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‘Farc do Paraguai’ expande ações e pressiona governo

 


O sequestro do ex-vice-presidente do Paraguai Óscar Denis e de seu colaborador Adelio Mendoza, na quarta-feira (9/9), jogou luz sobre o Exército do Povo Paraguaio (EPP).

O ato é considerado vingança à ação policial que resultou na morte de duas crianças, que seriam filhas de lideranças da organização, em um dos acampamentos do EPP.

Em troca de Denis, os criminosos exigem a libertação de dois de seus membros presos e US$ 2 milhões em alimentos para serem entregues nas áreas onde o grupo atua.

As cestas básicas são um recurso para comprar a simpatia dos camponeses.

Em suma, o EPP funciona como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, popularmente conhecida como Farc e vem se expandindo silenciosamente na fronteira entre Paraguai e Brasil desde 2008, ano em que nasceu. A crença dos integrantes desse grupo mistura o marxismo com elementos das insurgências latino-americanas.

Entre outros atos terroristas praticados pelo bando está 77 atentados, cometidos desde 2010. E a disputa sangrenta pelo controle de territórios onde há intensa produção de maconha, traficada para o Brasil e Argentina.

Com informações, Revista Oeste

Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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