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Movimento abortista quer forçar médicos cristãos a realizarem a prática

A ativista Cecile Richards, da ONG abortista Planned Parenthood, atacou na última semana as decisões do presidente Donald Trump em permitir que os profissionais médicos pró-vida possam se recusar a praticar ou ajudar em procedimentos de aborto, mudando a lei assinada por Barack Obama anos atrás.

No início de 2018, o governo dos Estados Unidos anunciou a criação da Divisão de Liberdade de Consciência e Religião, dentro do Ministério da Saúde. O discurso de Richards, presente também em comunicações da Planned Parenthood, diz essencialmente que os cristãos devem ser forçados a realizar abortos. Diz não concordar com a nova legislação que permite proteger qualquer pessoa que tenha uma “objeção moral” ao envolvimento na morte de um nascituro.

Para o movimento que Richards faz parte, proteger quem se nega a realizar abortos é “vergonhoso”.

A ativista, não surpreendentemente, é próxima da abortista Hillary Clinton e da cúpula do partido Democrata dos EUA.

A ONG está reforçando suas campanhas de angariação de fundos após o governo Trump cortar os repasses para clínicas de aborto. Outra estratégia para continuar ativa é oferecer tratamento hormonal para transexuais.

As informações são de Jarbas Aragão e do site Life News.

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