Força Aérea Brasileira recebe o KC-390

kc-390


A Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu em cerimônia realizada na Base Aérea de Anápolis, Goiás, ontem (4/9), o KC-390, o maior avião militar desenvolvido e fabricado no hemisfério sul, e o primeiro de transporte multi-missão.

A aeronave recebeu o Certificado de Tipo da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em 2018, quando atingiu a Capacidade Inicial de Operação (Initial Operational Capability – IOC), assegurando as condições necessárias para o início da operação da aeronave.

As características do KC-390 contribuirão para a FAB desempenhar suas missões de controlar, defender e integrar 22 milhões de quilômetros quadrados.

Sobre o Colunista

Ricardo Roveran

Ricardo Roveran

Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escrevo por amor e nas horas vagas salvo o mundo.

Twitter: @RicardoRoveran

4 Comentários

Clique aqui para comentar

  • Uma observação sobre a Embraer. Ela é um sucesso por que faz a coisa certa , dentro do tempo e dinheiro reservado para o desenvolvimento de novos produtos. A Bombardier canadense estava no bico do corvo, porque era a principal atingida pela eficiência da Embraer. Quando a Bombardier foi absorvida pela Airbus , tudo que era Bombardier deixou de existir e passou a ser Airbus somente . No caso Embraer/Boeing foi o contrario , apesar de absorvida , o bom nome da Embraer foi mantido em evidencia, pelo bom conceito que tem no mercado.
    O desenvolvimento do KC-390 deu alguns sustos , teve um enorme atraso , mas ainda bem melhor que a maioria dos desenvolvimentos militares que chega a levar mais de 5 anos para ter o produto pronto para a venda.
    Com o envelhecimento do único produto existente nesta área , o americano C-130 da Lockheed Martin , a Embraer tem um produto muito atualizado e com bom preço para se estabelecer no mercado de transporte aéreo militar na faixa das 20 ton. , que sempre esta em evidencia .

  • Sérgio, não sei, mas que eu me lembre a empresa resultante mudará para “Boeing Brasil Commercial”, contudo ainda vai existir Embraer porque a parte militar não foi vendida, o que é o caso desse cargueiro.

  • Para aqueles que acham que a Embraer foi vendida para a Boeing , um esclarecimento importante :
    A Bombardier canadense estava péssima das pernas , e se o governo não injetasse muito dinheiro lá , já teria caído de quatro.
    Mas a Airbus comprou aquele despojo . Nada demais , pois a Bombardier fabricava aviões menores que a Airbus , e assim esta passou a ter uma lista de produtos maior , desde o A-380, um mastodonte para 600 passageiros até um equivalente ao nosso E-jet.
    Quando a Airbus e a Bombardier fizeram isto , cutucaram a Boeing e a Embraer , que se sentiram fracas com esta união.
    A Embraer foi a mais atingida , pois agora a Bombardier absorvida teria dinheiro a vontade para desenvolver/melhorar seus produtos . A Boeing seria atingida por ter um leque de produtos menor , faltando um avião pequeno que a Embraer tinha e que era um sucesso. Resumindo , a Embraer não podia ficar parada , sozinha na chuva , para lutar contra a Airbus revigorada . Ela foi obrigada a correr para esta união. Mas o acordo só vale para aeronaves de passageiros , ficando o cargueiro KC- 380 e o superTucano de fora , pois a linha militar não fez parte do acordo de união. Achar que foi entreguismo , ou qualquer outra nuance politica , mostra que o dono desta opinião não sabe um mínimo de estratégia de mercado e o mundo é só a militância em que ele vive.

Blog Authors

Alexandre PachecoAlexandre Pacheco

Alexandre Pacheco é Professor de Direito na FGV, Advogado, Palestra...

Guilherme Galvão VillaniGuilherme Galvão Villani

Mariliense. Gosto pela Administração, Contabilidade e Finanças. Atu...

Juliana GurgelJuliana Gurgel

Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

Paulo FernandoPaulo Fernando

Advogado, professor de Direito Constitucional e Eleitoral para concu...

Polibio BragaPolibio Braga

Políbio Braga é um jornalista e escritor brasileiro. Nascido em S...