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Jovens tucanos decidem migrar apoio para Jair Bolsonaro

geraldo alckmin
 


Um grupo de jovens tucanos desistiu de esperar pelo crescimento de Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida presidencial e criou o grupo de WhatsApp “Tucanos com Bolsonaro”.

Filiado ao partido, o publicitário Felipe Moreira, de 24 anos, é um dos fundadores do grupo, que vem sendo criticado por membros do PSDB que não abandonaram o barco de Geraldo Alckmin para apoiar Jair Bolsonaro (PSL), segundo informações do Valor.

Felipe Moreira declarou:

Geraldo Alckmin tem propostas muito boas, seu plano de governo é bom, mas, na forma que está fazendo a sua campanha, perdeu o nosso apoio. A estratégia da campanha estava fortalecendo o PT. Não concordamos com a forma que foi feita, atacando o Jair, distorcendo os ocorridos que envolvem o candidato e com fake news.

De acordo com informações da Folha:

O grupo de WhatsApp dos membros já tem quase 90 pessoas.

Os integrantes do grupo se define como militantes filiados ao PSDB, que não ficam “em cima do muro, nosso lado é o lado do Brasil, do patriotismo e da direita”.””Somos a resistência tucana contra o Socialismo Fabiano e nessas eleições vamos de Bolsonaro 17 ! #ELESIM”

Assunto recorrente nas conversas mantidas pelos militantes é o enfraquecimento do PSDB no cenário nacional.

“O que enfraqueceu muito o PSDB foi o Aécio [Neves] envolvido em um monte de tramoia”, diz um dos integrantes. “Um partido que não vai ganhar a presidência e corre o risco de perder o governo do Estado. Até porque o Doria não está com essa bola toda!”, completa outro.

Fonte: Tarciso Morais – Renova Mídia

Sobre o Colunista

Ricardo Roveran

Ricardo Roveran

Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escrevo por amor e nas horas vagas salvo o mundo.

Twitter: @RicardoRoveran

3 Comentários

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  • .
    A PROVA CABAL de que “pesquisa eleitoral” nada é além de PROPAGANDA ELEITORAL.

    É o próprio tribunal eleitoral que assim afirma, ao proibir pesquisas não oficiais sob a justificativa que as pesquisas influenciam:

    “A veiculação de pesquisa sobre opção de voto de internautas é prática ilegal vedada pela legislação eleitoral, (…) (Lei 9.504/1997, art. 33 e Resolução TSE 23.549/2017)

    Diz a procuradora regional eleitoral:

    “Essa conduta demanda a imediata atuação judicial com vistas a se evitar a perpetuação da ilicitude que, diariamente, alcança um maior número de indivíduos e crescentemente causa danos ao processo eleitoral”, diz a procuradora regional eleitoral auxiliar Adriana de Farias, para quem não há dúvida da responsabilidade de Gentili. “A eventual demora na adoção de medidas pode vir a comprometer o resultado útil do processo eleitoral”.”

    Com base nisso proibiram danilo gentile de publicar enquetes. Que NÃO são oficialmente pesquisas, porém assustam esses crápulas fraudadores que ADMITEM QUE:
    – PESQUISAS SÃO PROPAGANDAS ELEITORAIS QUE INFLUENCIAM VOTOS.

    Daí só permitem pesquisas oficiais. Ora, então estas INFLUENCIAM, trantando-se de propaganda ilegal e não informação: caso das PROFECIAS AUTOREALIZÁVEIS.
    karl Popper: Quando uma “profecia” é a propaganda para influenciar a própria realização.

  • Resolveram enxergar no óbvio, mas antes tarde do que nunca.
    .
    Os jovens parecem ver o que a senadora ana Amélia com toda sua dita ética e experiência política e de vida parece não enxergar.

  • .
    Ou seja, a procuradora eleitoral afirma literalmente que a divulgação de pesquisas influencia na eleição.

    Exatamente por considerar que divulgação de pesquisas INFLUENCIAM na eleição é que a lei e o Tribunal Eleitoral SÓ PERMITEM PESQUISAS AUTORIZADAS.

    Fica assim mais que óbvio que as “pesquisas” encomendadas tem MUITO MAIS INTERESSE em INFLUENCIAR a OPINIÃO do ELEITORADO do que INFORMAR ELEITORES.

    Não houvesse influência e não haveria qualquer problema em qualquer “pesquisa” oficial ou não.

    Que ao menos os PROSTITUTOS de “pesquisa” informasse os LOCAIS EXATOS e os HORARIOS EXATOS onde colheram as informações para as “pesquisas” e os respectivos resultados. Assim qualquer um poderia CHECAR IN LOCO os resultados apresentados. Diga-se os interessados poderiam fazer sua militância CHECAR reproduzindo a pesquisa nos locais e horários informados.

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