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‘Gostaria que lembrassem de mim com esse rosto’: Karol Eller faz publicação após sofrer agressão brutal por homofobia

 


A youtuber Karol Eller, de 32 anos, foi brutalmente espancada no último domingo, 15 de dezembro. A informação foi divulgada com exclusividade pelo jornalista Leo Dias, do Jornal de Brasília.

Assumidamente homossexual e apoiadora do presidente Jair Bolsonaro desde a campanha eleitoral, Karol foi vítima de um ataque homofóbico que deixou seu rosto completamente desfigurado.

O jornalista Leo Dias relata: “Karol estava em um quiosque na praia da Barra da Tijuca, acompanhada de sua namorada quando foi abordada por um homem, que, já de forma violenta, a questionou:’Como é que você consegue namorar um mulherão desses hein?’ [referência à namorada de Karol]”.

A provocação rapidamente se transformou na agressão brutal. “Covardemente, Karol foi atacada a socos e pontapés, e socorrida apenas pela namorada quando já estava desacordada. As duas foram se arrastando até um quartel do Corpo de Bombeiros, que ficava próximo”.

 

De Minas Gerais, Karol se mudou recentemente para o Rio de Janeiro, depois de ganhar um cargo na EBC (Empresa Brasil de Comunicação), que gere emissoras de rádio e televisão públicas federais.

“A amizade com a família Bolsonaro é tão grande que ela tem passe livre nos palácios do Planalto e da Alvorada, onde costuma gravar muitos vídeos com o presidente. Ela esteve no palanque presidencial no último dia 7 de setembro e pegou carona nos carros da Presidência. Aliás, o envolvimento com política também já rendeu outro episódio de violência a ela. Quando morava em Minas Gerais, Karol chegou a ser atacada por opositores ao presidente. Depois do novo ataque violento, desta vez por homofobia, a youtuber se recupera da violência em casa”, informa Leo Dias.

“Gostaria que lembrassem de mim com esse rosto”

Em sua conta no Instagram, Karol publicou uma foto sua antes da agressão. “Gostaria que vcs lembrassem de mim com esse rosto!”, escreveu. “Deus tá no comando de tudo. Agora estou sem condições de falar ou fazer vídeos explicando! Mas quando eu estiver bem eu volto pra falar com vcs! Obrigada a todos pelo suporte. Orem por mim”, acrescentou. 

Sobre o Colunista

Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

Jornalista e católica.

12 Comentários

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  • É dá pra ver que se a pessoa for de direita ou pelo menos apoiar Bolsonaro toda violência é válida. Não importa se é homo, hetero, branco, pardo, negro….

  • Vamos aguardar os atos de repúdio por parte das feministas e grupos LGVT, ou será que nesse caso esses grupelhos não vão se manifestar?

  • Deus te proteja de todo mal e que mais nada de ruim aconteça contigo, com tua companheira, nem com as pessoas que você ama.
    Este infeliz tem que pagar caro o que fez a vocês!

  • Absurdo,
    A Karol é exemplo de que opção sexual diversa da original não é desculpa para se embrenhar nas trevas da ignorância desvirtuando -se dos valores da pátria, da família, da propriedade privada. Tampouco é motivo para odiar o melhor presidente do Brasil. Ela é digna de toda consideração pela família Bolsonaro . Parabéns e FORÇA Karol . Por Professora Conceicao campos

  • Bixo, na boa? Bons tempos quando haviam ainda homens de verdade, que saíam à caça de um monstro destes para “bater um papo reto”. Enquanto isso, o Projaquistão ou a Lacrolândia NADA disseram em apoio à menina. VERMES, CANALHAS!

    @AntonioHCardos1

  • Não lhe conheço pessoalmente e nem sabia que estava no rio de Janeiro, mas lhe admiro faz tempo. Vc tem fibra! Força! e vc foi covardemente atacada, não por sua opção sexual, mas por ser de direita e apoiar Bolsonaro. Eu já tive discussões dentro do metrô, com grupos de guerrilha cultural, que se autointitulam Poetas de Ruas (bando de racistas negros que pregam o ódio entre todos).

  • Espero que esse rato castrado seja punido ao invés de levar tapinha nas costas, esse galinha morta só bateu nela por que é uma mulher, se no lugar dela estivesse o deputado Daniel Silveira, esse mutuca iria se esconder na areia e ficar tremendo feito vara verde.

  • O mesmo movimento que lutou pela criminalização da homofobia hoje aplaude este crime que aconteceu com a Karol. A esquerda não luta por princípios, mas sim pelo seu próprio “time”.

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