmente reflete racionalmente sobre as questões, mas apenas se deixa CONTAGIAR por EMOÇÕES aparentemente dignificantes.
    .
    É a HERANÇA SÍMIA: a esquerda ostenta efusivamente EMOÇÕES, faz CARETAS de INDIGNAÇÃO tanto quanto expressa CANDURA ao falar dos crimes de seus ídolos. SEMPRE opondo um PIEGUISMO MORALÓIDE:
    Se malham a ditadura cubana eles argumentam com a “igualdade” lá existente e com a “medicina de ponta”. São mentiras que lhespermite NÃO SE SUBMETEREM ao DISCURSO ADVERSÁRIO. Por isso se cacifam para posar de democráticos: NUNCA ADMITEM NADA. Ao contrario, qualquer crítica é rebatida com OSTENTAÇÃO de ORGULHO e CONVICÇÃO. …Isso é MACAQUEADO em busca da mesma EMOÇÃO GRATIFICANTE que OSTENTAM.
    .
    Quem não é de esquerda (socialista defensor do Estado Totalitário) precisa ostentar EMOÇÃO DIGNIFICANTE ao expor suas idéias!
    .
    É preciso combater o MORALISMO PIEGAS da esquerda, é preciso OSTENTAR ORGULHO na DEFESA da LIBERDADE!

  3. Jair Bolsonaro é o agente aglutinador que o povo brasileiro encontrou para tornar realidade toda vontade de voltar a ser uma nação em direção do crescimento,prosperidade,respeito a propriedade privada,respeito pela vida humana,dos direito humanos à humanos direitos,das leis,das tradições que fizeram do Brasil uma nação,da valorização,da meritocracia,da ordem,da autoridade pelo exemplo,do direito de viver livre de ideologias sócio-comunistas,esse é o Jair Bolsonaro.

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