Jordânia e Liga Árabe criticaram decisão da Austrália de reconhecer Jerusalém como capital de Israel

Omar Razzaz


No sábado (15), o Primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, reconheceu Jerusalém como capital de Israel durante discurso em Sidney, na Austrália, conforme noticiado pelo Terça Livre.

Mais tarde o Ministério das Relações Exteriores da Jordânia emitiu um comunicado criticando a decisão da Austrália.

A decisão representa “um claro viés a favor de Israel, cujas políticas perpetuam a ocupação, alimentam a tensão e impedem uma paz ampla que assegure a criação de um Estado Palestino independente“, afirmou.

Jerusalém é um dos assuntos de status final que devem ser decididos através de uma negociação direta, de acordo com as resoluções de legitimidade internacional“, acrescentou a nota.

A Liga Árabe seguiu a mesma linha das declarações da Jordânia.

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Ricardo Roveran

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Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escrevo por amor e nas horas vagas salvo o mundo.

Twitter: @RicardoRoveran

6 Comentários

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  • A Palestina me parece um engodo fabricado pra serem tipo os ‘Sem-Terra’ do Oriente Médio apenas pra pressionar a opinião pública internacional contra Israel através do politicamente correto e do vitimismo.

  • 1) A Jordania Não tem moral para exigir nada.
    Atacou Israel pelas costas depois de ter se apalavrado pelo seu rei de que não o faria na guerra.

    2) Bela lição da Austrália a Bolsonaro e ao Brasil.
    Ensinou-nos a diferença entre dizer que vai fazer e fazer para depois anunciar. Bela lição!!! Espero que Bolsonaro e o Brasil tenham aprendido.

    3) A Austrália não é um anão moral como seu “homólogo” sulamericano… Realizou sem nada antes haver prometido.

  • Passei só pra lembrar que o Mito vai assumir o poder em algumas horas…… depois dizem que “Mitos não existem” toda vez que lembro de uma certa pessoa dizendo isso e vendo a subida de Bolsonaro ao poder tenho violentos ataques de riso.

  • Marcel, a Austrália já havia anunciado faz tempo que iria reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. Entre reconhecer e transferir a embaixada, existe uma distância imensa.

    Bolsonaro já reconhece Jerusalém como a capital de Israel, falta a transferência da embaixada.

  • Não existe povo, território ou língua palestina – elementos básico para se formar um países de fato. O que temos ali, como na faixa de Gaza, e um grupo de invasores árabes jordanianos fazendo piquetes. Um estilo de MST a lá árabe.

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