Estudo da NASA desmente ambientalistas e comprova que Brasil preserva mais de 66% da vegetação nativa. Embrapa já sabia



Dados da NASA sobre a agricultura no Brasil

Por: Carlos Sodré Lanna – Agência Boa Imprensa

Como sabemos, a NASA (Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço) é uma agência do governo dos Estados Unidos responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial.

Essa agência e o serviço geológico dos EUA publicaram recentemente um estudo sobre as áreas cultivadas do nosso planeta a partir de monitoramento feito por satélites.

Em relação ao Brasil, a NASA calculou a nossa área de lavoura em 63.994.479 hectares, correspondentes a 7,6% do total dos 8.515.767.049 km2 do território nacional.

Por sua vez, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) havia feito esse mesmo cálculo em 2016, também via satélite, chegando a um resultado muito próximo: 65.913.738 hectares ou 7,8%.

Evaristo de Miranda, Coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica – GITE da EMBRAPA. (Foto: Agência Senado).

Os números da NASA indicam percentual um pouco menor, mas segundo Evaristo de Miranda — doutor em ecologia e chefe geral da Embrapa [foto ao lado] —, uma pequena diferença de 0,2% é normal entre dados brasileiros e norte-americanos.

O estudo americano, citado em um artigo de Evaristo de Miranda, revela que a maior parte dos países utiliza de 20% a 30% de suas terras com atividades agrícolas, sendo que as nações que integram a União Europeia fazem uso de 45% a 65% de seus territórios para essa finalidade.

Miranda afirma em seu artigo que a parcela dedicada pelos produtores à preservação da vegetação nativa e da biodiversidade em seus imóveis rurais corresponde a 21% do nosso território. Informa ainda que são mais de 177 milhões de hectares registrados no CAR (Cadastro Ambiental Rural), sem nenhuma compensação financeira nem ajuda governamental.

Como se vê, trata-se de um cenário muito diverso do apresentado de modo descabido e desonesto por muitos ecologistas desinformados e de visível má fé, pois se percebe que o percentual de áreas destinadas à agricultura no Brasil é extremamente abaixo da média mundial.

Mapeamento

Esses dados e mapas, confirmados agora pela NASA e certamente pelo Censo Agropecuário, deverão ser divulgados para reduzir a visão distorcida sobre a agricultura brasileira.

O mapeamento considera que o Brasil possui uma extensão territorial de 845 milhões de hectares, dos quais 63,99 milhões são utilizados como área de cultivo. Bem menos, por exemplo, do que os Estados Unidos, em cujo território de 914 milhões de hectares são cultivados 167 milhões de hectares, o equivalente a 18,34% da área nacional.

Evaristo de Miranda destaca que apresentou suas estatísticas durante palestra na SNA (Sociedade Nacional de Agricultura). Em relação à ocupação de nossas terras, ele mostrou que 61% do País são ocupados por vegetação nativa e 38,7% por propriedades rurais, nas quais há 11% de vegetação, 8% de lavouras e florestas, e 19,7% de pastagens.

As cidades macrologísticas e mineradoras, entre outras, somam 11,3 %.

Os números da NASA e da Embrapa podem rebater as criticas das comunidades internacionais de que os agricultores brasileiros são desmatadores. O estudo da NASA demonstra como o Brasil protege e preserva vegetação nativa em mais de 66% de seu território e cultiva apenas 7,6%.

A Dinamarca cultiva 76,8% dez vezes mais do que o Brasil, a Irlanda 74,7%, os Países Baixos 66,2%, o Reino Unido 63,9% e a Alemanha 56,9%.

A maior parte dos países utiliza entre 20% a 30% do território com a agricultura. Os da União Europeia usam entre 45% a 65%, os Estados Unidos 18,3%, a China 17,7% e a Índia 60,5%, enquanto os agricultores brasileiros usam apenas 7,7% com muita tecnologia e profissionalismo, afirma Evaristo de Miranda.

