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Janaína Paschoal não descarta ser vice de Bolsonaro

Mesmo não havendo um convite oficial, conforme a própria advogada Janaína Paschoal, ela afirmou não descartar a possibilidade de ser vice do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) em uma chapa para disputar a Presidência da República.

Em entrevista à imprensa, Paschoal destacou que “nenhum brasileiro tem direito. descartar, sem antes avaliar, uma missão dessa natureza”. A declaração foi dada ao jornal Estado de Minas.

Paschoal já teve o nome cogitado em outros momentos, mas voltou a ser cotada depois de uma negativa do senador Magno Malta (PR).

Bolsonaro – na articulação de sua candidatura – conseguiu reunir um grupo de deputados federais que já a maior bancada do Congresso Nacional, que tem causado desconforto ao chamado “centrão”, que na realidade agrega partidos de esquerda.

O PSL coloca Paschoal entre as escolhas possíveis para vice. A advogada se filiou ao PSL e defende a candidatura de Jair Bolsonaro. “Preciso entender o que o candidato espera de seu vice, quais atribuições vislumbra passar a ele”, salientou ainda a advogada.

Paschoal foi uma das lideranças na luta pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

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13 Comentários

  1. “A advogada se filiou ao PSOL e defende a candidatura de Jair Bolsonaro.” Putz, assim complica, dá só uma ‘lidinha’ rápida antes de postar… Não da cinco minutos… Eu quase cai da cadeira aqui quando li essa linha!

  2. Nossa, eu estou chocado com os erros grotescos de Português. Uma vergonha apresentar um texto tão chulo.

  3. Sou bastante simpático à candidatura da jurista Janaína Paschoal a vice de Jair Bolsonano pelo fato de ser engajada com os destino do nosso país. Ademais, a musa do impeachment também conta com um fator de grande relevância para a corrida eleitoral: é mulher. Assim sendo, terá capacidade de reverter a rejeição de Bolsonaro com o eleitorado feminino, contribuindo bastante para sua eleição.

  4. Dos vários pedidos de impeachment, o Eduardo Cunha tomou aquele em que estava Janaína Paschoal. Não seria lógico esperar que o sistema escolheria as pessoas mais afinadas com o próprio sistema para promovê-las através de um pedido de impeachment?
    Ora, quem são as três pessoas envolvidas neste pedido? Fui pesquisar, e segue o que pode-se encontrar facilmente na internet:
    Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça do governo socialista de Fernando Henrique Cardozo, era filiado ao PSDB até meados de 2017.
    Hélio Bicudo foi ministro da Fazenda do comunista João Goulart. Foi fundador do PT. Candidato ao Senado pelo PT. Secretário da Luíza Erundina. Desfiliou-se do PT por ocasião do mensalão mas apoiou Marina Silva em 2010. Também, mostra sua “veia” esquerdista ao criar uma fundação de “direitos humanos”, onde sabemos que protege-se bandidos das atuações policiais.
    Janaína, sendo deste meio ( Miguel Reale foi seu orientador), foi estagiária em um escritório que acabou por defender José Dirceu, do PT. Segundo o wiki, tem especialização em contravenções ambientais, um dos pilares da agenda esquerdista.
    Na ocasião do impeachment, Janaína chorou, pedindo desculpas à ban-Dilma. ( https://www.youtube.com/watch?v=Dxls-2_vxgM )
    Em clima de brincadeira, disse diante de uma militante de direita, que era de esquerda. ( https://www.youtube.com/watch?v=pCyhZa6SXnw ). Embora ela tenha negado isto posteriormente, as influências dela apontam para isto.
    Em discurso que ela fez no PSL vemos uma fala bem feminista. E pelo risco que corremos do sistema conseguir um impeachment do Bolsonaro, o vice dele não pode ser alguém com um pé (senão os dois) na esquerda. Com tudo isto, meu parecer é que a Janaína não pode ser a vice do Bolsonaro.

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