Allan Dos SantosArtigos

Hirota Food, por professar sua fé cristã, vira alvo do Movimento LGBT

Sob a égide da cidadania, a página de Fernando Grostein de Andrade, irmão de Luciano Huck, utilizou seus 8 milhões de seguidores para fazer uma espécie de caça às bruxas, mas desta vez, as bruxas são os cristãos que seguem suas doutrinas milenares.

Usando-se da homofobia, o site e a página do Quebrando o Tabu esforçam-se por ocupar o imaginário de seus seguidores com a certeza que o Supermercado Hirota odeia tanto os homossexuais que os deseja ver mortos, pois é disso que se trata a verdadeira homofobia. Entretanto, é disso que se trata o caso real e concreto? Vejamos.

O Hirota Food Supermercados divulgou uma cartilha de Natal defendendo a família (tal como ela é, ou seja, um homem casado com uma mulher), a vida humana desde a sua concepção e, orientados por sua fé cristã, contrários ao adultério, divórcio e aos atos sexuais fora do casamento, assim como aqueles que não se dão entre um homem e uma mulher, como pode ser visto nas imagens abaixo.

Pressionado pela patrulha da gaystapo, que de tanto querer diálogo sonha com a morte daqueles que pensam diferentes deles*, a empresa, lamentavelmente, pediu desculpas se a cartilha ofendeu alguém. Como pedir desculpas por professar a fé em um país onde a Constituição Federal assegura tal direito?

As lenhas eram poucas e os bárbaros queriam uma chama ainda mais alta para cozinhar as bruxas cristãs e logo acionaram sua grande amiga: a mídia mainstream (Globo, Veja, Exame). Todos intitularam as matérias como se o Supermercado fosse contra os gays, quando eram contrários, apenas, ao ato sexual que não aquele que a fé que professam. Não aprovar este ou aquele ato, sexual ou não, nunca faz do crítico um psicopata, psicótico, histórico ou neurótico. Pelo contrário, raros são os casos onde a causa da morte de um homossexual é a sua opção sexual. Já os casos onde os homossexuais se matam entre si é mais corriqueiro, como as notícias abaixo:

MÉXICO

INGLATERRA

BRASIL

Enfim, exemplos assim encontramos aos montes, mesmo que a mídia relute em dizer a verdade de maneira clara. Mas você, por incrível que pareça, nunca verá o movimento gayzista dizendo “jamais matemo-nos uns aos outros”.

Cabe ao supermercado não ceder a pressão destes desocupados, continuar professando livremente a sua fé cristã e buscar compreender melhor o que está por trás desta agenda globalista do gayzismo, que em nada defende homossexuais. Que ingressem várias ações na justiça contra todos os órgãos de mídia e que sejam bem-vindos nesta guerra cultural onde o nosso adversário deseja a nossa morte e nós só queremos viver a nossa vida segundo o que aprendemos de nossos pais e de milênios de ensino religioso.

Evidentemente, não passa de uma cartilha isenta e que apenas visou a promoção dos valores cristãos dos administradores e sócios da empresa para a sociedade, sedenta desses valores. Por outro lado, o escândalo e a histeria promovida pela mídia convencional contra a rede de supermercado beira o crime e a apologia à violência.

Convém sugerir ao Hirota que procure seus direitos no Judiciário contra cada um dos meios midiáticos que o expôs como homofóbico, extremo ou violador dos direitos da mulher, tendo em vista o seu direito constitucional de livremente poder expressar sua fé:

VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;

VII – é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;

VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

___________
*Os comentários que deixaram na página oficial do Facebook do supermercado chegavam a desejar a morte dos donos.

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7 Comentários

  1. Precisamos defender com unhas e dentes nossos valores Cristãos. Se não o fizermos, viraremos a Europa Islamizada, onde a vida não vale mais nada.

  2. A lei garante a liberdade religiosa a indivíduos, porém pra ela ser garantida num âmbito individual, faz-se necessario que empresas adotem uma postura isenta de religião.

    Ou seja, o dono do super mercado pode ser cristão à vontade, porém o mercado em si, não.

  3. Uma empresa não pode ter fé, religião. Quem tem que ter fé é uma pessoa física. Funcionários e clientes não pode, não devem, terem todos a mesma religião ou aceitar discursos que os ofendam.

  4. Putz, é sério isso? Tem um mercado Hirota do lado da minha casa, não sabia que eles eram conservadores, cristãos e anti-LGBT. Farei questão de boicotá-los e convencer o máximo de pessoas a fazerem o mesmo também.

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