As maiores áreas cultivadas estão na índia (179,8 milhões de hectares), nos Estados Unidos (167,2 milhões de hectares), na China (165,2 milhões de hectares) e na Rússia (155,8 milhões de hectares). Esses quatro países utilizam 36% da área cultivada do planeta. O Brasil ocupa o quinto lugar, seguido por Canadá, Argentina, Indonésia, Austrália e México.

O chefe da Embrapa explica que o trabalho conjunto da NASA e do Serviço Geológico dos Estados Unidos faz um amplo levantamento, com o mapeamento e o cálculo das áreas cultivadas no planeta baseados em monitoramentos por satélites. Durante duas décadas a Terra foi vasculhada detalhadamente, em imagens de alta definição por pesquisadores, que comprovaram os dados publicados pela Embrapa. Os europeus desmataram e exploraram intensamente os seus territórios.

A Europa (sem a Rússia) detinha mais de 7% das florestas originais de seus países e hoje tem apenas 0,1%. A soma das áreas cultivadas da França (31.795.945 hectares) com as da Espanha (34.994.709 hectares) equivale àquela cultivada no Brasil (63.994.709 hectares), explica o especialista da Embrapa.

O mapeamento considera que o Brasil tem uma extensão territorial de 845 milhões de hectares, dos quais 63,99 milhões são utilizados para área de cultivo, bem menos que os Estados Unidos.

O território americano possui 914 milhões de hectares, dos quais 167 milhões são cultivados, o equivalente a 18,34% da área nacional.

Psicose ambientalista

S.A.I.R. Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe do Brasil, no lançamento do livro Psicose Ambientalista. (Foto do site: “Verde: a cor nova do comunismo”)

Existe hoje uma verdadeira “psicose ambientalista” nacional promovida nos bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã no Brasil, como descreve muito bem o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança em seu livro Psicose Ambientalista. Nesta obra, Dom Bertrand afirma que “O Brasil é o principal alvo no fogo cruzado do debate e da pressão ambientalista internacional, com a Amazônia sempre nas manchetes. Engrossam esse coro grupos ambientalistas catastrofistas sustentados por ONGs internacionais”

E prossegue: “Há dois pesos e duas medidas nesse processo, pois sendo a China conhecida como a maior poluidora do universo, ela é incompreensivelmente pouco citada ou pressionada. Seria isso por ‘imunidades diplomáticas’ mútuas de ‘companheiros’ e ‘camaradas’”?

“O movimento ambientalista nacional e internacional, de orientação neocomunista, engendrou meios para engessar o agronegócio e as obras necessárias ao desenvolvimento nacional. Foram inseridas na legislação ambiental inúmeras proibições, restrições, punições destinadas a imobilizar os propulsores do nosso progresso agropecuário. Inexplicavelmente, muito disso se manteve no novo Código Florestal, que aparenta beneficiar o empreendedor agrícola, mas o impede de desenvolver e aplicar suas imensas potencialidades.”

“Esta parte é dedicada a avaliar as consequências da aplicação da legislação ambiental a ser aplicada na economia rural e nacional. São previstas tantas consequências funestas, que não seria exagero qualificá-las de crime de lesa-pátria.”

Fonte: Agência Boa Imprensa
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Redação TL

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21 Comentários

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  • Todo mundo sabe que não se pode acreditar nos “istas” brasileiros, ou seja, ambientalistas, especialistas e muitos outros “istas”, que aparelham as ongs e associações comunistas no Brasil.
    NA NASA PODEMOS CONFIAR

  • Excelente matéria.
    Gostaria de deixar uma sugestão para um possível matéria.
    Recentemente minha esposa ouviu de uma pessoa que vários agrotóxicos estão relacionados com a grande quantidade de crianças diagnosticadas com autismo ao redor do mundo e que, inclusive, existem estudos comprovando isso.
    Obviamente ela fez questão de ressaltar que boa parte desses agrotóxicos estão na lista dos que o Governo do presidente Bolsonaro liberou recentemente no Brasil.
    Vale a pena investigar.

