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Governo vai contratar 7 mil militares da reserva para zerar filas do INSS

 


O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, anunciou nesta terça-feira (14) que o governo vai contratar 7 mil militares da reserva como medida para zerar as filas do INSS.

A intenção, de acordo com Marinho, é reforçar o atendimento e criar medidas para reduzir a burocracia na entrega de documentos por parte dos segurados.

“Vamos também periciar funcionários do INSS afastados e criar restrições para cessão de servidores a outros órgãos”, escreveu Rogério Marinho em seu perfil no Twitter.

E acrescentou:

“A simplificação de procedimentos e a prestação de serviços melhores ao cidadão são determinações do presidente
Jair Bolsonaro. Buscamos a cada dia aumentar a produtividade. Em 2019, analisamos mais benefícios com menos servidores. Em 2020, vamos acelerar ainda mais a análise”.

No fim da semana passada, o INSS anunciou a criação de uma força-tarefa para reduzir o estoque de benefícios em espera. Atualmente, 1,3 milhão de pedidos aguardam uma conclusão no requerimento há mais de 45 dias, prazo máximo de análise definido por lei.

Até agosto, o órgão pretende diminuir para 285 mil o estoque de benefícios do INSS em processamento. Em nota técnica, o Ministério da Economia informou que o aumento nas concessões terá impacto de R$ 9,7 bilhões nos gastos da Previdência Social em 2020.

A legislação prevê que nenhum segurado deve esperar mais que 45 dias para ter o pedido de benefício analisado. Caso ultrapasse esse prazo, o instituto pode ter prejuízo, porque terá de pagar os valores retroativamente, com a devida correção monetária.

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