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Nova perspectiva do combate ao desarmamento

O assunto é o Estatuto do Desarmamento e está na hora de mudarmos o eixo do nosso ponto de vista neste assunto, deixarmos de focar apenas na segurança pública e passarmos ao enfoque que de nós se aproxima sorrateiramente: a defesa contra um estado ditatorial.

O Estatuto do Desarmamento nos foi imposto já em caráter ditatorial, contrário a vontade popular expressa no referendo de 2005, no qual votamos nós, 63% da população, contra a proposta de desarmar-nos.

Esta é, para começar uma democracia fake, onde o povo escolhe e não é ouvido e eis aí no parágrafo anterior a prova cabal desta cruel afirmação.

Por anos estudamos as estatísticas e lutamos contra o Estatuto do Desarmamento, provamos que a violência urbana aumentou com números e provamos o óbvio ululante: que os bandidos não aderiram à lei.

O brasileiro Bene Barbosa tem empenhado-se por décadas na luta contra o desarmamento sem poupar esforços.

Se hoje os criminosos do tráfico andam com fuzis, granadas e demais armamentos de guerra, algo pior pode estar por vir: uma ditadura comunista.

Conversando ontem, 13 de fevereiro, pessoalmente, com Roderick Navarro, um refugiado do terror venezuelano no Brasil, líder do movimento “Rumbo Liberdad“, percebi que o problema de uma tomada de poder no nosso país pelos comunistas, não está tão longe quanto imaginamos, não é impossível e não está tão relacionado com eleições.

O comunismo tem mecanismos de tomada de poder que vão além das urnas eletrônicas com apuração secreta de votos, vai além da escolha de representantes legais pelos meios da democracia e nossos irmãos venezuelanos, vizinhos tão próximos que poderiam ser um outro estado dentro do próprio Brasil, estão vivendo este terror hoje.

O terror de Maduro, que bem poderia se chamar Podre, teve o desarmamento civil como um de seus pressupostos. Não se tratam de indivíduos ameaçados pelo crime e protegidos pelas autoridades, mas de famílias ameaçadas por um ditador que comanda as autoridades e tem apoio do crime.

O Brasil está numa corda bamba com apenas um representante da justiça que se preocupa com o povo verdadeiramente engajado nesta luta: Jair Messias Bolsonaro.

Até o presente nosso foco tem sido a segurança urbana e isso precisa mudar. É hora de ligarmos o desconfiômetro que as ações do Foro de São Paulo não pararam, que seu caminho só mudou e que um golpe de esquerda aqui no Brasil não é uma hipótese maluca. É hora de nos preocuparmos com outra violência além da criminalidade: a possibilidade de uma ditadura comunista.

O Foro de São Paulo, do qual nos abriu os olhos o professor Olavo de Carvalho, não é sobre uma tomada de poder no Brasil apenas, é sobre a América Latina inteira, do México ao sul da Argentina.

Heróis brasileiros de nosso tempo como Bene Barbosa, Olavo de Carvalho e Bolsonaro, que lutam arduamente contra a esquerda apoiadora do crime e das ditaduras são raros.

Eu sugiro, direta e abertamente: CIDADÃO ARME-SE.

Não vamos esperar como ovelhas pelo abate, vamos esperar como leões pelas hienas e mostrar que nosso hino nacional fala de nós: “ou viver a pátria livre, ou morrer pelo Brasil“.

Fonte: Blog do Ricardo Rovervan

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Ricardo Roveran

Aquariano bonitão. Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escreve por amor e nas horas vagas salva o mundo.

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