  • Só agora a NASA foi descobrir isso? Isso é de conhecimento geral entre os produtores rurais há muito tempo… Bom, quero ver agora os terroristas ecológicos contestarem a NASA, kkkkkk…

  • Vicente de Paulo, boa tarde!

    Lí em uma matéria que esse boato se deu devido uma pesquisadora (Stephanie Seneff) da área de ciência da computação no MIT (Massachussets Institute of Technology) em um evento dizer que ” O glifosato causará autismo em 50% das crianças até 2025″.

    Na matéria tbm diz que de acordo com a agência (Drops) de checagem de informações médicas, ela usou como base um gráfico de consumo de glifosato no mundo e outro com o registro de autismo. Deduziu sozinha sem apresentar nenhuma evidência que um é a causa do outro.
    Existem diversos relatos de professores e pesquisadores do Intituto LAHMIEI /Autismo e BCBA. Que dizem que o autismo está sendo “estudado e não tem relação nenhuma com o glifosato”.

    Hoje, os especialistas no assunto consideram que o Autismo é o distúrbio de neurodesenvolvimento em que a herança genética desempenha papel mais importante.

    É bem provável que sua esposa tenha escutado mais uma Fake News de algum esquerdista insatisfeito com o Governo Bolsonaro.

    Abração.

  • Nunca ouvi falar que algum desmatador entra ilegalmente em reservas para tirar madeira. Eles entram em propriedades que pode tirar madeira. E são pegos na maioria dos casos por falta de documentação que comprove que eles podem tirar aquela quantidade de madeira.

  • Achei que faltou muito nesse texto, nessa pesquisa realizadas pela Nasa e Embrapa. Quase nada se falou em pecuária. É sabido que o motivo do desmatamento da nossa Amazônia é causada pelo consumo de carne e por consequência da expansão da pecuária sobre nossa Amazônia e não a agricultora. Por que só se falou em agricultura e não no maior problema do desmatamento que é a pecuária? Estão querendo esconder números?

  • Seria ótimo se conseguissem também fazer um levantamento sério com relação ao uso de defensivos agrícolas (vulgarmente conhecidos como agrotóxicos), uma vez que estão fazendo um apocalipse com o assunto. Eu certamente não estou aqui defendendo o uso indiscriminado ou que se beba diretamente no gargalo dos defensivos, mas hoje se há abundância de alimentos a preços acessíveis, um dos fatores dá-se com certeza aos defensivos. Mas no fim, parece que tem gente que tem um fetiche se tiver de pagar R$100,00 num pé de alface orgânico.

  • Minha sobrinha com 5 anos, em uma viagem entre Goiás Minas Gerais e São Paulo e fez a mesma observação distorcida da Nasa e da matéria (mas sem interesses escusos), depois de ver quase todo o trajeto verde de eucalipto, café, cana, soja e pasto, ela me olhou diante de uma mega floresta de eucalipto e disse: “Por que estão tão preocupados com a natureza, olha quanta natureza?
    Mas nada disso é natural, a natureza tem seu equilíbrio e até água em desequilíbrio mata.

    Se Deus criou o planeta terra com toda biodiversidade de animais e matas, são as pessoas que tentam destruir por ganância ou afim de destruírem boas leis e o bom equilíbrio da criação de Deus que são ateus, ou contra Deus ou os que lutam para preservá-la?
    Estão brincando de deus, mas como não são Deus não podem medir ou prever consequências.

    E se ainda existem em algumas propriedades uma porcentagem de mata, é porque a lei (que estão tentando derrubar) obriga, mas eucalipto não é nativa, acaba com a qualidade da reserva de água do sub solo e não serve de alimento para ninguém, novamente só é plantado por ganância e muitas destas matas das propriedades como é citado na matéria são de eucalipto e não de mata verdadeira.

    Não precisa sair do Brasil para perceber o desequilíbrio climático, morei no sul, no sudeste e no centro oeste do país e pergunto: “São Paulo ainda é a terra boa? A terra da garoa?”

