Em entrevista, interventor diz que ação no RJ será laboratório para o país  - Terça Livre TV
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Em entrevista, interventor diz que ação no RJ será laboratório para o país 

Em coletiva de imprensa, no dia de hoje, 27, o interventor federal na Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro, general do Exército Walter Souza Braga Netto abriu a possibilidade da ação adotada naquela unidade da federação ser exemplo para ações futuras em outros estados.

Estaria o governo de Michel Temer (MDB) apostando na possibilidade da federalização da segurança pública? O presidente vem sofrendo críticas sobre a forma como conduziu a intervenção, sem um planejamento prévio com as Forças Armadas, e a possibilidade de buscar “louros políticos”.

A forma como a intervenção foi feita recebeu críticas até do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL). Como presidenciável, a temática da segurança pública tem sido uma das prioridades do parlamentar. Isto não é se posicionar contrário a intervenção, mas questionar de maneira crítica a forma como o processo se deu e as intenções do governo federal.

Para Braga Netto, o que ocorre hoje no Rio de Janeiro “é um laboratório para o Brasil”.  “As inteligências, elas sempre funcionaram. Quando você centraliza e unifica o comando, a tendência é que isso agilize o trabalho de inteligência. O que deverá ocorrer agora é uma maior agilidade. O Rio de Janeiro, ele é um laboratório para o Brasil. Se será difundido o que está sendo feito aqui para o Brasil, aí já não cabe a mim responder”, pontuou o general.

O interventor – durante a coletiva – ainda defendeu o fortalecimento e valorização das polícias, investimentos em setor de inteligência e fortalecimento das corregedorias. Para ele, a intervenção tem que deixar um legado que reestruture a segurança pública do Rio de Janeiro e recupere a credibilidade.

“Nossa missão é recuperar a capacidade operativa dos órgãos de segurança pública e baixar os índices de criminalidade no Estado do Rio de Janeiro”, frisou. O general entretanto não soube precisar os recursos que serão investidos, mas ressaltou preocupação em resolver salários atrasados dos que fazem a segurança pública no Estado.

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