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Memorando Nunes – Em português

Propósito
Esse memorando oferece aos Membros uma atualização sobre fatos significativos relatados à investigação do Comitê no Departamento de Justiça (DOJ) e ao Departamento Federal de Investigação (FBI) e o uso destes para com o Ato de Vigilância de Inteligência Estrangeira (FISA) durante o período das eleições presidenciais de 2016. Nossas descobertas, que estão detalhadas abaixo, 1) Levantam preocupações a respeito da legitimidade e legalidade de certas interações do DOJ e FBI com a Corte de Vigilância de Inteligência Estrangeira (FISC), e 2) representa uma quebra preocupante dos processos legais estabelecidos para a proteção do povo Americano de abusos relacionados ao processo FISA.
Atualização da Investigação
Em 21 de Outubro de 2016, o DOJ e o FBI buscou e recebeu uma ordem de causa provável da FISA (não sobre o Title VII ?) autorizando vigilância eletrônica sobre Carter Page, do FISC. Page é um cidadão americano que serviu como conselheiro voluntário para a campanha presidencial de Trump. Consistente com os requerimentos da FISA, a solicitação teve que primeiramente ser certificada pelo Diretor ou Vice-Diretor do FBI. E então requeriu a aprovação do Procurador Geral, Vice-Procurador Geral (DAG), ou então pelo Advogado Geral confirmado pelo Senado para a Divisão de Segurança Nacional.
O FBI e o DOJ obtiveram de início um Mandado FISA, sendo Carter Page o alvo, sendo esse mandado FISA renovado por três vezes pelo FISC. Como requerido pelo estatuto (50 U.S.C. §1085(d)(1)), uma ordem FISA sob um cidadão americano tem de ser renovado pelo FISC a cada 90 dias e cada renovação requer uma suposta prova ou indício novo de causa provável. Então o Diretor James Comey assinou três renovações~ em questão do FBI~, e o Vice-Diretor Andrew McCabe assinou um. O Então DAG Sally Yates, o então DAG em ação Dana Boente, e o DAG Rod Rosenstein cada um assinou um ou mais aplicações/renovações da FISA sob nome do Departamento de Justiça Americano (DOJ).
Devido à natureza sensível da atividade de inteligência estrangeira, submissões à FISA (incluindo renovações) antes do FISC são confidenciais. Assim sendo, a confiança pública da integridade dos processos FISA dependem da habilidade da Corte de manter o governo nos mais altos padrões —particularmente isso se refere para a vigilância de cidadãos Americanos. No entanto, o rigor do FISC em proteger os direitos de Americanos, que foi reforçado pelos renovos de 90 dias de mandados de vigilância, é necessariamente dependente das produções do governo para a Corte, de todo o material e fatos relevantes. Isso deve incluir informações potencialmente favoráveis aos alvos do FISA.
Isso deve incluir informações potencialmente favoráveis aos alvos do FISA que são conhecidos pelo governo. Nesse caso relatado de Carter Page, o governo teve ao menos quatro oportunidades indepententes antes do FISC, para prover apuradamente os fatos relevantes. Contudo, nossos achados indicam que, como descrito abaixo, materiais e informações relevantes foram omitidas.

1) O “Dossiê” compilado pelo Chistopher Steele (Steele Dossiê) sob o nome do Comitê Nacional Democrata (DNC) e a campanha de Hillary Clinton formaram uma essencial parte das aplicações/mandados FISA cujo alvo fora Carter Page. Steele foi por um período longo uma dinte do FBI que foi pago acima de U$160,000 (dólares) pelo DNC e a campanha Clinton, via empresa de advogados Perk Coie e a empresa de pesquisa Fusion GPS, para obter informações depreciativas e supostos laços de Donald Trump com a Rússia.

a) Nem a aplicação (mandado?) inicial em Outubro de 2016, nem nenhuma das renovações, divulgam ou fazem referência o papel do DNC, campanha Clinton, ou nenhum partido/campanha sob os esforços do Steele, mesmo que as origens políticas do Dossiê Steele fossem já conhecidas pelo DOJ e pelos oficiais do FBI.

b) A aplicação (mandado?) FISA inicial nota que Steele estava a trabalhar para um cidadão americano, porém não nomeia a Fusion GPS e o Diretor Gleen Simpsons, que fora pago por uma empresa americana de advogados (Perki Coie) representando o DNC (mesmo que fosse conhecido pelo DOJ na época que atores políticos estivessem envolvidos com o Dossiê Steele). A aplicação (mandado?) não menciona que Steele estava ultimamente trabalhando em nome do —e pago pelo— DNC e pela campanha Clinton, ou que o FBI tenha autorizado separadamente um pagamento ao Steele pela mesma informação.

