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Exclusivo: “Me desligaram do Mais Médicos e um cubano assumiu meu lugar”

 


O programa da gestão petista “Mais Médicos” pode ter fraudado a inscrição de um médico brasileiro para beneficiar intercambistas. É o que denuncia o Dr. Marcos Nunes (36), residente de Itabuna, Bahia. O médico afirma que fazia parte do programa desde o ano de 2014, mas em Março deste ano foi desligado sem nenhum aviso prévio.

“Quando fui desligado a população fez um abaixo-assinado para que eu permanecesse no município, mas tive que me mudar de Salvador para Itabuna após terem me desligado do programa”, comentou.

O médico Marcos Nunes denunciou a suspeita de fraude ao Terça Livre TV.

Segundo ele, Damir Mompié Rodriguez, cubano, assumiu sua vaga em Março deste ano e assim permaneceu por algumas semanas. De acordo com o brasileiro, sua suspeita é de que o cubano tenha sido transferido para evitar especulações sobre a substituição. A descoberta revoltou o médico.

Já no final deste ano, com a saída dos médicos cubanos que ocupavam as vagas no programa, um novo edital foi lançado para profissionais brasileiros e Nunes aproveitou a oportunidade para tentar fazer sua inscrição, mas os problemas voltaram a ocorrer.

Após muita insistência para conseguir acessar o Sistema de Gerenciamento de Programas (SGP), plataforma que cadastra e permite a inscrição no programa, o médico ficou surpreso com o que descobriu: outra pessoa estava em seu lugar.

“Quando fui atualizar o meu cadastro me deparei com o registro de outra pessoa, com outro CPF, que atuou no estado de Goiás durante dois anos. Buscando o nome da pessoa constada na declaração, que seria em meu nome, apareceu o outro, em uma portaria expedida em 25 de Novembro de 2016, que concedeu o registro para o intercambista, Fábio Marlon Martins, que não tinha CRM no Brasil”, afirmou o médico brasileiro.

“Desconfio que alguém inseriu esse intercambista no meu sistema para beneficiá-lo”, completou.

Nunes agora busca justiça para o seu caso e denuncia que houve sabotagem em sua inscrição e que o favorecimento dos outros “profissionais” foi deliberado e motivado por um alinhamento ideológico.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), impôs regras de humanização para o programa Mais Médicos, negando, por exemplo, o acordo petista de entrega de mais da metade do salário dos médicos cubanos para a ditadura castrista. Cuba imediatamente saiu do programa e ordenou que os profissionais retornassem à ilha. Entre os médicos havia também agentes cubanos disfarçados.

Sobre o Colunista

Fernanda Salles

Fernanda Salles

Jornalista/Repórter

6 Comentários

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  • E onde estavam esses agentes disfarçados? Aposto que estavam nas comunidades ribeirinhas!
    Não sei de onde vocês tiram essa ideia ridícula. Será que qualquer um pode sentar em um consultório, atender os mais diversos tipos de patologia sem ser médico? Será que os avaliadores brasileiros foram tão incompetentes durante as diversas provas que esses estrangeiros fizeram antes de irem de fato trabalhar?

  • Vai levar algum tempo ainda para desaparelhar, desintoxicar o Brasil. Isso se alguém ainda tomar as rédeas sem dar trégua à petralhada.

    Um agente infiltrado não é um alienígena ao cargo que ocupa, no caso um médico, afim de atender ao objetivo de conhecer, analisar e repassar dados e informações.

    Uma pessoa comum aliciada ou um médico que passe informações à inteligência cubana já está infiltrado, já se trata de espionagem.

    Não há è cabimento se duvidar, como o caso acima. Ou é muita ingenuidade ou ignorância aguda de como funciona essa área. Ou ainda simples conivência. Quem vai saber?

    Sugiro ler sobre as relações dos agentes cubanos com a Venezuela de Chaves e (i)maduro e as suscetibilidades envolvidas entre os militares dos dois países.

    Santa ingenuidade batman…

  • Acada fia que passa sinta mais nojo da esquerda e em principal dos Petistas, de Lula de Dilma e toda essa raça que governou meu Brasil, sem minha permissão. Que Deus nos ajude a transfomar nosso país para melhor e dar um pouco de dignidade a nosso povo tão sofrido.

  • Lissiane, não se trata de ser agente de espionagem e se sentar em um consultório sem ter conhecimento, mas sim já ser médico e estar alinhado ideologicamente com o socialismo e agir como agente do estado. São duas atividades distintas, mas realizadas pela mesma pessoa.

  • Lissiane os “médicos” cubanos não passaram por nenhum tipo de avaliação antes de iniciarem o trabalho. Esses foi um dos pontos questionados pelo Presidente eleito.

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