Terça Livre > Notícias > Notícias > Liberal Doria homenageia terrorismo comunista em solo sagrado paulistano

O prefeito liberal João Doria, apoiado entusiasticamente pelos militantes do Movimento Brasil Livre e Instituto Liberal, está espalhando pelos cemitérios da cidade de São Paulo placas em homenagem aos guerrilheiros comunistas mortos em combate pelo do governo militar na guerra contra terror comunista ocorrido no Brasil no final da década de 60 e começo de 70.

A primeira inauguração ocorreu no último dia 4 de setembro, no cemitério Dom Bosco na Zona Norte da cidade. Haverá ainda em setembro a inauguração da placa que celebra a memória do terrorista Carlos Marighella, no cemitério da Vila Formosa.

Carlos Marighella era aquele terrorista comunista que treinou milhares de jovens para matar brasileiros inocentes em atentados a bomba ou com rajadas de metralhadora praticando assaltos a bancos, tudo para instalar aqui um regime totalitário aos moldes da China comunista. O terrorista baiano, assim como a família do prefeito – família baiana, não terrorista -, ficou muito conhecido por criar o Mini Manual do Guerrilheiro Urbano, onde ensinava como montar bombas ou agitar a militância em prol da revolução. Marighella foi treinado em Moscou e em Pequim como um instrumento de disseminação da luta armada no Brasil. Era um elemento perigoso com conhecimento militar que custou a vida de vários policiais até ser morto em São Paulo em 1969.

Nas redes socais o prefeito não divulgou o evento e nem mesmo esteve presente nas cerimônias de descerramento das placas, enviando seus secretários para representá-lo.

O prefeito Doria se vendeu aos paulistanos nas últimas eleições municipais como oposição ao petismo, mas não passa de mais um socialista do PSDB que amanhã abrirá o caminho para que uma esquerda renovada tente implantar no Brasil um novo projeto de poder totalitário.  As contradições do prefeito entre o seu discurso e a prática revelam a típica estratégia da social-democracia que abre o caminho para a extrema esquerda, ao mesmo tempo que se deixa pintar como direita e oposição. Foi-se o tempo em que o brasileiro caía nessa. Doria é uma fraude.

 

Lembre aqui da nossa entrevista com os pesquisadores dos Arquivos do Serviço Secreto do bloco soviético, o projeto stbnobrasil.com

 

Luis Astorga

Luis Astorga

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