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Escola Sem Partido avança na Câmara

O projeto de lei que busca instituir a Escola Sem Partido foi debatido na terça-feira (08) em uma comissão especial da Câmara dos Deputados. O texto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para evitar que professores manifestem posicionamentos políticos, ideológicos ou partidários. O projeto também ressalta que educação sexual, moral e religiosa devem ficar a cargo da família, não das escolas.

O deputado Flavinho (PSC-SP) criticou, em seu parecer, a ideologia de gênero: “Procura-se impor às crianças e adolescentes uma educação sexual que visa descontruir a heteronormatividade e o conceito de família tradicional em prol do pluralismo e diversidade de gênero”.

Caso a lei seja aprovada, entrará em vigor em dois anos.

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3 Comentários

  1. Para a geração anterior, uma calamidade, para a geração posterior, talvez uma esperança de ensino livre da bebedeira ideológica. É uma pena que a geração anterior ainda continuará contaminada com construtivismo de Vygotsky e, talvez, contaminará os alunos da geração seguinte com as deformações recebidas da geração anterior de professores. O processo de descontaminação será longo e cansativo, mas o Escola Sem Partido está dando um passo extremamente importante para a educação brasileira, apesar de que o efeito dará-se somente daqui meio século.

  2. O mundo jaz no Maligno e, como já informado, tem caminhado à encontro da destruição. O mundo passa, bem como, a sua concupiscência mas aquele que faz a vontade de Deus permanece eternamente. Quer creiam ou deixem de crerem.

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