    Entre outras coisas que poderia aqui citar para mostrar o quanto a matéria e a leitura da Nasa são tendenciosas, pois mostram a realidade com lentes distorcidas, mas quem sofre com a falta d’água, ou com o calor excessivo, ou com a seca excessiva ou apenas com um clima que não mais se entende sabe e se ainda não sabe, vai saber quando a falta d’água piorar e o calor piorar onde estão as verdades e as “verdades” distorcidas.

    Para quem viaja de carro pelo Brasil, para quem vive as consequências climáticas citadas à cima, sabe que esta tendenciosa informação não condiz com a realidade, é basiada em superficialidade infantis .

  • Mais de 75% das florestas primárias do mundo não existem mais – (Eco4u/EBC – 10/08/2015)

    Dos 100% de suas florestas originais, a África mantém hoje 7,8%, a Ásia 5,6%, a América Central 9,7% e a Europa – o pior caso do mundo – apenas 0,3%. Embora deva-se mencionar o esforço de reflorestar para uso turístico e comercial, não é possível ignorar que 99,7% das florestas primárias européias foram substituídas por cidades, cultivos e plantações comerciais.

    http://www.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2015/08/mais-de-75-das-florestas-primarias-do-mundo-nao-existem-mais

  • Vamos lá!!! A primeira coisa que deve ser desmentida é esse “estudo” preciso feito pela NASA, não deixe-se ir pela mentirosa da NASA que diferentemente de ambientalistas tem muito menos precisão em calcular os efeitos do desmatamento, é muito melhor você mesmo fazer sua pesquisa e meter a caras no estudos para compreender do assunto.

    NASA:Em relação ao Brasil, a NASA calculou a nossa área de lavoura em 63.994.479 hectares, correspondentes a 7,6% do total dos 8.515.767.049 km2 do território nacional.

    Essa aparentemente é a única informação que realmente condiz com a verdade. De fato a área cultivada de nosso país é realmente pequena em relação a nosso território e essa área cultivada atualmente é de fato pequena se for comparar a área verde de nosso país. Porém, os cálculos da NASA não engloba a área de latifúndios improdutivos que há em nosso território, o que torna impreciso o cálculo feito pela mesma do quanto a nossa vegetação nativa está ameaçada, já que os números de latifúndios produtivos a cada ano diminuí e os latifúndios aumentam espantosamente a cada ano.

    O cadastro do INCRA — Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, de 1996, existia um total de 32.083 latifúndios improdutivos, cada um com mais de 1000 hectares. Uma área total improdutiva correspondente a mais ou menos 153 milhões de hectares, equivalente a soma do território total da França, Alemanha, Espanha, Áustria e Suíça. Em 2003 haviam um total de 112.463 de grandes propriedades (58.331 delas sendo improdutivas) comendo um total de 214,8 milhões em área (ha.) (sendo 133,7 milhões dessa área total de terras improdutivas), e, depois, ainda durante o governo lula, em 2010 o número de grande propriedades chegou ao número de 130,5 mil, equivalente a 318,9 milhões, chegando a comer uma fatia de 55,8% de toda a área rural cadastrada no INCRA.

    A área total desmatada para o estabelecimento de imóveis rurais (somando a área de minifúndios, pequenas e médias propriedades, como também grandes propriedades, improdutivas e produtivas) foi de 571.740.919 milhões de hectares. Isso é quase 9 VEZES o número dado pela NASA para fazer você acreditar que essa história de desmatamento avançado é balela, colocando em números mais simples para você entender a área ocupada por imóveis rurais corresponde pouco mais de 67,64% do total do 8.515.767.049 km2 do território nacional.

