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Facções são defendidas em jornais com dinheiro de magnata pró-drogas após ato de STF

george soros
 


Após a decisão do ministro Edson Fachin que proibia operações policiais em favelas do Rio de Janeiro durante a “pandemia”, diversos jornais publicaram nesta segunda-feira (3) um suposto estudo que apontava diminuição de mortes devido à baixa presença policial. 

A publicação liga-se à narrativa do magnata pró-drogas George Soros, alvo de protestos no mundo inteiro por sua interferência em países através do financiamento de movimentos de esquerda e proteção de criminosos.

As matérias de diversos sites são unânimes em dizer que a redução do policiamento, a partir da ordem de Edson Fachin, fez diminuir os enfrentamentos, salvando vidas. Eles afirmam que muitas dessas vidas salvas podem ter sido de policiais.

A redução nos tiroteios, porém, deixou em paz milhares de criminosos, livres em suas atividades, mantendo desprotegida uma imensa parcela da população que já vive sob a jurisdição do crime organizado, com o agravante da ampliação de território. Mesmo afirmando que precisariam mais estudos sobre o tema, o veredicto parece inquestionável para a maioria dos jornais que noticiaram os supostos estudos: polícia, pra que polícia?

A narrativa é a mesma dos grupos Antifa que, nos EUA, onde são classificados como terroristas, visam a limitar ou neutralizar a presença da polícia em diversas regiões.

Além de Estadão, Valor, ZH e até a Agência Brasil, o G1 também publicou reportagem sobre o resultado do estudo cuja autoria é o “Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos”, da Universidade Federal Fluminense (UFF). 

O grupo é ligado ao site claramente de esquerda “Novos Estudos”, hospedado no site do UOL (grupo Folha). Trata-se de uma iniciativa do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), órgão que atua com o dinheiro de parcerias nacionais e internacionais, como a Fundação Ford e a Open Society, de George Soros.

O Cebrap foi criado em 1969, segundo o próprio site, “por um grupo de professores de diferentes áreas afastados das universidades pela ditadura militar, para ser um espaço de produção de conhecimento crítico e independente no Brasil”.

A entidade informa ser um “centro de pesquisa globalizado, mantendo parcerias internacionais com institutos, universidades, agências de fomento e associações civis de diversos países, como EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Índia, China, México, África do Sul, entre outros”. Seus estudos influenciam ou “subsidiam” a formulação de políticas públicas através de seus monitoramentos.

É financiado por diversas secretarias da Prefeitura de São Paulo, além da Câmara de vereadores da cidade, mas também conta entre seus apoiadores e patrocinadores, com a Folha de S. Paulo e Valor Econômico, do Governo Federal, através do BNDES, além de entidades das Nações Unidas, como a OIT.

O projeto dos “Novos Estudos”, que tem apoio da Fundação Carlos Chagas, é de longe a iniciativa mais claramente de esquerda contra religiões e costumes em geral, sob o argumento de defender grupos minoritários. 

Pretende ser uma revista científica de ciências sociais, anual, trazendo temas característicos como “subjetividades periféricas” e “bases da nova direita”, título de um artigo.

De autoria de A. F. de O. Pierucci, o artigo sobre o que entende como direita considera a “nova direita” como pessoas que se sentem ameaçadas por “crianças abandonadas, pelos migrantes mais recentes, em especial os nordestinos” e medo das “drogas, da indústria pornográfica” e da “permissividade geral”.

Em seu resumo, sentencia: “estamos às voltas com indivíduos arregimentáveis para causas antiigualitárias radicais e soluções autoritárias de direita”.

Fonte: Estudos Nacionais

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