Famílias tradicionalíssimas donas do Itaú promovem com seus bilhões a agenda esquerdista no Brasil

Na última semana, o Brasil ficou chocado com o vazamento de cenas de uma exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), em que uma criança era estimulada a tocar no corpo de um homem nu. Algumas horas após o início da comoção na internet soube-se que o evento era, como no caso do Queermuseu Santander, patrocinado por uma outra grande instituição financeira, dessa vez o Itaú. O banco contou com o benefício fiscal da Lei Rouanet para apoiar o evento, sendo autorizado a investir quase R$ 4 milhões no MAM em 2017.

Dinheiro do Grupo Itaú financia o Museu de Arte Moderna de São Paulo com os benefícios da Lei Rouanet.

Mais grave ainda é que, há mais de 20 anos, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é presidido pela maior acionista e executiva do Grupo Itaú, a tradicionalíssima Milu Villela, ou Maria de Lourdes Egydio Villela, a Viscondessa de Campinas, título que gosta de usar e é herdado de seus antepassados da família Souza Aranha.

O Grupo Itaú Unibanco é controlado hoje por três tradicionalíssimas famílias. Os Villela, os Setúbal e os Moreira Salles. Mas quem são eles? Qual o seu envolvimento com as agendas revolucionárias?

Hoje nos concentraremos na família menos conhecida, mas sem sombra de dúvida uma das mais ativas e poderosas.

Os Villela

É a família que concentra a maioria das ações do Grupo Itaú. O ativismo político fica dividido entra os sobrinhos de Milu, Alfredo Egydio Arruda Villela Filho e Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela, que Milu adotou como filhos após a morte do irmão em um acidente de avião, e os filhos, Ricardo e Rodolfo.

A sobrinha Ana Lúcia está a frente do conhecidíssimo Instituto ALANA, que tem como agenda a guerra contra publicidade infantil e a promoção da ideologia de gênero na educação infantil. Formada em pedagogia, com mestrado em psicologia pela PUC-SP, foi aluna de Paulo Freire e participa de conselhos de instituições como Conectas, Instituto Brincante e Itaú Cultural.

Leia mais aqui https://www.tercalivre.com.br/colosso-fatima-bernandes/

O filho de Milu, Ricardo Villela Marino, é o atual presidente do Itaú para operações na América Latina. Ele e a mulher, Patricia Rieper Leandrini Villela Marino, são ativíssimos na política e comandam uma série de ONGs, como Humanitas360 e a PDR, que promovem as agendas da esquerda. As bandeiras dessas ONGs são a garantia de prisões mais humanas para criminosos condenados e a descriminalização das drogas. O casal, através de suas ONGs, já financiou documentários de Fernando Gronstein Andrade, irmão de Luciano Huck e proprietário da página Quebrando o Tabu. O próprio Itaú é cliente da produtora de Gronstein. Patrícia é a que mais aparece em eventos patrocinados por suas ONGs. Em um de seus últimos projetos, em 25 de junho de 2015, “O Sonho Brasileiro da Política” e “Hackers da Política”, ela aparece discursando em um jantar beneficente dado em seu luxuosíssimo apartamento no condomínio Place des Vosges, em São Paulo. “Precisamos provocar de uma maneira micro o macro. Se a gente não começar pelas pequenas revoluções… pelas micros revoluções, a gente não vai atingir as grandes revoluções”, expunha com o rosto sereno a idéia da militância de suas ONGs a socialite Patrícia.

Abaixo o vídeo promocional do evento publicado no canal do Youtube da Humanitas360.

ONGs Humanitas360 e PDR

ONGs Humanitas360 e PDR

Publicado por Terça Livre em Quarta-feira, 4 de outubro de 2017

 

 

Ricardo Vilella, a matriarca Milu, e a nora revolucionária Patricia Rieper Leandrini.

Durante a ditadura, o pai e os primos de Milu (os Setúbal) apoiaram o regime militar e defenderam a deposição de João Goulart pelo Congresso Nacional. Sempre sustentaram posicionamento conservador ao lado do povo. Nos últimos anos se mostraram aliados dos governos do PT e financiadores de todas as agendas apoiadas pela esquerda.

Os Villela querem subverter e revolucionar a sociedade brasileira, mas para eles e seus familiares, ao contrário da depravação que promovem com sua fortuna, como no caso da exposição do MAM-SP, só aceitam a tradição e os bons e velhos costumes.

Milu Villela com o sobrinho adotivo Alfredo, no casamento da prima Marina Setúbal na clássica Basílica de Nossa Senhora do Carmo em São Paulo.

Milu Villela no casamento de Luiza Setúbal acompanhada do filho Rodolfo. Toda pompa e tradição na Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, no bairro do Bom Retiro.

Casamento da prima de Milu Vilella, Luiza Setúbal. Nada de “modernidades” quando se trata da família das elites iluminadas.

Ana Lúcia Vilella, presidente do instituto ALANA. Ideologia de gênero, só para o filho do pobre.

Milu e seus familiares diretores e conselheiros do Grupo Itaú posam para uma tradicional foto em família.

 

  • Robson La Luna Di Cola

    Não existem milionários de esquerda. O sonho dos milionários é ficarem bilionários. E dos bilionários, ficarem trilionários. Essa gente ADORA a estratégia George Soros: patrocinar ONG’s politicamente corretas, defensoras das “minorias oprimidas”, para saírem bem na foto. E então, conseguirem acalmar estes grupos para que se manifestem legalmente. E não como movimentos revolucionários. Pois aí, a coisa fica complicada…

  • sm961

    Nada contra o Itaú, que é uma empresa admirável mas é lamentável que seus acionistas financiem a agenda globalista, isso só prejudica os verdadeiros interesses do país e ainda pode comprometer a imagem do banco.

  • Lina Araujo

    Só eu que acho que a fisionomia deles e a personificação do mal e da loucura?

  • Cidadão.

    Amanhã mesmo vou encerrar todo o meu vínculo com esta instituição que agora ezta nas mãos de gente do MAL.

  • Rafael Yashiro

    É como o Olavo disse uma vez: “Destruição da família tradicional só no seu c*, no deles, nada disso, no caso deles a descendência é dinástica, vem de gerações, nada de valores atuais, é tudo tradicional”.
    Quem acredita nisso de “desconstrução da família” só estraga a si próprio, as famílias tradicionais donas de fortunas continuam com os bons e velhos costumes de sempre.

  • Valdir Pepe

    Ai não há quem presta para nada.Todos adoradores de Poder Econômico absolutista,e concentrador.Esse jogo de cena não tem sentido.Só não vê,ou não sabe se não quiser,ou tiver interesses comuns a eles!