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Mãe de grávida morta em clínica clandestina de aborto é contra legalização

Maria Ângela dos Santos, mãe de Jandira Magdalena dos Santos Cruz (morta há quatro anos durante um aborto provocado) fala sobre a morte da filha. Maria Ângela disse, em entrevista à BBC, que aborto deve continuar sendo crime no Brasil e que “não há diferença entre matar um filho de 13 anos e o que tá dentro da tua barriga”. Jandira estava, na época da terceira gestação, separada do ex-marido e buscando reatar, quando engravidou de um relacionamento passageiro. Maria Ângela relata que disse “não quero que você faça. Você não tem necessidade disso”, e continua o relato, dizendo que “Ela me colocou várias desculpas que nunca justificaram em nada, para mim, o que ela fez”. Os assassinos de Jandira estão presos, Maria Ângela defende punição severa a eles. Sobre ser contra a legalização do aborto, Maria Ângela diz que “eu continuo pensando da mesma forma. Não acho isso certo. A mulher sairia ilesa, mas e a criança? Ali bate um coração”.

Aos defensores da legalização sob o argumento de que mulheres morrem apenas porque o aborto é “clandestino”, a redação recomenda uma busca no Google pelo nome “Kermit Gosnell”.

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2 Comentários

  1. O ruim, é que esses abortistas se aproveitam da fragilidade das mães, colocando esses pensamentos pró-aborto, e a grande mídia vende esse tipo de pensamento, e da nisso.

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