2) A aplicação (mandado?) com alvo a Carter Page também citou extensivamente em 23 de Setembro de 2016, um artigo do _Yahoo News_ escrito por Michael Isikoff, em aue focou-se na viagem de Page em Julho de 2016 a Moscou. Esse artigo não corrobora o Dossiê Steele porque é derivado de informação vazada pelo próprio Steele, ao Yahoo News. A aplicação/mandado FISA ao Page avalia incorretamente que Steele não proveu informações diretamente ao Yahoo News. Steele confessou na Corte Britânica provas de que ele tenha conhecido/se encontrado com o Yahoo News —e tantos outros estabelecimentos (midiáticos)— em Setembro de 2016 com a direção da Fusion GPS (empresa de pesquisas). Perkins Coie (a empresa de advogados) tinha conhecimento prévio dos contatos com a mídia feitos por Steele porque eles tiveram ao menos uma reunião em Washington D.C. em 2016 com Steele e a Fusion GPS, onde essa matéria foi discutida.

a) Steele foi suspenso e depois terminou como uma fonte do FBI pelo que o FBI define como as violações mais sérias — uma divulgação não autorizada para as mídias de seu relacionamento com o FBI em um artigo de 30 de Outubro de 2016, na Mother Jones escrito por David Corn. Steele deveria ter sido demitido/sido desligado pelos seus previamente contatos não revelados com o Yahoo e outros estabelecimentos em Setembro — antes que o mandado de Page fosse submetido a Submetidos Ao FISC em Outubro— mas Steele escondeu indevidamente sobre e mentiu ao FBI à respeito desses contatos.

b) Os numerosos encontros de Steele com as mídias violaram uma regra importante manipulando fontes— mantendo confidencialmente — e demonstrando que Steele tornou-se menos que uma fonte confiável ao FBI.

3) Antes e depois que Steele fora terminado como uma fonte, ele manteve contato com o DOJ, via com o então-associado Procurador – Geral Bruce Ohr, um oficial sênior do DOJ que trabalhou próximo ao Vice-Procurador-Geral Yates e depois Rosenstein. Brevemente, após a eleição, o FBI começou a entrevistar Ohr, documentando suas comunicações com Steele. Em exemplo, em Setembro de 2016, Steele admitiu a Ohr seus sentimentos contra o então-candidato Trump quando Steele disse que “estava desesperado que Donald Trump não fosse elegido e estava aficionado com que ele não se tornasse presidente”. Essa evidência clara do Steele e seu viés tendencioso foi gravado pelo Ohr na época e em sequência em arquivos oficiais do FBI—mas mão refletiu em nem sequer nenhuma página do mandado FISA tendo como alvo o Carter Page.

a) Durante esse mesmo período, a esposa de Ohr foi empregada pela Fusion GPS para ajudar no cultivo (ou na alimentação) de pesquisas contrárias à respeito do Trump. Ohr depois proveu o FBI com todas as pesquisas opositoras de sua esposa, pago pelo DNC e a campanha Clinton via Fusion GPS. A relação de Ohr com Steele e Fusion GPS foram inexplicavelmente ocultadas para o FISC.

4) De acordo com o chefe da Divisão de Contra-Inteligência do FBI, Diretor-Assistente Bill Priestap, A corroboração do Dossiê Steele estava em seu ‘estágio inicial’ à época do mandado inicial FISA. Depois que Steele fora desligado, uma fonte de validação teve relatório conduzido por uma unidade independente do FBI avaliou que o Dossiê de Steele era ao máximo minimamente corroborado. Ainda, no início de Janeiro de 2017, o Diretor Comey informou ao presidente eleito Trump em um sumário do Dossiê Steele, mesmo que fosse—de acordo com seu testemunho em Junho de 2017– “obsceno e não verificado”. Enquanto o mandado FISA confiou em Steele e seu passado crível de relatórios em outras matérias não relacionadas, isso ignora ou omite suas motivações ideológicas e financeiras anti-Trump. Além disso, o Vice-Diretor McCabe testificou antes do comitê em Dezembro de 2017 que não haviam mandados de vigilância que teriam sido procurados (?) pelo FISC sem a informação do Dossiê Steele.

5) A aplicação (mandado?) FISA a Carter Page também menciona informações à respeito de companheiros da campanha Trump, um destes: Conselheiro George Papadopoulos, mas não há sequer nenhuma evidência de cooperação ou então de conspiração entre Page e Papadopoulos. A informação de Papadopoulos desencadeou a abertura de uma investigação de Contra-Inteligência do FBI no final de Julho de 2016 pelo agente do FBI Pete Strzok. Strzok foi redistribuído pelo Escritório Especial de Advogados para o RH do FBI (Recursos Humanos do FBI) por mensagens impróprias com sua amante, Advogada do FBI Lisa Page (mesmos sobrenomes, mas não há relação com Carter Page), onde ambos demonstraram um claro viés tendencioso contra Trump em favor de Clinton, o qual Strzok também investigou. Os textos Strzok/Lisa Page também refletem extensivamente discussões à respeito da investigação, orquestrando vazamentos para as mídias (Yahoo News seria um exemplo) e incluso uma reunião com o Diretor-Geral McCabe para discutir um “seguro” político contra a eleição do Presidente Donald Trump.

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Tradução de @Lucas_Brivilato

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Um Comentário

  1. Essa história tem mais reviravoltas que os filmes do 007.E o pior é que os democratas e a mídia em geral acusam Donald Trump de estar desestabilizando a América,quando são eles que estão fazendo isso.Quando um comunista acusa alguém de um crime é porque ele está cometendo esse crime.

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