  • Gostei muito da matéria, parabéns!
    Li também alguns comentários e gostaria fazer alguns contra pontos.
    “Pessoa que pensa sem influência”: Deus criou a natureza e não quer que o homem a destrua” , é verdade, porém gostaria de lembrá-lo que Deus ordenou como um dos primeiros mandamentos “ cultivai a terra” . Sem agricultura e pecuária não tem alimentos, são 8 bilhões de bocas para comer. Haja terra para lavrar e cultivar. Deus se agrada que o homem plante e crie animais, não há nada de errado nisso.
    Outros comentários falam sobre que a matéria omite dados das áreas com pastagens. De fato não fala sobre isso, mas qual o problema? Que seja + 20% 0u 30% ainda sim seria muito menos que a maioria dos países Europeus, que são nossos maiores críticos. Os alimentos ainda são caros no Brasil, precisamos produzir mais para abençoar a mesa dos brasileiros com fartura, ainda há muita fome e pobreza, e ajudar o resto do mundo.

  • Vítor Sampaio, li seu comentário, você está confundindo alhos com bugalhos. A matéria fala sobre Lavouras, áreas cultivadas, em nenhum momento falou sobre propriedades rurais. Entenda a matéria faz um comparativo sobre áreas plantadas no Brasil e outros países. Preste atenção tem ler e saber interpretar!

  • Onde estão as referências para os estudos da NASA e da Embrapa?

    Boa parte da vegetação nativa do país corresponde ao bioma Amazônia, que ocupa cerca de 40% do território. Descontando esse dado, a proporção de área agrícola aumenta.

    Outra questão é que pastagem é usada para pecuária extensiva (gado solto) no Brasil, ao contrário dos países citados que utilizam pecuária intensiva (gado confinado), ocupando menos área e contribuindo pouco para o cálculo da área de produção agrícola nesses países.

    Segundo o suposto estudo, a pastagem é cera de 20% da área das propriedades rurais. Somados aos cerca de 8% de lavouras, tem-se cerca de 28% do território usado para produção agrícola, pouco abaixo da média mundial.

    Descontando os 40% da Amazônia, sobram 60%, resultando em metade do território usado para produção agrícola. Ainda assim, segundo os números citados do suposto estudo, a conta não fecha em relação a área de vegetação nativa.

    O autor deste texto deveria linkar os estudos citados pra conferência, é assim que a ciência funciona, se ele preza por honestidade. Se não isso aqui não passa de paranoia e ignorância.

  • Será que por traz desses dados catastróficos dos ambientalistas não estariam interesses econômicos internacionais sobre o nosso sucesso no agronegócio….

  • Quanta baboseira! A começar pelo viés ideológico canalha de dizer que ambientalista é mal informado e usa de má fé. Depois distorcendo o que está sendo dito por estudos do INPE, que antes da flagrante censura bolsonarista, divoulgou que houve “aumento do desmatamento”, nada se falou em proporção de lavoura em relação ao total do território, até porque não tem nem cabimento comparar os países europeus que tem civilizações que exploraram seus recursos naturais há muito mais tempo com o Brasil que tem 519 anos da colonização européia. O fato é que todos os países deveriam preservar o meio ambiente e não é porque o fulaninho da Europa tem menos áreas desmatadas que a gente possa fechar os olhos pro que ainda existe e deixar queimar a vontade. Mas esse site com certeza é mais um robozinho do governo, claramente tendencioso e distorcedor de fatos.

  • Fiquei um pouco confuso com esses dados. Se temos 61% de vegetação nativa e 38,7% de propriedades rurais, onde estão as áreas urbanas?

  • Vocês são uns canalhas mesmo. Não basta o que fizeram com Glen, inventando que ele tava no hospital sob efeito de cocaína, vcs são uns mentirosos descarados!! A NASA não desmentiu o INPE, a NASA confirmou os dados do INPE, vcs não postam fonte nenhuma pq ao invés de formar opinião ficam mentindo! https://earthobservatory.nasa.gov/images/145464/fires-in-brazil a NASA confirmou os dados a respeito da Amazônia no Brasil, mas a Amazônia não fica apenas no Brasil pra vcs que não sabem, nos outros países as queimadas estão menores em comparação com a nossa. A NASA não desmentiu, mas não vou dizer que vcs são desserviço pq vcs postam oq essa trupe de burro alienado quer ouvir.

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