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É cedo para falar de Rogério Galloro, mas é preciso acompanhar seus passos na PF

Ainda é cedo para saber o que esperar do delegado de Polícia Federal, Rogério Galloro, o novo diretor-geral da corporação.  Ele substitui Fernando Segovia, que tinha ligações com o ex-senador José Sarney. O que se quer é o óbvio: que a PF não tenha qualquer tipo de conotação política, sobretudo em épocas de Lava Jato.

Galloro ingressou na Polícia Federal em 1995. Tem mais de 22 anos de carreira e já ocupou outros postos estratégicos na corporação. Foi adido da Polícia Federal nos Estados Unidos e superintendente em Goiás.

Segovia deixa o cargo por se envolver em episódios polêmicos, como quando sugeriu que a PF recomendasse o arquivamento do inquérito contra o presidente Michel Temer (MDB), no caso do Decreto dos Portos. Isso por si gerou a possibilidade de se pedir – via Ministério Público Federal – afastamento de Segovia por se manifestar sobre inquéritos.

Nesse sentido, o governo resolve uma crise institucional. Acerta na mudança. Mas são as posições de Galloro daqui para frente que vão permitir uma análise do posto que ocupa nesse momento. É natural que Galloro seja “vigiado” em suas ações por meio de análises.

A Polícia Federal, nos últimos anos, foi de suma importância para desbaratar o estamento burocrático que se formou nesse país e a corrupção institucionalizada instaurada pelo PT e seus aliados, o que inclui o PMDB de Temer.

É de se esperar que, diante das mudanças, Galloro tenha total independência para desempenhar sua função. E aí, doa em quem doer…

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