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Gays perdem direito de procurar apoio psicológico no Reino Unido

O governo britânico anunciou nesta terça-feira (03/07) que irá proibir tratamentos psicológicos para homossexuais que se sintam insatisfeitos com sua orientação sexual.
A medida autoritária foi elaborada após uma pesquisa governamental em que foram entrevistados cerca de 108 mil lésbicas, gays e bissexuais. O plano de ação, desenvolvido pelo gabinete da primeira-ministra britânica, Theresa May, custará aos bolsos dos britânicos cerca de 5 milhões de euros. 

Na pesquisa, 2% dos membros da “comunidade” LGBT entrevistados admitiram já ter recorrido a terapias por alguma insatisfação que tenha relação com a sua orientação sexual. Agora, mesmo que busquem apoio psicológico por vontade própria, não poderão maia ser auxiliados.

May afirmou que seu país “pode se sentir orgulhoso de ser líder mundial” na defesa dos “direitos dos LGBT”, contudo, a contradição está visível: a primeira-ministra está fazendo exatamente o oposto. Com a proibição do tratamento, o governo, de forma autoritária, tira dos homossexuais a opção de decidir.

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Fernanda Salles

Jornalista/Repórter

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2 Comentários

  1. Eu queria muito ser colunista do TL, mas como não sei por onde começar, vou começar por aqui mesmo! 🙂 Quando eu era criança, ouvia meu pai contar uma história do vizinho dele que toda madrugada acordava a roça inteira com uma espécie de “surto psicótico demoníaco”, alegando que o capeta tinha tomado o corpo dele. Naquela época (70s) meu pai era fodão, um dos únicos que possuíam veículos nas redondezas – o dele era um Jeep Willys 1963 que passava mais tempo na oficina do que na estrada. O fato é que toda santa Noite a mãe do tal vizinho ia bater na porta dele, lá pelas 3 da matina, pedindo para levá-los até a clínica local. E isso se repetia, repetia, repetia e parecia que nada dava jeito. Um belo dia, já cansado de tanto perder sono por causa dessa insistência e predileção inexplicáveis do satanás pela pessoa daquele pobre rapaz, meu pai enfim perdeu as estribeiras e na última manhã daquela história, ao atender a porta, disse para sua mãe: “Espere um minuto, minha senhora! Eu acho que posso curar teu filho! Onde ele está agora?”. Pegou um chicote de três tranças que ele tinha pendurado na parede do paiol e partiu para a casa da senhora sem que ela percebesse o frasco do remédio que ele carregava debaixo da blusa. Assim que chegou lá, já foi logo se deparando com o “enfermo” enrolado nos cobertores e então disse: “Firme seu corpo, meu jovem. Libertar-te-ei agora!”. O paciente, com os olhos abugalhados diante do desfecho totalmente imprevisto da situação, rapidamente se levantou e gritou: “Não precisa moço! Ele já foi embora! Está tudo certo agora!”. Bem, então é isso. Pode até ser que não ligasse para a sova que certamente iria levar no lombo, mas o capeta sim, pois nunca mais voltou lá! A moral da história os entendedores entenderão. 😉

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