Maia diz que 60% da sociedade saiu das redes sociais por ‘medo do radicalismo e do ódio’

 


O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse que, com medo do “radicalismo e do ódio”, 60% da sociedade saiu das redes sociais.

Com isso, as redes sociais ficaram restritas a 30% da sociedade, sendo a maioria, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, afirmou o parlamentar.

Maia diz ter convicção de que há um grupo de empresários no Brasil bancando “robôs” do governo.

Ainda de acordo com ele, quando o surto de coronavírus começou, as pessoas começaram a procurar por notícias nos meios de comunicação e nas redes sociais.

A teoria de Maia é que, devido a estes “absurdos” as pessoas estão deixando as redes sociais e voltando aos meios tradicionais e que, por isso, as fake news estão perdendo espaço.

“Apesar de que toda semana eles tentam criar alguma nova narrativa para enfraquecer o parlamento, enfraquecer o ministro Mandetta”.

O deputado disse que Mandetta já começou a sofrer ataques do “gabinete do ódio, comandado do exterior por ‘esse’ [sic] Olavo de Carvalho”.

Sobre o Colunista

Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

Jornalista e católica.

2 Comentários

Clique aqui para comentar

  • O que eu notei é que a classe mais trabalhadora está buscando a internet e as redes para se informar, enquanto a tal “da elite esquerdista” cai em tudo que a globbels fala!
    Os esquerdistas falam tanto sobre “luta de classe” mas esse vírus está causando pânico nos ricos e fome nos pobres! E não é só no Brasil, os EUA os que tem mais poder aquisitivo são os mais apavorados! As pessoas normais só querem voltar a trabalhar.

Colunistas

Juliana GurgelJuliana Gurgel

Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

Paulo FernandoPaulo Fernando

Advogado, professor de Direito Constitucional e Eleitoral para concu...

Polibio BragaPolibio Braga

Políbio Braga é um jornalista e escritor brasileiro. Nascido em S...