Allan Dos SantosArtigosBrasilNotícias

Intervenção Federal: uma guerra onde só um lado pode matar

Ainda ontem, 20, um sargento do exército morreu ao reagir a assalto na zona oeste do Rio de Janeiro. Oito assaltantes armados com pistolas fecharam a pista da antiga estrada Rio-São Paulo, em Campo Grande, e mandaram os motoristas sair do carro. Quando Bruno Cazuca, 35 anos, estava à paisana reagiu e foi morto à tiros. Ele morreu por ter sido reconhecido pela farda que estava no banco de trás do carro.

Ora, o que acontecerá com os demais militares no confronto com os criminosos no Rio de Janeiro já que não terão retaguarda jurídicapoder de polícia? O próprio General Villas Boas respondeu (clique aqui).

O Governo Federal não dará qualquer segurança jurídica para os militares, mesmo sabendo que estes foram treinados para abater o inimigo em situação de combate.

Não demorará muito para vermos vários jovens militares mortos e suas famílias tendo o total aliciamento da esquerda para o discurso óbvio de que Bolsonaro é quem começou com este “discurso de ódio”. É necessário muita cautela antes de tomar partido e sair comemorando esta intervenção federal no Rio de Janeiro.

Está mais que claro o uso político desta ação e mesmo com a gravidade caótica da segurança pública no Rio de Janeiro, assim como em todo o país, não devemos festejar uma uma tática desprovida das medidas necessárias ao seu comprimento exitoso.

Como bem lembram os filósofos gregos e escolásticos, mais do que a boa intenção e o otimismo é a escolha dos meios que determinam o fim.

Gen. Augusto Heleno explica o perigo que pode ser esta intervenção.

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